quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Apartamento inteligente de médio padrão se populariza


No melhor estilo do desenho animado “Os Jetsons”, o paulistano já encontra imóveis inteligentes de médio padrão em São Paulo. O morador pode acionar o sistema de iluminação e climatização do seu imóvel ao sair do trabalho, assim como ligar a cafeteira inteligente para encontrar a bebida pronta quando chegar em casa. Enquanto trabalha, um aspirador de pó autônomo garante a limpeza e a unidade conta ainda com espelho conectado, que informa condições de clima e trânsito na região, e persianas acionadas por comando de voz.
Apontada como tendência no mercado de imóveis, a automação deixa de ser exclusividade de empreendimentos de alto padrão – embora seja mais facilmente encontrada neles. “Um apartamento modelo como o nosso é uma versão completa, com toda a automação possível e, por isso, demanda um alto investimento”, diz Alexandre Lafer Frankel, dono da Vitacon, que criou uma unidade modelo, totalmente informatizada, no bairro da Vila Olímpia, na zona sul de São Paulo.
Uma réplica do sistema do apartamento, que funciona como um laboratório para outros empreendimentos da construtora, segundo Frankel, sairia por cerca de R$ 130 mil, sendo R$ 80 mil de automação e R$ 50 mil de mobiliário adaptado para a tecnologia.

Para tornar uma casa mais inteligente, no entanto, o investimento não precisa ser tão alto. A automação, em diferentes níveis, diz Frankel, se tornou mais democrática. “Já é possível comprar soluções básicas por valores acessíveis.” Como exemplo, o executivo cita o assistente do Google (R$ 900), que permite que o usuário acione a TV no canal desejado por comando de voz, e uma fechadura biométrica capaz de ser acionada a distância (R$ 5 mil).
O executivo da Associação Brasileira de Automação Residencial e Predial (Aureside), José Roberto Muratori, concorda. “Há 18 anos, quando criamos a nossa associação, só havia projetos em residências de luxo. “Nos últimos 5 anos, os custos de automação caíram 50%. Ainda não é acessível a todos, mas a tecnologia atinge um público mais amplo, principalmente entre jovens”.
Segundo Muratori, a tecnologia disponível permite que sistemas de automação sejam instalados mesmo em prédios e apartamentos antigos, sem necessidade de grandes (e caras) reformas. “Quando a residência já foi projetada para receber automação, algumas coisas ficam mais simples e um pouco mais baratas, como o cabeamento de som e o sistema de ar-condicionado”, explica. “Mas o morador que decide instalar sistemas automatizados em apartamentos mais antigos tem a vantagem que chamamos de ‘escabilidade’, ou seja, de fazer aos poucos a implementação. A diferença de valor é pequena e ele tem o conforto de não gastar tudo de uma vez”, completa.
Sonho – Morar em um apartamento inteligente e prático sempre foi uma vontade do bancário Marco Cruz, de 34 anos. Fatores como o alto custo de equipamentos, muitas vezes importados, e a necessidade de reformas complexas para a instalação do sistema adiaram o sonho até que, há dois anos, ele visitou um condomínio no bairro da Consolação. “Quando visitei o apartamento, me mostraram a possibilidade de montar ‘cenários’ completos, como ‘cinema’ ou ‘jantar’, com um único toque. A televisão saía ‘andando’ pelo teto, parava em um lugar específico e ligava no canal que eu queria, tudo isso sem a necessidade de um investimento exorbitante”, conta.
Como Marco já possuía diversos equipamentos, os gastos para automatizar sua casa ficaram em torno de R$20 mil. Para o bancário, a maior vantagem é a praticidade. “Se eu quiser controlar o apartamento à distância por algum motivo específico, tenho essa possibilidade”, explica. Marco aponta, no entanto, que o sistema é dependente de internet e energia. “Para entrar em casa, preciso sair com a chave porque posso ficar sem bateria no celular”, afirma.
A automação não precisa estar restrita às unidades. Na área comum de um condomínio localizado na rua Bela Cintra, o uso da tecnologia também beneficia as plantas. A irrigação inteligente é usada em dez jardins do condomínio. O sistema pesquisa na internet a previsão do tempo, mede a umidade do solo e determina a quantidade de água adequada para cada ocasião. Sem qualquer desperdício de água ou mão de obra.
“É um dos melhores usos da tecnologia”, afirma Alexandre Prandini, do Mr Síndico. Ele gerencia cinco condomínios que contam com diferentes soluções de automação. “Evitamos o desperdício de água e poupamos mão de obra no jardim”.
De acordo com estimativas da Aureside, existem hoje 300 mil residências automatizadas no Brasil e a projeção é que o número atinja 1,8 milhão nos próximos anos. Para o executivo da entidade, a busca das pessoas por segurança, entretenimento e conforto guiam o crescimento no setor.
Segurança – Além da busca por praticidade e conforto, a automação de imóveis é bastante lembrada quando o assunto é segurança. Hoje em dia, o morador de uma casa ou apartamento pode, por exemplo, visualizar imagens de câmeras, acionar o alarme e ainda ser notificado de invasão do imóvel pelo celular.
Nos condomínios, a automação das portarias de pedestres e carros é um dos serviços mais pedidos. Anna Maria Cáfaro, síndica de um condomínio localizado no Itaim Bibi, afirma que a tecnologia aperfeiçoou o controle de entrada e saída de carros do empreendimento.
Há quatro anos, o condomínio, com três décadas, passou por uma reforma completa para torná-lo mais seguro. “Queríamos instalar uma portaria blindada e para viabilizar o projeto tivemos que automatizar os portões, instalar um cadastro eletrônico e intercomunicadores, além de implementar monitoramento 24 horas”.
Atualmente, o condomínio conta com câmeras inteligentes e equipamento de controle eletrônico na garagem. Os moradores ganharam controles para a entrada e saída do prédio. “Aliamos a tecnologia a um funcionário responsável por controlar o acesso”, explica. Quando um carro se aproxima, o responsável consegue visualizar em um painel eletrônico o modelo do veículo, a unidade a qual ele pertence, a data e o horário de entrada no prédio e o nome do proprietário do carro. O próximo passo, afirma a síndica, é instalar um sistema de biometria que automatize também o acesso de pedestres.
No condomínio do economista José Carlos Perez, o aumento na segurança foi uma surpresa positiva. “Quando começamos a pensar em automação, nosso objetivo era implementar uma portaria virtual que reduzisse o custo mensal de R$ 23 mil com mão de obra”, conta. Na reforma, foram trocados motores dos portões, instaladas câmeras e interligados diversos sistemas. Hoje, diz, é praticamente impossível invadir o prédio.
“A segurança é importante porque muitos ladrões se aproveitam da fragilidade e da distração de porteiros humanos”, afirma Perez. “No nosso sistema, a portaria fica sob responsabilidade da empresa contratada, que conta com diversos funcionários supervisionados e faz o controle à distância”, explica.
A startup Kiper, responsável pela portaria virtual instalada no condomínio de José Carlos, nasceu a partir da necessidade de evitar que ladrões burlassem os processos de entrada e saída de condomínios.“Com a portaria remota, tudo fica menos pessoal. Não existe o risco de o porteiro liberar a entrada do motoboy que sempre entrega a pizza ali, por exemplo”, afirma o diretor comercial Odirley Rocha.
Além disso, a automação pode também oferecer soluções de segurança para entrega e recebimento de encomendas em condomínios. Recentemente, a Kiper desenvolveu um produto chamado ‘Kiper Locker’, que usa a tecnologia em armários de correspondência. “Quando o usuário precisa receber uma entrega, como um notebook recém-comprado, por exemplo, o zelador terá acesso, via aplicativo, a um QR Code para abrir o armário e guardar o volume lá dentro. Ao chegar em casa, o morador poderá utilizar o mesmo aplicativo para retirar o produto”, explica Odirley. “O QR Code é a mesma tecnologia utilizada por bancos. São milhões de combinações e não há nada mais seguro no mercado. A tecnologia traz comodidade ao condômino”.
Saúde – Bolívar Resende, da Lux Control, acredita que a automação pode, ainda, oferecer mais segurança a idosos e portadores de necessidades especiais e suas famílias. “Uma pessoa com dificuldade de locomoção, por exemplo, consegue comandar toda a casa com a palma da mão. Além disso, a automação pode ser utilizada para pré-codificar o envio de notificações para filhos, cônjuges e familiares em caso de acidentes”.
A síndica Anna Maria pontua, no entanto, que a automação é muito dependente de energia. “É importante possuir fontes alternativas, para que os sistemas funcionem em caso de interrupção de fornecimento pela concessionária”, afirma. Essa fonte de energia pode ser um gerador ou um sistema de baterias reservas. Mas entre prós e contras, Anna Maria é fã da automatização. “Quem mora em edifício, tem como primeira preocupação a segurança”.
Fonte: Blog Moving

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Espaço para pets promete diminuir problemas nos condomínios


Um dos assuntos que causa mais briga entre os condôminos é o convívio com os animais de estimação. Para que os problemas sejam diminuídos e os cães e gatos possam viver pacificamente com os vizinhos, condomínios estão instalando áreas exclusivas, os “petcare”.
Mais da metade dos apartamentos no Brasil já possuem animais de estimação e 80% deles são cães de pequeno porte. Segundo o veterinário Gerson Madureira, os espaços devem ter cerca de 50 m² e ficar longe de áreas com muita movimentação. “Para que o animal possa realmente relaxar, brincar e ser cuidado com seriedade, isolamento e higiene são fundamentais”, afirma.

Maria Carolina Santos de Moraes já teve problemas com vizinhos do prédio, não vê a hora de ter um espaço como esse no condomínio. A vizinha do andar de baixo ficou incomodada com o barulho das patas do cachorro dela, um shitzu. “O espaço para pets facilitaria a minha vida. Talvez o meu cachorro não ficasse tão preso e agitado dentro do apartamento, já que não tenho muito tempo para levá-lo para passear todos os dias”, diz.
Com os animais relaxados e com um espaço para eles no condomínio, o convívio social ajuda muito. Madureira explica que como o bicho vai ver mais as pessoas, o estranhamento e os latidos diminuem consideravelmente. “É como acontece com as pessoas, cada vez que a convivência fica mais natural, menos problemas deverão aparecer”, explica.
Os “petcare” oferecem o espaço para o cão correr, local para a higiene, além de possuir piscina e local para relaxamento e exercícios. Muitos petshops já procuram esses espaços como forma de investimento.
Maria Carolina só vê vantagens em um espaço como esse e pensa em sugerir essa ideia na próxima assembleia do condomínio. “Um espaço como esse trará comodidade, praticidade, conforto e eu não teria mais desculpas para não levar meu cachorro ao petshop”.

Fonte: Protest

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Saiba o que observar ao comprar um imóvel usado


Ao procurar um imóvel usado, é comum ter aquelas famosas dúvidas: onde comprar? Será que vale a pena investir em um apartamento antigo? Para não ficar perdido, é preciso estar atento a fatores capazes de influenciar a avaliação da casa. Com o Feirão da Casa Própria da Caixa vindo por aí – entre os dias 20 e 22 de maio -, o especialista Ariovaldo Filho, do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ) e Marlei Júnior, diretor de operações da Ética Imobiliária, listam algumas dicas para o cliente não ter dores de cabeça futuras na hora de adquirir um novo bem.

1 – Verifique a localização, a vizinhança e os meios de transporte. Os serviços públicos e o comércio, como padaria, hospitais e bancos, também são pontos importantes a serem observados. Feiras e casas noturnas podem atrapalhar.
2 – Avalie a construção do prédio, ou seja, se há rachaduras ou infiltrações. Observe como é feita a limpeza e a manutenção das áreas comuns.
3 – Tenha atenção quanto à saúde financeira do condomínio para evitar surpresas com cotas extras, inadimplência e obras. Um dado interessante a ser observado é se o prédio está passando por alguma reforma. Caso esteja, procure saber por quanto tempo.
4 – No Rio, a posição dos imóveis voltados para o sol da tarde é um fator de desvalorização, devido ao intenso calor que passa para os cômodos. Como peso positivo na avaliação está a iluminação e ventilação direta dos banheiros. Faça visitas em horários diferentes ao imóvel para observar o comportamento da luz solar e como é o fluxo de veículos na rua em frente.
5 – Observe o piso e as portas: se houver acúmulo de pó, principalmente de madeira, é indício de cupim. Algumas regiões são mais afetadas pelo problema, portanto, é importante que seja feita uma dedetização periódica.
6 – Verifique a caixa de disjuntores, tomadas e interruptores. Veja se tem resíduos de superaquecimento, manchas escuras, fios retorcidos ou com isolamento danificado. Imóveis antigos podem não estar preparados para receber a demanda de aparelhos eletroeletrônicos utilizados atualmente. Se preferir, peça para um profissional de confiança avaliar as condições elétricas.
7 – Acione torneiras, chuveiros e válvulas do imóvel para observar o funcionamento do encanamento. Se apresentar uma coloração avermelhada ou turva, provavelmente é da tubulação antiga ou da falta de manutenção do reservatório de água.
8 – Infiltrações são facilmente detectadas pela cor escura que paredes e teto apresentam.
9 – Quanto maior a segurança, melhor. Durante a visita, observe a forma como foi abordado na portaria, a facilidade de acesso ao edifício. Um prédio com portaria física 24 horas, ante-câmera e sistema de vigilância monitorada dará mais tranquilidade e proteção aos moradores.
    
Fonte: Protest

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

3 cuidados importantes ao comprar um imóvel novo


Vai comprar um imóvel novo? Atente-se a alguns cuidados para que uma ótima oportunidade não se torne uma armadilha para você e sua família.


Comprar imóvel novo, recém construído, que ainda não tenha sido habitado por nenhum morador, é o sonho ideal de quem busca seu novo lar.  Como o imóvel está pronto, é bem diferente de comprar um apartamento ou casa na planta, onde o comprador irá pagar durante o período de obras. Também é diferente de comprar um um imóvel usado, onde irá morar em uma unidade residencial que já tenha sido ocupada por outras famílias.
O que não é diferente para quem vai comprar imóvel novo são os cuidados que ele precisa ter para investir seu dinheiro nessa aquisição. E sobre quais os cuidados e atenções que você precisa ter na hora de comprar um imóvel novo que vamos falar neste post.

1. Comece por conferir a visita de vistoria antes de comprar um imóvel novo


Um imóvel novo colocado à venda, foi comprado por alguém. Pode ter sido um investidor que aproveitou o período de construção para ter seu dinheiro valorizado à época da entrega das chaves. Até aqui tudo ok, faz parte do mercado imobiliário o retorno de investimento.
Acontece que apartamento ou casa quando comprados com o intuito de revenda, nem sempre possuem uma vistoria feita com todo o cuidado de quem vai morar no local. E como a vistoria aprovada pelo proprietário é necessária para a entrega do imóvel, pode ser que ela não seja tão bem feita assim.
E uma vez que o proprietário, no caso o investidor, assinou a vistoria, não será possível pleitear com a construtora possíveis defeitos de construção como um piso irregular, uma rachadura ou algo que não esteja de acordo com o memorial descritivo.
Vai comprar imóvel novo? Solicite a vistoria que foi realizada entre o quem está te vendendo e a construtora. Com esse documento, faça uma visita para conferir como foi feita e se o estado do imóvel está de acordo com o laudo.
Existem casos, principalmente para imóveis que participam de feirões, em que a vistoria ainda não foi realizada e o comprador poderá realizá-la da mesma maneira como se tivesse comprado na planta. De qualquer forma, a vistoria é um ferramenta de proteção muito importante para quem vai comprar um imóvel novo. Não abra mão dela.


2. Conheça a construtora antes de comprar o imóvel novo


Antes de comprar um imóvel novo, vale a pena tentar entender qual o caminho que ele chegar até você e perguntar:
  • Por que esse imóvel está à venda?
  • Quais condições fizeram este imóvel ser considerado uma oportunidade e não uma armadilha?
  • Essa unidade simplesmente não foi comercializada durante o período de obras?
  • Um antigo proprietário, com dificuldades financeiras, devolveu para a construtora?
  • O imóvel possui algum empecilho legal para a compra como penhor, inventário ou leilão?
Para todas estas perguntas, seu corretor deve ter as respostas imediatas e ser capaz de te informar sobre o histórico do imóvel. Mesmo assim vale consultar a reputação da construtora e até mesmo do condomínio tanto em órgãos de proteção ao consumidor quanto em sites e fóruns.
A internet é uma grande aliada de quem deseja comprar um imóvel novo, use ela a seu favor.

3. Não compre um imóvel sem visitá-lo: mesmo se ele for novo!


Muitos imóveis novos são colocados à venda novamente pela construtora porque, infelizmente, o proprietário não consegue pagar as parcelas ou mesmo entrar no financiamento. Quase sempre, constituem bom negócio para quem possui a condição de pagar por ele.
Mas também existem aqueles que estão mal localizados no condomínio e, por isso, não encontraram compradores. Um apartamento que fique ao lado da quadra de esportes ou uma casa que esteja ao lado da lixeira do condomínio, por exemplo, podem não ter sido vendidos pela sua localização dentro do empreendimento.
Seja qual for a situação, realizar uma ou mais visitas para comprar um imóvel novo é fundamental para avaliar também o bairro e as distâncias que impactarão a nova vida da sua família.

Fonte: Viva Real 

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Saiba quais são as 7 vantagens em morar em um imóvel pequeno


Morar em uma casa pequena pode ter muito mais vantagens do que pode parecer. Com o espaço reduzido, diminui-se também o valor do imposto, conta de luz e das horas dedicadas à limpeza da casa.
Imóveis pequenos viraram tendência em capitais como Londres, Nova York, Pequim, Rio de Janeiro e São Paulo. “Morar em uma residência com área reduzida – seja por escolha, conveniência ou necessidade – é uma realidade cada vez mais comum”, diz a arquiteta Adriana Peccin.
Com a ajuda de Adriana, selecionamos algumas vantagens em morar em um imóvel pequeno:
Preço – Com a metragem reduzida, o valor do imóvel também é menor, quando comparado a uma propriedade localizada na mesma região.
Contas – Já que o ambiente é menor, economiza-se também em contas de energia e água, pois a propriedade tem menos cômodos.
Imposto – “Como o imposto de transmissão de bens imóveis (ITBI) e as custas para registrar a escritura de compra e venda ou o contrato de financiamento são calculados proporcionalmente ao tamanho do imóvel, quem mora em uma casa ou apartamento menor acaba economizando também na hora de pagar estas despesas”, diz Laíse Polonio, diretora da Lumina Documentação e Soluções Imobiliárias, empresa especializada em financiamentos imobiliários.

O dinheiro economizado com impostos pode ser destinado a um serviço de alarme ou seguro da casa.
Aconchego – “Uma casa pequena é facilmente transformada em um recanto acolhedor, que convida a momentos intimistas, já que favorece a aproximação das pessoas e o compartilhamento do espaço”, afirma Adriana.
A arquiteta ressalta que o pouco espaço favorece a integração dos moradores da casa. “Eles não ficam dispersos, cada um em seus aposentos. Os membros da casa convivem de forma mais ativa”, diz.
Menos bagunça – O pouco espaço limita o excesso de bugigangas dentro de casa e só abre campo para o que é essencial.
“Com a área reduzida, a pessoa precisa escolher apenas os móveis e utilitários realmente necessários. Sem espaço para acomodar supérfluos, eles ficam de fora na lista de compras”, explica.
Decoração – Já que o ambiente comporta pouca mobília e poucos artigos de decoração, o menos pode se transformar em mais. Cada peça ganha mais destaque e causa maior impacto.

“Aproveitando a economia feita com os móveis, o morador pode se dar ao luxo de investir em peças com mais qualidade, exclusivas ou diferenciadas”, ressalta Adriana.
Praticidade de manutenção – A arquiteta lembra que a limpeza em espaços pequenos consome muito menos tempo e material do que quando feita em mansões.
Além disso, Adriana afirma que as pessoas tendem a manter a ordem em ambientes com tamanho reduzido por uma questão de funcionalidade.
Fonte: Protest

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Apartamento em cobertura: quais as vantagens e desvantagens?

Tomar a decisão de comprar um imóvel requer muitas tomadas de decisões. Afinal, é um sonho que demanda um grande investimento e, por isso, elucidar algumas questões torna-se fundamental. Então, quem pensa em adquirir apartamento em cobertura deve se inteirar sobre tudo que envolve essa aquisição.
Esse tipo de imóvel envolve um comprometimento financeiro bem maior, entre outras questões que precisam ser esclarecidas antes da adesão ao financiamento. Isso significa que existem muitos prós e contras, e você deverá avaliar todos eles para saber se essa é a alternativa ideal de moradia para o seu caso.
Sendo assim, vamos elencar, neste texto, todas as vantagens e desvantagens para que você possa tomar uma decisão acertada. Continue a leitura e acompanhe!

Vantagens de um apartamento em cobertura

É preciso balancear as vantagens e desvantagens na hora de adquirir um imóvel desse tipo. Vamos começar com os benefícios neste tópico. Veja abaixo.

Conta com uma maior área útil

Quem pensa em adquirir uma cobertura tem como principal objetivo obter uma área útil maior que os outros apartamentos do condomínio. Principalmente, quando se trata de uma família com filhos, em que o espaço é fator relevante.
Se esse é o seu caso, comprar esse tipo de imóvel é uma excelente opção, visto que seu lar terá uma área bem mais ampla — a maioria com mais que o dobro da metragem das demais unidades. Os ambientes são maiores e proporcionam mais conforto aos moradores.

Fica longe do barulho

Viver em uma cobertura significa também ficar um pouco mais longe do barulho. Os ruídos da cidade, como sirenes, buzinas, falatório, entre outros sons inconvenientes, chegam em um volume mais baixo até você. Ou seja, é mais tranquilo.

Tem uma planta diferenciada

Outra boa vantagem de coberturas é a elaboração de uma planta diferenciada — ou seja, o apartamento, por ser maior, tem a distribuição distinta dos cômodos quando comparada aos demais. Os ambientes são, geralmente, mais amplos e ainda têm uma área aberta considerável.

Conta com mais flexibilidade para alterar a planta

Os proprietários de apartamentos de cobertura têm uma flexibilidade maior na hora de erguer e derrubar paredes. É mais fácil deixar o imóvel do jeito que você quiser, como mudar janelas e portas, entre outras modificações mais viáveis.

Valoriza seu investimento

Quem compra um imóvel desse tipo conta com um grande benefício: a valorização. Com uma metragem maior, uma planta diferenciada e o conforto de ter uma área aberta o imóvel se torna mais atrativo e valorizado. Se você quiser vendê-lo no futuro, certamente o fará por um preço bem superior ao que comprou.
No entanto, para isso, é essencial manter o imóvel sempre bem cuidado. Isso o valorizará ainda mais e, consequentemente, garantirá um bom negócio na hora que quiser vendê-lo.

Conta com iluminação e ventilação privilegiadas

As coberturas, como ficam no topo dos edifícios, contam com uma melhor ventilação e uma iluminação privilegiada, já que não têm a sombra dos outros prédios para atrapalhar. Em alguns casos, como em bairros com muitos prédios, essa vantagem pode ser prejudicada. Porém, no geral, essa esse benefício de morar no alto está disponível na maioria das situações.

Existe menos barulho dos vizinhos

Quem vive em apartamento sabe que em muitas ocasiões o barulho que alguns vizinhos fazem acabam com a sua tranquilidade. No caso de morar em cobertura, esse problema não existe, é como se você estivesse morando em uma casa.

Conta com uma vista privilegiada

Mesmo que não haja grandes paisagens para se apreciar, morar no alto de um prédio possibilita uma visão privilegiada da localidade em relação aos andares mais baixos. Poder apreciar do alto o horizonte é bastante prazeroso, garantindo momentos que possibilitam relaxar e deixar para trás a rotina estressante do dia a dia.
Entretanto, da mesma maneira que há os lados positivos, os negativos também se fazem presente nesse tipo de imóvel. Veja a nossa relação de desvantagens.

Desvantagens de apartamento em cobertura

Tem um valor muito alto

Apesar de todas as vantagens que listamos, morar em uma cobertura sai muito caro. Trata-se de um bom investimento que, como já falamos acima, tende a valorizar com o tempo. Cabe a você avaliar os benefícios e concluir se vale a pena ou não — afinal, será um investimento na sua qualidade de vida.

Possui baixa pressão de água

Quem aprecia aquele banho com fartura de água pode se decepcionar com a pouca força com que ela cai nas coberturas — a pressão é menor em comparação aos apartamentos em andares inferiores, já que a caixa d’água fica no topo do prédio.
No entanto, para essa desvantagem há uma solução: compre um chuveiro com pressurizador e, assim, seu banho ficará com uma pressão um pouco maior.

Ocorrem problemas de infiltração mais facilmente

Quem mora em edifício sabe que, com o passar do tempo, é inevitável ter problemas de infiltração. Por se localizar no último andar, a cobertura é ainda mais suscetível a eles. Além disso, os encharcamentos no telhado do condomínio são de responsabilidade do proprietário da cobertura.

Há um maior número de escadas

Esse é um contratempo que as pessoas só se dão conta quando falta energia elétrica no prédio, impossibilitando o uso de elevadores. Na verdade, essa questão não envolve apenas quem mora na cobertura, mas, também, os residentes de andares mais altos. Subir muitos lances de escada em algumas situações pode ser algo bem desagradável.

É mais suscetível a variações climáticas

Apartamentos em cobertura são mais suscetíveis às variações térmicas. Por se situar no topo da edificação, o vento é mais forte, o que pode baixar a temperatura no inverno. Já no verão, o sol bate diretamente em todo o imóvel. No entanto, existem vários recursos arquitetônicos e decorativos que podem amenizar essa questão.
Os arquitetos e decoradores são capazes de desenvolver projetos que, além de funcionais, utilizam determinados materiais que contornam de forma eficaz o problema.

Fica mais distante das áreas comuns do edifício

Logicamente, ao comprar uma cobertura a distância das áreas comuns do prédio é bem maior. Para alguns, isso pode representar um problema — se houver filhos pequenos, por exemplo, fica mais difícil supervisioná-los.
No entanto, quem prefere ficar longe do barulho não se importará caso, em alguns momentos do dia, tenha que descer com os filhos para que eles brinquem.
Como foi possível conferir neste post, a escolha depende de alguns fatores determinantes, como se você tem filhos e deseja um espaço maior e com mais privacidade e segurança. Portanto, comprar um apartamento em cobertura é um investimento muito alto e que requer uma boa dose de avaliação dos prós e contras.
Fonte: Blog Moving

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Saiba como tornar seu condomínio seguro para crianças


Um grande diferencial de um condomínio residencial é a segurança. Pais de crianças pequenas sempre procuram pelo lugar mais livre de perigos possível para seus filhos brincarem de forma protegida. Investir em um sistema de segurança e se preocupar com o bem-estar dos moradores é essencial para um bom síndico. Veja abaixo algumas dicas para tornar o condomínio seguro.
Comunique-se com os responsáveis
O primeiro passo é a comunicação com os pais. Informe que não é aconselhado a circulação de crianças com menos de 10 anos sozinhas. Além disso, a presença dos responsáveis de menores na hora da brincadeira é essencial, pois eles podem evitar eventuais problemas.
Por fim, sempre que possível, alerte os pequenos sobre os perigos e danos que podem ser causados na hora do lazer, como subir em muretas ou pular em grades. Com essa comunicação entre síndico e morador, imprevistos e acidentes podem ser evitados, deixando o condomínio seguro.

Tenha um salva-vidas
As piscinas costumam ser uma das maiores diversões das crianças na área de lazer. Horas e horas são gastas com brincadeiras na água. Mas, com isso, as chances de incidentes, como afogamentos, são maiores.
A presença de um salva-vidas é muito importante para a total segurança não só dos pequenos, como também de todos os moradores. Disponibilizar boias e acessórios de proteção também é uma medida de precaução a ser tomada.
Condomínio seguro tem uma boa portaria
Uma das principais diferenças entre ruas abertas e fechadas é a entrada e saída de automóveis. É de suma importância ter uma portaria eficiente e que possa inibir carros em alta velocidade. Além disso, brincadeiras no meio da rua são muito normais na infância, sendo assim, sempre procure reforçar e monitorar a circulação de veículos.
Use um bom sistema de câmeras e monitoramento
Muitas vezes, acompanhar todos os passos dos filhos é complicado para os pais. Trabalho, tarefas domésticas e outras atividades podem ser empecilhos para o monitoramento em tempo integral.
Pensando nisso, um sistema de câmeras é uma boa pedida para deixar o condomínio seguro, além de supervisionar as crianças. Dessa forma, os responsáveis podem acompanhar de longe as brincadeiras dos seus filhos.

Estabeleça horários
A infância é uma fase em que a diversão sempre está em primeiro plano. Com energia de sobra, muitas vezes o lazer pode se tornar algo inconveniente, incomodando os vizinhos de alguma forma.
Novamente, a comunicação com os pais é um grande passo para ser tomado. Estabelecer um horário para o playground — que geralmente fica entre 9 e 22h — é uma boa solução para evitar eventuais aborrecimentos.
Lembre-se sempre de que um ambiente seguro é um fator diferencial para a escolha de um lugar para morar. Tudo o que foi dito ao longo deste post são os principais pilares para o bem-estar dos moradores. Aplicando esses conceitos, você será o síndico de um condomínio seguro e estará longe de problemas. 
Fonte: Protest

O home office continua a agradar? Veja com Sandra Ramos:

   Passados vinte meses desde o início da pandemia, algumas pessoas nem mais se recordam de como eram suas rotinas com o trabalho presencial...