sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Acerte em cheio na escolha do imóvel: conheça as nossas dicas!

 

Muitos são os fatores que determinam o fechamento do negócio, seja para comprar ou alugar. Fique atento para não errar e o sonho da casa própria virar uma frustração

O sonho da casa própria ainda permeia o imaginário da maioria dos brasileiros. Para muita gente, chegar a essa realização não é tarefa fácil. São anos e mais anos juntando dinheiro ou pagando prestações de um financiamento imobiliário.
Para outros, pela disponibilidade financeira, é um sonho até mais palpável. Porém, independentemente do caminho até chegar à casa própria, como é um bem durável e que pode, inclusive, durar uma vida inteira, a hora de escolher o imóvel dos sonhos exige muito cuidado e atenção.
São muitos os detalhes e variantes que podem ser determinantes na escolha para que ela não se torne uma frustração. Saiba todos os detalhes para acertar e eleger o imóvel dos sonhos. Dicas que valem para quem vai comprar, mas também para quem quer alugar.
O imóvel normalmente é algo bastante sonhado para quem está saindo da casa dos pais para quem vai se casar e formar uma família ou para quem está em busca de um apartamento maior. E é sempre uma busca pela realização de um sonho, um momento importante.
“Por isso é muito importante fazer a busca certa e encontrar o imóvel que realmente deseja. Depois de fechar negócio e descobrir que não era exatamente o que queria, pode ser um trauma para uma família, poucos sabem avaliar o estresse e o problema que isso gera dentro de um lar. Quando o negócio é errado, isso é um desastre. E depois é uma dificuldade para se desfazer e vender“, ressalta José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

Localização

Uma das questões fundamentais é a escolha da localização, principalmente porque esta questão pode ser importante na qualidade de vida, já que pode ser próximo do trabalho ou da escola das crianças. “O primeiro passo é escolher o bairro, se quer morar perto da praia ou do metrô, do trabalho, da escola ou do que for importante na rotina”, afirma Laudimiro Cavalcanti, diretor do Creci-RJ e conselheiro federal.
A internet pode ser a primeira aliada nesta triagem. “Os sites de busca de imóveis e de imobiliárias têm muitas opções e todas as demais informações sobre a localização, o que tem por perto, sobre o bairro, está no Google. Ele pode selecionar alguns apartamentos previamente para depois pedir para um corretor mostrar os já pré-selecionados”, completa.
Informações
Para José Augusto Viana Neto, esta facilidade da tecnologia acaba poupando tempo, o que é fundamental na rotina corrida da vida atual. “No passado, era preciso que o corretor saísse com os clientes para visitar entre 15 e 20 imóveis. Acabava sendo uma despesa alta, um desgaste e uma perda de tempo. Hoje é possível pesquisar na internet, conversar sobre detalhes por e-mail, mostrar fotos por WhatsApp, sair para ver dois ou três apartamentos e ter uma noção do que deseja”, detalha.
Porém, alguns passos ainda são importantes antes de fechar o negócio, como, por exemplo, fazer uma pesquisa sobre o condomínio e seu entorno. “Ele deve procurar conversar com o síndico, com os vizinhos, perguntar se é um local seguro, se tem câmeras de segurança, se tem muito assalto no entorno, se tem infraestrutura para o filho, se a água é de poço e costuma faltar, se tem gerador de energia, todos esses detalhes”, acrescenta Laudimiro Cavalcanti. Outra boa fonte de informações é o quadro de avisos do empreendimento, que pode conter informações importantes.

Lançamentos

Para quem está em busca de lançamentos, de imóveis que ainda estão na planta, buscar todo tipo de informação também é importante. “A construtora tem todas as informações. É bom ir no estande de vendas com as informações na mão e checar tudo.
Verificar se a metragem vai ser a mesma anunciada, se a construção seguirá o memorial construtivo, que registra na prefeitura o que será construído no local e traz detalhes de acabamento, de quantos apartamentos, se vai ter playground e tudo mais. Veja também a documentação do terreno, se a construtora já pagou ou se tem alguma pendência”, diz Laudimiro Cavalcanti.

InfraestruturaPrimeiro avalie se o imóvel agrada os futuros moradores. “Analise o tamanho, se a distribuição dos cômodos está bom, todos os detalhes do apartamento”, sugere José Augusto. A parte da infraestrutura também entra nos pontos importantes para serem analisados.
“Veja a tubulação de água, o esgoto, a parte elétrica. Verifique também o teto do banheiro, da cozinha, o lado contrário das paredes que têm encanamento, se tem alguma mancha de umidade, é preciso ter atenção para ver se existe alguma infiltração”, acrescenta.

O que é amortização de financiamento imobiliário?

 

Abater parcelas é um direito do cliente, garantido pelo Código de Defesa do Consumidor

Quando se compra um imóvel por financiamento, o banco dá o valor à vista e o cliente tem um prazo para pagar, de forma parcelada, com acréscimo de juros e outros encargos diluídos no período combinado. Amortização do financiamento imobiliário nada mais é do que a quitação antecipada de parcelas.
A instituição financeira receberá dinheiro antes do prazo combinado e vai retirar do montante final, incluindo parte dos juros. “É possível amortizar o financiamento mediante redução do valor das parcelas ou diminuição do prazo total, mantendo o valor das parcelas. Pode ser utilizado o saldo do FGTS, o que é permitido a cada dois anos”, afirma o advogado Donald Donadio Domingues, especialista em Direito Imobiliário.

Gerente comercial da CIPA – Negócios Imobiliários, Gustavo Vianna explica que em qualquer tipo de operação de empréstimo ou financiamento existem algumas formas possíveis para se efetuar o pagamento da dívida, conhecidas como sistemas de amortização.
Uma delas é por meio da Tabela SAC. A modalidade de parcela atualizada é a mais comum. O saldo devedor vai sendo reajustado pela Taxa Referencial (TR). Pela SAC, as prestações começam mais altas e vão diminuindo no decorrer do contrato. Já a Tabela Price é usada para os sistemas de parcelas fixas, as taxas são mais altas porque não há correção.
Vianna lembra que cada financiamento tem sua conta, e o resultado da amortização vai variar dependendo do valor antecipado e tempo que ainda resta para pagamento. “Se pensarmos somente nos juros que vamos deixar de pagar, vale a pena. Mas para ver se haverá uma economia real, o indicado é consultar um especialista“, pondera o gerente.
Donald Domingues enfatiza que a amortização é um direito do cliente, garantido no Código de Defesa do Consumidor. “É assegurado ao consumidor a liquidação antecipada do débito, total ou parcialmente, mediante redução proporcional dos juros e demais acréscimos. Portanto, o banco não pode recusar a amortização”.

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Saiba quais são os direitos e deveres do inquilino em uma locação por temporada!

 

As regras são diferentes das que regem o aluguel comum, por isso é importante ficar ainda mais atento.


Nem sempre a busca por um imóvel é por aquele que será definitivo. Seja nas férias, durante a realização de um curso em uma outra cidade ou até mesmo a reforma do apartamento ou da casa própria, são muitos os motivos que levam as pessoas a procurarem um imóvel para aluguel por temporada.
Ainda que seja algo temporário, achar o lugar ideal para morar naquele determinado período faz parte da missão do locatário. Mas nem só isso que deve ser levado em consideração. Existem muitas questões que o inquilino deve ficar atento, principalmente em relação aos seus direitos e também deveres em relação ao contrato de aluguel por temporada, já que as regras são diferentes das que regem a locação comum.
O primeiro ponto é que a locação por temporada precisa respeitar o prazo máximo de 90 dias de aluguel. Caso o período seja maior do que isso, já não se configura mais como uma locação temporária.

“Ainda que seja um contrato que não é duradouro, é fundamental que as duas partes estejam resguardadas. E é importante que os prazos sejam cumpridos porque, caso o locatário fique mais tempo, ele passa a ter direitos relativos a uma locação tradicional“, ressalta a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários.
Contrato
O contrato é o documento fundamental que vai reger todos os direitos e deveres tanto do inquilino quanto do proprietário. Nele, deve constar os dados do inquilino e demais ocupantes, o tempo de permanência, o valor do aluguel a ser pago, a forma de pagamento, a previsão de multas em caso de depredação do bem, além da lista de móveis e equipamentos inclusos na locação.
Pagamento
Nos casos de aluguel por temporada, a forma de pagamento pode ser diferente. “Única e exclusivamente nesta situação a lei permite que haja o pagamento integral antes do início do aluguel e o locatário pode ter o risco do desembolso do valor integral logo de começo. Precisa estar atento a isso”, afirma Rafael Accioly, advogado especialista em direito imobiliário do escritório Queiroz Cavalcanti Advocacia.
Apesar de ser permitido por lei, para o advogado, o ideal é tratar com o proprietário outra forma de pagamento para que o locatário fique mais resguardado.
“Se estou em outra cidade e vou alugar um imóvel por temporada, não tem como vê-lo previamente para avaliar se está tudo bem. E tem sido comum acontecerem fraudes, de o imóvel não existir, ou até mesmo de acontecer algum problema durante a estadia. Então é bom negociar para pagar uma parte antecipada e outra durante ou depois. Considerando que é possível que o valor seja cobrado totalmente por antecedência, depois é mais difícil de o locatário ir atrás do dinheiro”, explica Rafael Accioly.
Além disso, o advogado reforça que que todas as situações realizadas em relação ao pagamento devem estar no contrato. “Se foi antecipado, o contrato deve informar que o pagamento já foi realizado. O inquilino pode também exigir um recibo próprio pelo locador para ser anexado ao contrato”, alerta.
Despesas extras
Outra situação que deve ser acertada antecipadamente é a questão das despesas extras para que o inquilino não seja pego de surpresa no futuro com um gasto que não estava no orçamento.
“É importante que regule as despesas acessórias porque nos contratos mais longos elas pertencem ao locatário. Mas em uma locação temporária isso pode variar. Daí precisa deixar determinado se as contas de consumo como água, energia e também o condomínio e IPTU proporcional já estão inclusas. Porque muitas vezes acontece de ser uma obrigação do locatário e ele acreditar que é do locador”, acrescenta o advogado.

Móveis

É comum que os imóveis que são alugados por temporada já sejam mobiliados. O locatário deve receber o espaço exatamente como foi prometido, está entre os seus direitos receber tudo funcionando perfeitamente. E é dever do inquilino exigir que os móveis estejam listados para não gerar um problema na hora de deixar o apartamento ou a casa.
“É importante que o locador descreva todos os bens que estão dentro do imóvel ou os principais. Primeiro porque, às vezes, o anúncio não mostra a realidade. E segundo que isso resguarda o inquilino na hora de sair”, diz o advogado.
Forma de uso
O imóvel deve ser usado pelo inquilino exatamente da forma que foi acordado com o locador. E é importante ter essas questões firmadas no contrato. Se nele diz que o uso é para fins residenciais, o locatário não poderá usar o imóvel para o comércio.
Qualquer modificação deve ter autorização prévia e escrita do proprietário. É obrigação ainda respeitar as regras do condomínio e arcar com possíveis custos com multas pelo descumprimento delas. Ainda é dever do inquilino entregar o imóvel no mesmo estado que recebeu quando o contrato chegar ao fim.

Fonte: Zap Imóveis

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

7 dicas para vender ou alugar seu imóvel com segurança

 

Sabemos que o futuro da economia é incerto por conta da crise causada pelo novo coronavírus. Mas, se você possui um imóvel e está pensando em colocá-lo à venda ou locação, não desanime. As imobiliárias e os corretores estão fazendo inúmeras modificações para que as transações de venda e locação continuem funcionando perfeitamente, seguindo todas as recomendações e cuidados do Ministério da Saúde. 


1 – Contrate um corretor 

Como mencionamos acima, os corretores e imobiliárias estão se preparando para enfrentarem esse momento. Diversas medidas estão sendo adotadas para garantir a segurança entre todos os envolvidos.
Com certeza, um profissional habilitado e experiente conseguirá agilizar sua venda. Ele sabe como oferecer o imóvel, faz uma análise do valor e já tem uma carteira de clientes para consultar. “Além disso, junto com a imobiliária, o corretor se responsabiliza pela venda. Ele verificará a efetividade de toda a documentação”, diz André Silva, especialista em Mercado Imobiliário.

 2 – Se possível, invista em bons anúncios

Tanto os corretores como os proprietários de imóveis possuem a chance de anunciar seus imóveis em portais segmentados do mercado. Com as medidas de distanciamento social impostas pelo Governo, a internet se tornou uma grande companhia para as pessoas. Dessa forma, quem está de olho em comprar ou alugar um imóvel tende a começar a sua jornada pesquisando na internet.
Um bom anúncio é fundamental para uma venda ou locação mais eficiente. Ele deve ter boas imagens, descrição mais completa possível, algumas informações sobre o bairro e comércios das proximidades e também o endereço completo. No caso de apartamentos, é fundamental colocar o tamanho (metragem) e os valores de condomínio e IPTU, que devem sempre estar atualizados. 
Ainda sobre anúncios, nos últimos dias cresceram ainda mais a busca por vídeos e tours virtuais, sendo assim, faça vídeos do seu imóvel, principalmente mostrando detalhes do imóvel que possam chamar atenção do usuário.

3 – Escolha canais com credibilidade 

Não adianta ter um anúncio completo que ninguém vê. Escolha portais especializados, com grande visitação e que tenham espaço para detalhar seu imóvel. Não esqueça de valorizar os que possuem aplicativos. Hoje, as pessoas usam o smartphone para praticamente tudo. “Os canais de divulgação são muito importantes. Os sites mais atualizados e os melhores portais são fundamentais para captação de clientes”, afirma o corretor de imóveis André Luiz Fernandes da Silva, da Gêmeas Imóveis, em Praia Grande (SP). 

4 – Amplie as possibilidades de contato 

Você é daqueles que só disponibiliza o e-mail e não responde por WhatsApp? Desculpe, mas seu imóvel vai ficar parado. Deixe aberto todos os canais de comunicação possíveis. Telefone, e-mail, mensagens. Cada vez mais as pessoas se comunicam por mensagens. Quer mesmo vender? Seja educado e responda sempre (e rápido), inclusive por redes sociais, como Facebook e Instagram. 
Falamos isso, pois acreditamos que o relacionamento é a base para bons negócios. Principalmente se tratando de compra ou locação de um imóvel.

5 – Mantenha o imóvel limpo 

Um espaço limpo e com boa manutenção deixa o comprador mais seguros e promove venda mais rápida. O proprietário que cuida bem do seu patrimônio encontrará maior facilidade em se desfazer dele. Condições ruins, fazem o comprador pedir descontos. Um imóvel bem cuidado promove vendas mais rápidas. “Não é necessária grande reforma, mas uma boa pintura sempre compensa”, opina o corretor de imóveis Rafael Sobrado Martinez. 

7 – Se possível use os novos modelos de negócio disponíveis no mercado

Já ouviu falar de ibuyer? Pois esse método pode fazer seu imóvel ser vendido na mesma hora. São empresas (sites) que avaliam moradias de forma automatizada e fazem suas ofertas. Basta fazer o cadastro do seu imóvel. Essas empresas compram, reformam e revendem.  O  valor oferecido costuma ser um pouco abaixo e há uma taxa que o vendedor paga para o site. Se você está com pressa, vale a pena conferir.
Outro modelo novo de negócio é o Home Staging, se você está vendendo ou alugando o seu imóvel, esse é mais um serviço disponível para você. É uma eficiente ferramenta que auxilia proprietários e corretores de imóveis à vender mais rápido, e vem conquistando seguidores que sabem que valorizar a imagem da sua casa para vender, pode valer muito mais dinheiro no bolso, e que vender um imóvel, não é simplesmente colocá-­lo à venda e deixá-­lo à espera do cliente encantado!

6 – Preço deve ser justo 

Das 7 dicas para vender seu imóvel, o preço é a mais importante. Esqueça o valor sentimental, ele não pode ser transferido para dinheiro. Fugir da realidade é um tiro no pé. E cuidado com corretores que jogam o preço lá em cima, só para conseguir exclusividade. “Devemos comparar com o metro quadrado do imóvel novo e pesquisar sobre imóveis à venda na região. E, acima de tudo, trabalhar com honestidade”, afirma Silva.  

Fonte: Zap Imóveis

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

Descubra se vale a pena comprar uma casa de praia


 A rotina cansativa dos centros urbanos faz com que as pessoas esperem com ansiedade os dias para os feriados. Essa necessidade de descansar está transformando a ideia de adquirir uma casa de praia em um sonho para quem deseja dias de descanso, sem maiores preocupações.

Os diversos benefícios oferecidos por esses imóveis e a possibilidade de desancar fora da correria da cidade grande são os principais atrativos para os investidores. Quer saber mais sobre a possibilidade de investir em uma propriedade no litoral?

A seguir, explicaremos quais são os benefícios de adquirir um novo imóvel! Continue a sua leitura e descubra, no decorrer do texto, se vale a pena comprar uma casa de praia!

Como definir uma casa de praia?

Também conhecidas como imóveis de veraneio, essas propriedades imobiliárias estão se tornando cada vez mais populares entre moradores de cidades grandes, que desejam aproveitar feriados e férias para descansar com amigos e a família.
Essas propriedades são consideradas ótimos investimentos para famílias que desejam aproveitar melhor os seus dias de descanso com privacidade e calmaria, ou seja, tudo o que é necessário para relaxar sem preocupações. E tudo isso, sem os custos e preocupações em alugar quartos de hotéis ou outros apartamentos.
O investimento para adquirir um imóvel na praia é alto, dependendo da região escolhida, e os custos de impostos, manutenção e cuidados precisam ser levados a sério na hora da decisão. No entanto, é preciso calcular os valores gastos com hospedagens durante as férias e qual seria o retorno financeiro para alugar o espaço, quando você não estiver usufruindo dele.
De maneira geral, as casas de praia proporcionam aos seus proprietários a oportunidade de descansar durante dias de folga e ainda aproveitar um espaço próprio, que permite mudanças e reformas, deixando o ambiente confortável de acordo com as suas necessidades e desejos.

Quais são as vantagens de adquirir um imóvel na praia?

Gostou da ideia de ter um canto para chamar de seu no litoral? Existem diversos benefícios que englobam a aquisição de uma nova propriedade! A seguir, separamos os principais privilégios desse investimento.

Autonomia na decoração do imóvel

Imagine ter o privilégio de decorar ou reformar uma segunda casa? Deixar o espaço do jeito que você sempre sonhou, com os móveis ideais, utensílios de cozinha limpos e organizados, banheiro moderno e, quem sabe, uma piscina privativa!
A vantagem de conseguir reformar uma casa de praia e deixá-la com gostinho de seu é um dos principais atrativos para quem deseja ter um novo imóvel. Afinal, ninguém merece passar as férias em um lugar no qual não se sinta confortável, não é mesmo?

Disponibilidade da casa de praia para momentos de lazer

Feriados, férias escolares e finais de semana pela frente, e você já está cansado da rotina cansativa? Com um imóvel disponível, é possível aproveitar qualquer dia de folga para colocar o pé na estrada e desfrutar a areia do mar ou apenas relaxar sem o barulho da cidade grande.

Possibilidade de passar mais tempo com familiares e amigos

Que tal marcar aquela viagem com toda a família para comemorar as festas de fim de ano? Uma casa de praia proporciona esses momentos únicos que ficam na memória de todos que participam de celebrações com pais, avós, tios, primos, etc.
Além disso, com um imóvel próprio, é possível marcar aquela tão comentada viagem entre amigos para o litoral, que nunca saiu do papel. As amizades são essenciais em nossas vidas. Sendo assim, aproveitar dias de descanso na companhia de pessoas especiais também se torna uma experiência imperdível.

Investimento seguro

Um dos maiores medos de quem lida com aplicações é perder o dinheiro investido. No entanto, quando falamos sobre investir em uma casa de veraneio, essa insegurança pode ir embora tranquilamente.
Os imóveis são um dos investimentos mais seguros que existem. As propriedades imobiliárias valorizam com o passar do tempo, principalmente em regiões de grande procura, como balneários ou cidades litorâneas movimentadas.
Isso sem contar que, ao reformar e melhorar uma casa de praia, o proprietário valoriza ainda mais a propriedade. Portanto, caso algum dia seja necessário vender o imóvel, as chances de negociar por um valor acima do que foi investido são extremamente viáveis.

Utilidade para se tornar uma aquisição rentável

Quer adquirir uma casa de praia, mas com chances de transformar o investimento em um imóvel lucrativo? Outra vantagem que também chama a atenção, principalmente de investidores, é a possibilidade de disponibilizar a sua propriedade para aluguel em períodos que você normalmente não frequenta o local.
Com um cálculo exato, o comprador consegue definir um preço médio por diária e alugar a sua casa durante o ano para que o valor recebido dos inquilinos seja o suficiente para arcar com as despesas.

Como uma imobiliária é útil na hora de avaliar o custo-benefício da compra?

O auxílio de profissionais preparados para ajudar na escolha do melhor imóvel e definir se a melhor possibilidade de aquisição seja à vista, parcelado ou financiado são apenas alguns dos benefícios de contar com esse suporte.
A imobiliária ajuda durante a procura por opções acessíveis e que se encaixem nas expectativas do comprador e de toda a sua família, oferece todo o suporte para negociação de valores, realiza os trâmites burocráticos de documentação e garante que você finalize a sua compra da casa de praia sem maiores preocupações ou imprevistos desnecessários.
Embora seja um alto investimento, os retornos oferecidos por essa aquisição serão aproveitados por toda a família, além de ser uma propriedade que perdurará por gerações, caso não seja vendida. Dessa forma, os momentos vivenciados tornam-se inesquecíveis para todos que puderem ser beneficiados com essa compra.
Comprar uma casa de praia passou a ser o seu próximo objetivo de investimento? Não deixe de contar com profissionais especializados e que possam ajudá-lo a encontrar o imóvel ideal para você e sua família!

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Por que os imóveis residenciais desvalorizam? Saiba as causas e consequências


Processo natural, depreciação leva em conta fatores internos, externos e de mercado.

Os imóveis residenciais costumam passar por um processo de desvalorização ao longo do tempo, como qualquer outro bem. Porém, muitos fatores vão determinar o nível de desvalorização, sendo que a construção, em si, é só um deles. Reformas ou a falta delas, vizinhança e até situação de mercado podem puxar o preço para baixo ou segurá-lo em um bom patamar.
O engenheiro Luiz Borges, proprietário da Construtora Santa Rosa, diz que a depreciação é um processo natural, mas não inevitável. Existem maneiras de frear a desvalorização. “As principais causas são a falta de manutenção básica, acessibilidade, segurança, poucas vagas de garagem e documentação incompleta”, pontua.

Para a designer de interiores Fabiana Visacro, o número de quartos, tempo de uso, falta de opções de lazer, elevador e localização influenciam nessa questão. “São inúmeros fatores, depende também da demanda e do desejo de comprar das pessoas naquele momento”.
Já para o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Santa Catarina (Creci-SC), Antônio Moser, a principal causa para desvalorização dos imóveis residenciais é o excesso de ofertas no mercado imobiliário.
Atenção ao comprar
Antes da compra, para evitar surpresas com desvalorização acentuada de um imóvel, Fabiana Visacro orienta as pessoas a se atentarem se o condomínio tem dinheiro em caixa para arcar com possíveis interferências necessárias no prédio.
“Além disso, a pessoa precisa avaliar se houve modernização da parte elétrica e hidráulica do apartamento, que é sempre importante. Outra coisa a se avaliar é o andar do prédio: se não tem elevador, é interessante dar prioridade aos andares inferiores porque aumenta a liquidez caso precise vender”.
Para Luiz Borges, no primeiro momento, o comprador deve se atentar aos itens básicos do imóvel. “Por exemplo, a documentação legal, como registros e escrituras”.
Valorizar o local
Caso a pessoa compre um imóvel que esteja desvalorizado, o ideal é que sejam feitas, por meio de um arquiteto ou designer de interior, obras de reforma e adequação, “fazendo com que o mesmo agregue mais valor de mercado”, diz o engenheiro.
A designer acha que pequenas intervenções podem ajudar a elevar o preço. “Restaurar pisos com tinta, por exemplo. No caso dos banheiros e cozinhas que têm revestimentos mais antigos, pode trabalhar num estilo vintage com o contemporâneo”.

Fonte: Zap Imóveis

O home office continua a agradar? Veja com Sandra Ramos:

   Passados vinte meses desde o início da pandemia, algumas pessoas nem mais se recordam de como eram suas rotinas com o trabalho presencial...