quinta-feira, 9 de maio de 2019

Descubra o que fazer para deixar o imóvel mais atraente para venda


Quem pensa em vender um carro costuma achar importante deixá-lo mais interessante aos olhares do possível comprador. É comum que a pessoa faça alguns reparos, limpeza, polimento. Isso porque a apresentação melhor gera um interesse maior de compra e talvez até aumente o preço de venda. Com imóvel é a mesma coisa.
“Um imóvel bem preparado com certeza terá um processo de venda mais tranquilo. Às vezes, pequenos investimentos, como pintura, revisão nos móveis ou atualização de algum cômodo já podem fazer grande diferença”, opina o empresário e corretor de imóveis Vincenzo Russo, da Imobiliária RE/MAX Independência.

Para o superintendente de Marketing da Construtora Trisul, Lucas Araujo, além de manter o local reformado, organizado e limpo, o proprietário deve pesquisar o preço de imóveis equivalentes na região e se adequar à realidade. “Além disso, desenvolver todas as formas possíveis de divulgação”.
Fatores
Russo diz que o principal fator para baixa procura é valor errado. “Muitos se valem de informações pouco confiáveis para estabelecer o preço de venda. E acabam considerando valores sentimentais ou expectativas desatualizadas. O imóvel acaba mal precificado e a venda se arrasta”.
Araujo cita, como situações que fazem despencar a procura, a localização sem apelos positivos, o valor alto do condomínio e do IPTU, problemas de segurança e falta de infraestrutura, como enchentes.
Detalhes
Como em qualquer processo de venda, a publicidade é algo muito importante. Para Russo, além das fotos, acrescentar ao anúncio detalhes como vídeos e tour 360 graus também é interessante. “O anúncio deve ser completo, com endereço, metragem, cômodos, vagas. E com as informações corretas”.

Fonte: Zap Imóveis

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Imóvel novo ou usado? Conheça os prós e contras de cada um


Pronto! Chegou aquele momento tão sonhado — adquirir a casa própria! Mas também se trata de uma ocasião repleta de dúvidas, e uma delas é: comprar imóvel novo ou usado? Qual a melhor opção? Qual delas se enquadra mais nas suas exigências e expectativas?
Aí vale refletir sobre vários aspectos. É bem verdade que, quando se pensa em comprar um imóvel, a primeira coisa que vem à mente é algo ainda na planta ou novo, e que você seja o primeiro morador. Mas, dependendo de alguns fatores, nem sempre essa é a melhor escolha. Existem os prós e os contras de cada opção.


Foi pensando nisso que resolvemos fazer este post, que abordará as vantagens e as desvantagens de cada uma dessas alternativas. Assim, você pode decidir qual é a melhor escolha. Continue a leitura e confira!

Vantagens e desvantagens de comprar um imóvel novo ou usado

Antes de escolher um imóvel usado, um bom começo é saber a idade dele. As diferenças entre uma casa ou um apartamento de 10 e 30 anos de existência são bem grandes. A espessura das paredes, a necessidade de adaptações e reformas, o nível de ruído, entre outros aspectos, devem ser levados em consideração. Por isso, por mais conservado que esteja aparentemente, não se iluda apenas por isso.
Já um imóvel na planta tem a vantagem de ser novinho, no entanto você não o vê e nem sempre a planta condiz com a realidade. Confira as vantagens e as desvantagens dessas alternativas!

Vantagens e desvantagens de comprar imóveis antigos (com mais de 30 anos)

Vantagens:

  • preço mais acessível: em imóveis mais velhos, com 30 anos ou mais, é possível conseguir pagar um valor mais em conta no metro quadrado;
  • localização privilegiada: construções erguidas há cerca de 30 anos geralmente se localizavam em regiões centrais. Já os mais novos não, os espaços foram diminuindo e as opções também, com o passar do tempo;
  • mais espaço físico: antigamente os apartamentos eram mais espaçosos, diferentemente do que ocorre com os imóveis atuais. As cozinhas eram grandes e quadradas, os quartos também bem maiores, existiam dependências de empregada e área de serviço. Ou seja, para uma família grande essa é uma excelente opção;
  • pé-direito maior: em apartamentos com mais de 30 anos, o pé-direito (distância entre o chão e o teto) era bem maior, isso dava a sensação de amplitude. Para você ter uma ideia o pé-direito de um apartamento chegava a ter 3 metros, os atuais ficam em 2,20 metros, em média;
  • paredes mais espessas: isso evitava que ruídos de outros locais incomodassem os moradores. Hoje as paredes são finas e permitem um ruído muito maior.

Desvantagens:

  • poucos pontos de tomadas: esse fator tem a ver com a evolução tecnológica que hoje exige variadas tomadas em cada ambiente. Devido à quantidade de aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, um imóvel antigo requer uma reforma nesse sentido.
  • tubulação galvanizada: em apartamentos antigos, os tubos eram galvanizados e, com o tempo, ficam corroídos. Isso gera um grande transtorno, pois certamente o prédio passará por uma reforma que envolve gastos e alguns períodos sem água;
  • pequena área de lazer: prédios muito antigos não contam com uma boa área de lazer, o que hoje em dia é bastante valorizado — em especial por casais com filhos pequenos.

Vantagens e desvantagens de comprar móveis usados recentes (com menos de 20 anos)

Vantagens:

  • mais valorizados: pelo fato de haver mais modernidades, é um imóvel com maior valor de mercado. Isso deve-se principalmente ao fato de ser mais atualizado arquitetonicamente, apresentando um estilo mais atual;
  • área de lazer maior: nesse período, já se valorizava uma boa área de lazer com locais para as crianças brincarem, como piscina, parquinho, churrasqueira, entre outros. Hoje, isso é bastante exigido por quem busca um imóvel e agrega valor ao empreendimento;
  • dispõem de mais tomadas: estão mais preparados para a tecnologia que só evolui e, por isso, já contam com mais pontos de tomadas —, não havendo necessidade de mudanças ou reformas na rede elétrica.

Desvantagens:

  • paredes mais finas: possuem paredes mais finas e pé-direito baixo, o que facilita a propagação de ruídos de outros apartamentos. No entanto, para a tecnologia Wi-Fi é uma grande vantagem, visto que as barreiras entre os cômodos são menores e o sinal é mais bem distribuído;
  • localização: geralmente novos empreendimentos são construídos em locais mais afastados, que carecem de um comércio mais variado e de facilidades, como supermercados, escolas, transporte público, entre outros;
  • custo mais alto da taxa de condomínio: devido à manutenção da área de lazer e dos variados gastos com funcionários, entre outros fatores, a taxa de condomínio de prédios mais novos tende a ser mais alta.

Vantagens e desvantagens de comprar imóveis na planta

Vantagens:

  • forma de pagamento: uma compra com o empreendimento em construção é geralmente mais facilitada, o que não ocorre ou, pelo menos, é mais difícil com um imóvel usado;
  • não precisa de reforma: além de deixar o apartamento no seu estilo, você pode escolher os itens com os quais decorará seu cantinho. E o melhor, não precisará de reforma;
  • valor de revenda maior: o investimento em um apartamento na planta só tende a valorizar. Na verdade, é bem maior do que o da compra.

Desvantagens:

  • o preço pode ficar maior: apesar do financiamento atraente, geralmente com parcelas acessíveis, o comprador pode pagar mais pelo imóvel, pois há algumas taxas que surgem, entre outros gastos;
  • o comprador não vê o apartamento: em alguns casos, o comprador entra em armadilhas e acaba comprando um imóvel menor do que imaginava. Algumas construtoras mostram a planta em uma escala e os móveis em outra. Fique atento a isso!
  • atraso no prazo de entrega: muitas vezes, o prazo de entrega não é cumprido. Vale ressaltar que até seis meses de atraso é permitido por lei, mas muitas vezes a entrega demora mais, bagunçando a vida do comprador. Cabe processo quando esse prazo não é cumprido.
Como você pôde conferir neste post, há muito o que se analisar ao fazer a opção por comprar um imóvel novo ou usado. Você deve ter suas prioridades bem estabelecidas e pesar os prós e os contras na sua escolha.


terça-feira, 7 de maio de 2019

Por que os imóveis residenciais desvalorizam? Saiba as causas e consequências



Processo natural, depreciação leva em conta fatores internos, externos e de mercado.

Os imóveis residenciais costumam passar por um processo de desvalorização ao longo do tempo, como qualquer outro bem. Porém, muitos fatores vão determinar o nível de desvalorização, sendo que a construção, em si, é só um deles. Reformas ou a falta delas, vizinhança e até situação de mercado podem puxar o preço para baixo ou segurá-lo em um bom patamar.
O engenheiro Luiz Borges, proprietário da Construtora Santa Rosa, diz que a depreciação é um processo natural, mas não inevitável. Existem maneiras de frear a desvalorização. “As principais causas são a falta de manutenção básica, acessibilidade, segurança, poucas vagas de garagem e documentação incompleta”, pontua.

Para a designer de interiores Fabiana Visacro, o número de quartos, tempo de uso, falta de opções de lazer, elevador e localização influenciam nessa questão. “São inúmeros fatores, depende também da demanda e do desejo de comprar das pessoas naquele momento”.
Já para o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Santa Catarina (Creci-SC), Antônio Moser, a principal causa para desvalorização dos imóveis residenciais é o excesso de ofertas no mercado imobiliário.
Atenção ao comprar
Antes da compra, para evitar surpresas com desvalorização acentuada de um imóvel, Fabiana Visacro orienta as pessoas a se atentarem se o condomínio tem dinheiro em caixa para arcar com possíveis interferências necessárias no prédio.
“Além disso, a pessoa precisa avaliar se houve modernização da parte elétrica e hidráulica do apartamento, que é sempre importante. Outra coisa a se avaliar é o andar do prédio: se não tem elevador, é interessante dar prioridade aos andares inferiores porque aumenta a liquidez caso precise vender”.
Para Luiz Borges, no primeiro momento, o comprador deve se atentar aos itens básicos do imóvel. “Por exemplo, a documentação legal, como registros e escrituras”.
Valorizar o local
Caso a pessoa compre um imóvel que esteja desvalorizado, o ideal é que sejam feitas, por meio de um arquiteto ou designer de interior, obras de reforma e adequação, “fazendo com que o mesmo agregue mais valor de mercado”, diz o engenheiro.
A designer acha que pequenas intervenções podem ajudar a elevar o preço. “Restaurar pisos com tinta, por exemplo. No caso dos banheiros e cozinhas que têm revestimentos mais antigos, pode trabalhar num estilo vintage com o contemporâneo”.

Fonte: Zap Imóveis

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Checklist: o que observar na hora de visitar um imóvel


Saiba as situações em que é preciso olhar cuidadoso para não ter problemas depois

Visitar imóveis em busca daquele que mais se encaixa ao seu sonho é uma tarefa prazerosa. Dentro do local você já imagina onde ficará suas coisas, como pretende deixar determinados ambientes, se o espaço é adequado às suas necessidades e se a localização é ideal.
Assista ao terceiro episódio da série “Busca pelo imóvel” e confira tudo que você precisa observar no dia da visita ao imóvel:
Tudo isso faz parte, mas cuidado para não fechar os olhos para algumas questões centrais que podem significar dor de cabeça futura. Os designers de interiores Paulo Brites e Lome Chung, do escritório Icono Projetos e Interiores, dão as dicas.
1. Ficar atento as condições de pisos, paredes e tetos. E principalmente os sinais de infiltração, manchas, mofos e amarelados.
2. Tipos de rachadura que denotam algo estrutural. Nem sempre é estrutural, às vezes é apenas uma movimentação do prédio que é possível fechar com massa.

3. Testar as quedas d’água. Ligar o chuveiro, torneiras… prestar atenção na vazão dos ralos e na criação de poças.
4. Da mesma forma, testar os vasos sanitários e descargas.
5. Prédios antigos tendem a ter sinais de cupim, é importante se atentar.
6. Fechamento e abertura de janelas. Ver se não tem nenhum tipo de fresta e se está bem vedada.

7. Questões elétricas é importante observar, levar um abajurzinho de tomada pode ser um bom teste.
8. Observar se os azulejos estão estufados, ocos ou soltos.
9. Olhar a posição do sol para o apartamento é bem interessante, pois ele pode ajudar na iluminação e aquecimento. Sol da manhã traz luminosidade e o sol da tarde aquecimento.
10. A altura do elevador deve ser levada em conta, porque dependendo dos móveis será necessário o uso do içamento.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Pesquisa revela que mulheres são maioria na busca de imóveis


As mulheres são a maioria na busca de imóveis para compra e aluguel no Brasil, é o que aponta uma pesquisa realizada pelo Viva Real, empresa do Grupo ZAP. O levantamento que aponta o perfil de quem deseja comprar ou alugar imóvel no país, contou com mais de 12 mil entrevistas, e mostrou que a compra de imóveis atrai pessoas com idade mediana de 43 anos e em sua maioria casados (58%). Os imóveis para locação atraem pessoas mais jovens com idade mediana de 35 anos, e solteiras (40%).
Na pesquisa, observando o tópico de escolaridade, vemos que graduados no ensino superior e pós-graduados são a maioria na busca de imóveis, para venda representam 69% e para locação, 64%. Isso reflete na renda que se concentra, principalmente, em pessoas com ganho de até R$ 10.000.
Vendo a principal finalidade para que se deseja um imóvel temos uma quase unanimidade: a “moradia”, 94% para quem busca imóveis para locação e 88% compra. Em seguida “lazer” (6% de quem pretende comprar e 3% locação), “negócios” (1% compra e 3% locação), por fim, investimento com 5% das pessoas que pretendem comprar.
O tempo de busca de quem procura um imóvel para locação dura, em média, até dois meses (84%). Para quem busca comprar, o total é de 67% para até três meses.
A pesquisa do Viva Real revela também que, entre os que buscam a locação, 81% dos pretendem se mudar para o novo imóvel em até três meses. Para quem busca comprar, esse período dobra: 67% em até seis meses. “As novas composições familiares já impactam no tipo do imóvel desejado para compra e locação. De acordo com a pesquisa, 23% das pessoas que buscam imóvel para locação pretendem morar sozinhas e 36% com apenas mais uma pessoa”, explica Cristiane Crisci, Gerente de Inteligência de Mercado do Viva Real.

Fonte: Zap Imóveis

Saiba como funciona o consórcio de imóveis


Os consórcios são uma modalidade de autofinanciamento. Quando um consorciado adquire a cota de consórcio, ele passa a fazer parte de um grupo com a finalidade de formar uma espécie de poupança, que é destinada à compra de imóveis.
O grupo será formado e administrado por uma empresa que cobrará taxas pelo serviço. Para fazer parte do grupo, basta comprar uma cota e pagar as mensalidades em dia. O dinheiro usado para comprar os imóveis é o dinheiro de todos os cotistas do grupo.

Antes de decidir comprar uma cota, pesquise se a administradora está registrada no Banco Central. O Banco Central também divulga os rankings dos administradores com maior número de reclamações.
Existem diversas administradoras, sendo possível escolher uma que esteja dentro do perfil do que se deseja comprar.
No consórcio, não existe cobrança de juros, mas há taxa administrativa, fundo de reserva e seguros.
Para adquirir uma cota, o participante deverá ficar atento ao documento de Contrato de Adesão. Nele estão explicitadas as regras que regem o negócio contratado, como por exemplo: valor do crédito, prazo para pagamento, condições de contemplação, entre outras.
Mensalmente é feito o sorteio para a contemplação. Os participantes podem ofertar lances para conseguir antecipar a contemplação do consórcio e ter a carta de crédito liberada.
O consorciado também pode utilizar seu FGTS para fazer os lances ou para complementar o valor de sua carta de crédito.
Quando o consorciado tem sua carta de crédito liberada, o valor referente ao seu crédito é pago diretamente à pessoa ou à empresa que está vendendo o imóvel.
Caso o consorciado decida retirar o dinheiro, primeiramente ele precisa quitar todas as parcelas restantes e aguardar 180 dias.
Se o participante for contemplado, mas não deseja utilizar o crédito imobiliário, basta continuar pagando as parcelas e o valor referente à carta de crédito é depositado em uma conta bancária da administradora do consórcio.
A carta de crédito pode ser utilizada na compra de qualquer tipo de imóvel, para a reforma do imóvel que o consorciado já possui, ou para a construção de imóvel em um terreno de sua propriedade.
O crédito também pode ser utilizado para efetuar a quitação de algum financiamento que está em nome do consorciado.
As parcelas mensais de pagamento e o valor da carta de crédito são corrigidos a cada 12 meses pelo INCC (Índice Nacional de Custo da Construção).
Caso não seja possível mais arcar com as parcelas, é possível reduzir o valor mensal com a contrapartida de reduzir o valor da carta de crédito, ou então, vender a cota para outra pessoa.
Por fim, ante de comprar um consórcio, é importantíssimo analisar detalhadamente o contrato com a ajuda de um advogado, bem como, saber qual o custo efetivo total (CET) da operação que conterá todas as despesas embutidas.

Fonte: Zap Imóveis

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Vai alugar um imóvel? Veja a lista de documentos necessários


Um contrato detalhado entre locador e locatário é o primeiro passo para o aluguel de um imóvel. O documento deve incluir um termo de vistoria com todas as características e condições do imóvel descritas.
Veja a lista de outros documentos:

Locatário pessoa física

  • Precisa ter mais de 18 anos;
  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de rendimento igual ou superior a três vezes o valor do aluguel;
  • Caso seja um casal, é necessária a documentação de ambos.

Locatário pessoa jurídica (empresa)

  • Cópia autenticada do contrato social com a última alteração ou consolidação;
  • Cópia do CNPJ e inscrição estadual (se houver);
  • RG e CPF do representante;
  • Comprovante de residência do representante;
  • Informe de rendimentos da empresa

Locador

  • RG e CPF;
  • No caso de ser pessoa jurídica, contrato social, CNPJ e designação de poderes de seus representantes legais;
  • Comprovante de propriedade ou domínio do imóvel.

Fonte: Zap imóveis

O home office continua a agradar? Veja com Sandra Ramos:

   Passados vinte meses desde o início da pandemia, algumas pessoas nem mais se recordam de como eram suas rotinas com o trabalho presencial...