sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Descubra 7 maneiras de investir em imóveis


 

Sonha em ter um imóvel para chamar de seu? Além de todas as vantagens de ter uma casa ou apartamento próprio, sabia que investir em imóveis pode ser uma excelente opção para ter uma fonte de renda? Isso sem falar na segurança, já que você estará colocando seu dinheiro em algo sólido e com riscos bastante baixos.

O problema, geralmente, é saber por onde começar, não é mesmo? A boa notícia é que existem muito mais alternativas do que a maioria das pessoas imagina. No post de hoje, listaremos as melhores formas de investir em imóveis. Independente do seu perfil, aqui você encontrará algo que se adeque perfeitamente às suas necessidades. Vamos lá?

1. TERRENOS

Terrenos são conhecidos como grandes geradores de riqueza. Mesmo que você queira um imóvel para morar, vale bastante a pena considerar essa opção. Isso porque terrenos costumam valorizar mais rapidamente, podendo ser vendidos e dando a você a chance de reinvestir o dinheiro.
Se você reparar, os arredores de grandes capitais crescem em um ritmo bastante acelerado. No Brasil, a expansão horizontal das cidades é grande e contínua. Com isso, terrenos que hoje são considerados afastados demais podem, em pouco tempo, ganhar destaque em termos de localização.
A onda dos condomínios de luxo também contribui para que o investimento em terrenos seja uma das opções mais interessantes. Como as construtoras têm altas margens de lucro, muitas vezes, acabam comprando até mesmo terrenos em locais aparentemente ruins, já que podem investir em terraplanagem e outras melhorias. Ou seja, mesmo a compra de terrenos em áreas menos procuradas pode proporcionar um ótimo retorno sobre o valor que você pagar.

2. IMÓVEL NA PLANTA

Você já deve ter ouvido alguns compradores de imóveis na planta reclamarem do prazo de entrega da construtora. Porém, existe uma outra possibilidade que muita gente não fica sabendo.
Ao comprar um imóvel na planta, algumas vezes, o valor pago chega a ser de apenas 20% a 30% do valor de mercado. Com isso, vários investidores adquirem esse tipo de propriedade para revendê-las em 1 ou 2 anos após o início das obras. Isso traz uma oportunidade de ganhos realmente interessantes.
A grande questão, entretanto, é saber avaliar o imóvel. Nem todos os imóveis na planta proporcionarão um retorno tão alto sobre o investimento. Fique atento ao valor que está sendo pedido antes do início das obras e estude as possibilidades de valorização.

3. IMÓVEL USADO

Enquanto tanta gente procura um imóvel novo em folha para morar, você pode encontrar verdadeiras relíquias se souber garimpar. Lembre-se de que é preciso olhar para um imóvel com olhos de investidor. Afinal de contas, não adianta morar em um local maravilhoso se estiver completamente endividado. Por outro lado, um imóvel usado pode ser lapidado e vendido por um valor muito maior em um curto prazo de tempo. Existem milhares de imóveis usados disponíveis em imobiliárias de todo o país. Tenha um pouco de paciência e perseverança ao pesquisar, pois você pode se dar muito bem!



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4. IMÓVEIS COMERCIAIS

Investir em imóveis comerciais em momentos de crise pode ser uma alternativa interessante, desde que você tenha alguns cuidados. Por um lado, a crise afasta muitas empresas que poderiam locar espaços — o aluguel de pavilhões pela indústria, por exemplo, cai bastante nessas horas.Por outro, os segmentos que resistiram à queda na economia dão ótimas pistas de como e onde investir. Ou seja, você precisa escolher imóveis bem localizados que possam abrigar serviços essenciais, como mercados e padarias, farmácias, entre outros.
Quando a questão é rentabilidade, a locação de imóveis comerciais é realmente atraente, ficando até 0,5% acima da rentabilidade média de aluguéis residenciais. Além disso, quando você aluga para empresas, as garantias de crédito tendem a ser melhores. Outra vantagem é a duração dos contratos: em geral, enquanto os imóveis residenciais costumam ser alugados por dois anos em média, os comerciais ficam entre cinco e dez anos.

5. IMÓVEIS QUE MUDAM DE CATEGORIA

Você já pensou que muitos imóveis com preço acessível — e próximos de você — podem estar sendo subutilizados? Às vezes, um imóvel é um péssimo investimento para moradia ou mesmo para alugar como residência. Porém, esse mesmo patrimônio pode ser transformado em sala comercial, podendo ser alugado por um valor muitas vezes superior.
Esse tipo de situação geralmente não é percebida pela maioria das pessoas que desejam investir no seu primeiro imóvel. É por isso que, mais uma vez, vale a pena ficar atento.

6. FINANCIAMENTO

Nem sempre essa é a opção mais interessante do ponto de vista de investimento. Mas, por outro lado, é uma saída possível para pessoas que estão com pressa para comprar o imóvel para moradia própria.
A facilidade aqui costuma ser a possibilidade de usar o FGTS para dar uma entrada. Pesquisando bem, você pode encontrar apartamentos em que o valor da parcela seja semelhante ao que seria pago como aluguel na sua residência atual. Nesse caso, o financiamento pode ser uma boa alternativa.

7. CONSÓRCIO

Ao contrário do financiamento, o consórcio de imóveis não inclui juros. Isso ocorre porque o imóvel ainda não é seu de início. Para ter o apartamento ou casa prontos para uso, você precisa ser contemplado ou ofertar um determinado número de parcelas como antecipação - não necessariamente é preciso quitar o valor total.
Pouca gente sabe, mas o FGTS também pode ser usado no consórcio para pagamento de parcelas (inclusive a oferta de um lance), permitindo antecipar a contemplação e ter o seu imóvel pronto para morar. Só não é válido para a compra de salas comerciais.
As alternativas para investir em imóveis são muitas. Por isso, é importante estudar o assunto mais a fundo e fazer uma escolha racional de acordo com o seu perfil de investimento. De todo modo, um imóvel sempre será uma boa opção, já que é um patrimônio físico e costuma ter grande valorização ao longo dos anos.
Qual das modalidades de investimento em imóveis é a sua preferida da lista?
Fonte: Rodobens

quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Quais os cuidados na hora de comprar um apartamento na planta?



Confiando no trabalho das incorporadoras e agentes financeiros, é comum que as pessoas limitem seus cuidados ao próprio orçamento. Porém, mesmo que o controle das contas e definição do uso da renda sejam importantes para uma futura negociação, é fundamental que você também atente para alguns passos do processo de compra. Entre eles, devem estar inclusos a credibilidade das partes envolvidas e os detalhes de cada etapa do financiamento. Veja mais sobre o que analisar em cada item:


1. Trabalho da incorporadora

Ao decidir pela compra de um imóvel, você terá de se envolver com diferentes empresas e profissionais. Com tantas opções no mercado, fica difícil ter a certeza de qualidade sem um pouco de experiência na área. Por isso, a melhor forma de se proteger de negócios duvidosos é fazer muita pesquisa e contar com acompanhamento profissional.
Para começar, converse com corretores de imóveis para conhecer um pouco mais da trajetória das diferentes incorporadoras. Se puder, complemente a pesquisa com análises do site e ponto físico da mesma, buscando informações sobre os tipos de trabalhos realizados, histórico de vendas, entre outros dados relevantes.

2. Histórico da construtora

Embora alguns confundam incorporadora com construtora, vale destacar que ambas são empresas diferentes e devem ser avaliadas individualmente. Enquanto que a primeira tem a função empreendedora de articular os negócios e formalizar o registro imobiliário, a segunda é responsável por executar a obra e, assim, garantir a qualidade da mesma.
Para avaliar a construtora, pesquise sobre sua reputação no mercado e procure saber com que tipo de tecnologia ela trabalha. Visite outros empreendimentos construídos pela empresa para observar a condição das edificações e questionar proprietários sobre a satisfação com os prazos de entrega e qualidade dos serviços. Não se esqueça também de ver se a construtora tem pendências na Justiça ou em órgãos de proteção ao consumidor.

3. Materiais de divulgação

Quando lançam um novo empreendimento, as incorporadoras elaboram uma serie de materiais para demonstrar o tipo de obra que será executada. Nessas situações, é comum que os projetos mais detalhados tenham maior interesse do público.
Se você gostou de alguma proposta divulgada na mídia, leve o material junto na hora de conversar com um representante da incorporadora. Pergunte se o projeto está de acordo com cada informação apresentada e aproveite o momento para tirar dúvidas sobre o empreendimento. Se precisar, solicite materiais gráficos extras para entender toda a proposta.

4. Detalhes da maquete

A maquete física é um dos elementos mais atraentes em um estande de venda de imóveis. Ao mostrar riqueza de cores e objetos detalhados, é normal que o modelo passe uma imagem de perfeição ao observador. Nesse momento, tome muito cuidado para não se enganar com a representação externa desse material.
Além de focar em aspectos ornamentais da maquete, é importante observar sua posição em relação às coordenadas para entender o percurso do sol nas unidades residenciais. Para ter uma ideia, os apartamentos voltados ao sul recebem menos luz solar, enquanto que os de leste e oeste recebem sol de manhã e à tarde, respectivamente. Por fim, o lado norte oferece boa iluminação natural o dia todo, o que o torna preferido por muitos.

5. Provas materiais

Ninguém quer pensar em problemas na hora de negociar um bem tão importante quanto um imóvel, certo? Mesmo assim, todo cuidado vale a pena para garantir que os acordos do contrato realmente saiam do papel. Assim, para fins de precaução, guarde todo e qualquer material oferecido pela incorporadora e/ou construtora do empreendimento.
Dê prioridade aos recursos de divulgação e que remetem ao projeto dos apartamentos, como peças de publicidade, folhetos, vídeos, modelagens eletrônicas e anúncios em jornal. No futuro, todos poderão servir como base para comparação entre o que foi prometido e o que foi entregue pela empresa. Além disso, um bom conjunto de materiais para consulta se transforma em prova poderosa durante uma possível ação judicial.

6. Documentos do empreendimento

Antes de comercializar um imóvel na planta em construção, as incorporadoras precisam registrar uma infinidade de documentos. Sem eles, a venda se torna irregular e, consequentemente, deixa o comprador sujeito à aplicação de golpes e fraudes. Por este motivo, nunca feche negócio sem antes ter acesso a toda documentação relacionada ao empreendimento que será construído.
De início, solicite à incorporadora uma cópia do memorial de incorporação da obra. Nele deverão constar registros detalhados de tudo o que será construído, os materiais e equipamentos que serão utilizados, bem como o nome dos responsáveis pelo empreendimento. Outros documentos deverão atestar a propriedade do terreno, o cálculo preciso da área do imóvel e o projeto de construção já aprovado pela Prefeitura.

7. Local e entorno da obra

Não é porque decidiu comprar um apartamento na planta que você precisa ignorar o local e entorno da obra. Assim, mesmo que a incorporadora tenha divulgado informações importantes sobre a região do empreendimento, uma visita até lá pode ser fundamental para obter outros dados, como perfil da vizinhança, movimento, ruídos, entre outros.
Se tiver adquirindo um imóvel com o cônjuge, marque um horário de visita que possibilite aos dois estarem no local. Nesse momento, observe a condição da infraestrutura do bairro, qualidade das vias, acessibilidade e topografia do terreno. Estar próximo da obra também permitirá compreender melhor a incidência de luz e ventos no lote, complementando assim a percepção obtida com a maquete do projeto.

8. Registro das ações

Durante um processo de compra de imóvel, qualquer economia é bem recebida desde que não esteja relacionada ao cartório. Isso porque somente documentos devidamente registrados podem ser reconhecidos por lei. Em outras palavras, ter o registro da escritura é a única forma de atestar que o bem pertence ao indivíduo que pagou por ele.
Mesmo assim, muita gente ignora a oficialização das ações de compra para não arcar com custos extras. Sem essa garantia, fica fácil ser enganado por uma incorporadora mal intencionada, que pode abusar da falta de provas para vender o mesmo imóvel a outras pessoas. Para evitar problemas, não adie seus registros e considere que uma pequena economia inicial pode custar caro no futuro.

9. Detalhes do contrato

Mais do que um direito, ler todo o contrato é um macete de todo comprador preocupado em garantir uma negociação tranquila. Nesse documento, você encontrará todas as informações necessárias para entendimento do processo de compra e venda, e passará a concordar com as mesmas a partir da assinatura.
Sendo assim, dedique tempo suficiente para ler com cuidado cada página até o final. Por mais que você acredite que entendeu tudo, sempre haverá algum dado a ser questionado e explicado pelo vendedor. Com uma avaliação detalhada, você também evita aceitar cláusulas abusivas e garante prazo suficiente para modificar ou negociar propostas do contrato.

10. Condições do seguro

O seguro contratado em um processo de compra e venda de imóvel deve servir de garantia para ambas as partes. Ou seja, ele existe tanto para proteger a administradora da inadimplência do comprador quanto o próprio comprador de possíveis irregularidades da administradora. Então, qual o problema?
Infelizmente, alguns contratos registram apenas a incorporadora como beneficiária do seguro. Nesse caso, a indenização por atraso de entrega ou desistência da obra acaba sendo custeada apenas pelo comprador. Para evitar problemas desse tipo, verifique se o seu nome consta na cláusula que determina o beneficiário do contrato. Se ele não tiver lá, certifique-se de que você também será beneficiário antes de fechar negócio.

11. Custos extras

Ao comprar um apartamento na planta, não se confunda com a ideia de que os custos ficarão limitados ao valor do bem. No futuro, cabe ao comprador também custear algumas taxas com Escritura Pública, Registro de Imóveis e imposto (ITBI). Para quem vai financiar o imóvel após as entrega das chaves, é preciso também considerar os custos mantidos com a correção do INCC.
Tome cuidado com a cobrança de valores considerados abusivos, como é o caso das taxas de assistência jurídica e de corretagem; afinal, ambas devem ser custeadas por quem contratou o advogado ou corretor. Se tiver dúvidas sobre a legalidade de alguma cobrança, conte com seu próprio advogado para orientá-lo e auxiliá-lo durante o processo.
Por fim, tenha sempre em mente que outros custos vão surgir com a compra de mobília e eletrodomésticos novos, serviço de mudança, instalações gerais e decoração do novo lar. Para evitar imprevistos, faça um planejamento financeiro o quanto antes e reserve um orçamento próprio para eventuais despesas.
Aliando o hábito da economia com os cuidados aqui listados, você já pode se preparar para comprar um apartamento na planta com mais segurança e garantir a satisfação de toda a família.

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Descubra o que fazer para realizar o sonho da casa própria o quanto antes



O sonho de ter a casa própria muitas vezes parece algo distante da realidade. Por ter um valor alto agregado, o financiamento geralmente é a longo prazo, o que gera insegurança na hora de fazer o investimento por conta de despesas futuras.

Com educação financeira e organização, é possível planejar a compra da casa própria desde cedo. Isso significa que um jovem disciplinado pode, inclusive, calcular quanto tempo será necessário para adquirir o imóvel próprio.

O primeiro passo parece simples, mas é importante para começar a definir o planejamento da compra. “O jovem precisa prospectar qual o tipo de imóvel ele deseja. Se ele quer um apartamento para uma pessoa solteira ou se um maior para agregar uma família.”, explica o economista Marcelo Barros.
Isso significa que é preciso ter em mente qual projeto de vida ele deseja, pois, através dele, é possível determinar o tamanho do imóvel e o número de quartos.
Depois, é fundamental identificar o local que deseja comprar o imóvel. “Se será perto do emprego, em uma localização que garanta uma melhor fluidez no trânsito”, completa Barros. O gosto pessoal é o que vai determinar a variável da localização.
O terceiro ponto é analisar a faixa de preço. “É preciso juntar as variáveis para chegar a uma conclusão de qual imóvel é o ideal. É preciso fazer uma pesquisa de quanto está custando o tipo de apartamento desejado na localização escolhida”, reforça o economista.
Em relação ao pagamento, é importante lembrar que, quanto maior a entrada, menor será o tempo de financiamento e a taxa de juros. “É fundamental ter disciplina para criar uma poupança inicial para dar de entrada. O ideal é ter um valor que represente entre 15% e 20% do valor total do imóvel”, explica Marcelo.
Depois é importante ver as condições de financiamento. “Atenção neste momento porque o prazo para o pagamento do financiamento de um imóvel pode ser de 15 a 25 anos. Então é bom avaliar uma prestação que caiba no bolso”, aconselha o economista. Não deixe de pesquisar qual instituição financeira oferece a melhor taxa de juros e a melhor condição para o pagamento.

Outra questão a ser pensada são os gastos extras, como ITBI e custos cartoriais, por exemplo. “Esses valores podem chegar a 10% do preço total do imóvel. Então procure saber se é possível incorporar essas taxas na parcela do financiamento porque algumas instituições financeiras oferecem esta possibilidade”, ressalta o economista. “Lembre-se ainda que, depois de o imóvel ter sido entregue, virão outros gastos, como condomínio e IPTU“, lembra Marcelo.
No final, levando em consideração todas essas variáveis e a renda disponível, é possível fazer um levantamento da quantia que será necessária economizar por mês e quanto tempo vai levar para conseguir dar a entrada e o prosseguimento no financiamento do imóvel. E, assim, calcular em quantos anos será viável realizar o sonho da casa própria. É menos complicado do que se imaginava, basta ter disciplina.
Simulação de gastos para comprar um imóvel de R$ 300 mil:
  • Renda – R$ 3 mil;
  • Despesas – R$ 2 mil;
  • Economia – R$ 1 mil;
  • Entrada no imóvel de 15% – R$ 45 mil.
* Para chegar ao valor da entrada serão necessários 45 meses de economia de R$ 1 mil, ou seja, quase três anos e oito meses;
* Depois analisar melhor condição de financiamento para pagar uma parcela que caiba no bolso, principalmente por ser um pagamento alongo prazo, com o menor número de mensalidades.

Fonte: Zap Imóveis

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Conheça o selo LEED, certificação que atesta empreendimentos imobiliários sustentáveis

 


Construções com o selo são econômicas e usam sistemas mais eficazes de água e energia elétrica


Os brasileiros já veem a sustentabilidade como um diferencial ao adquirir ou alugar um imóvel.
Para garantir que as construções realmente respeitem o meio ambiente, foram criados diversas metodologias e também formas de certificar que há vantagens econômicas, ambientais ou sociais. Um imóvel certificado, por exemplo, tende a gastar menos energia e água por implantarem sistemas mais eficientes e, com isso, ter valores mais baixos nas contas de água e energia elétrica.
Entre as principais certificações está a LEED – Leadership in Energy and Environmental Design (Liderança em Energia e Design Ambiental). É um selo internacional que avalia o desempenho das edificações nas seguintes categorias: localização e como se relaciona com o entorno; uso eficiente da água, eficiência energética e produção de energia renovável, qualidade interna do ar, materiais e recursos e inovação.
Essa certificação é gerida pela Green Building Council (GBC), entidade sediada nos Estados Unidos, mas atuante em todo o mundo. “Os consumidores sentem-se atraídos em escolher marcas e estabelecimentos alinhados com questões de sustentabilidade“, afirma Felipe Faria, CEO da GBC Brasil.
Segundo ele, todos os lançamentos foram certificados ou estão em processo de certificação LEED em determinados segmentos, como o de edificações corporativas. A sustentabilidade está entre os objetivos das empresas, seja em sua produção ou no escritório, e é um diferencial competitivo no mercado imobiliário comercial

Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo), acredita que há um processo natural de amadurecimento da sociedade em busca dessas edificações ambientalmente eficazes. “Os clientes gostam, valorizam, mas ainda não procuram especificamente isso”, afirma Borges.
Borges lembra que o investimento nesse tipo de construção encarece os apartamentos. “Quem investe é incorporador, o construtor. E quem tem o ganho na economia a longo prazo é o consumidor. É importante que se valorize isso”, explica o vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP.
Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP, acredita que há um processo natural de amadurecimento da sociedade em busca dessas edificações ambientalmente eficazes. “Os clientes gostam, valorizam, mas ainda não procuram especificamente isso”.
Borges lembra que o investimento nesse tipo de construção encarece os apartamentos. “Quem investe é incorporador, o construtor. E quem tem o ganho na economia a longo prazo é o consumidor. É importante que se valorize isso”.
O selo LEED
Há alguns pré-requisitos que o empreendedor precisa cumprir para prosseguir com a certificação e cerca de 70 recomendações técnicas. Conforme são cumpridas, o empreendimento pontua até atingir um nível de certificação: básico, prata, ouro e platina.
“No Brasil, este movimento está muito forte no mercado imobiliário, sendo que o país é o quarto no ranking mundial, com mais de 1.350 projetos registrados e mais de 530 empreendimentos certificados”, detalha o CEO da GBC Brasil.
De acordo com o Faria, um empreendimento sustentável é a melhor opção de negócio. “A média de acréscimo de custo de construção dos mais de 500 projetos certificados no Brasil foi de 0% a 6%. Porém, considerando que 15% dos custos de uma edificação são de construção e 85% de operação, invariavelmente o retorno é no curto prazo”.
“No Brasil, este movimento está muito forte no mercado imobiliário, sendo que o país é o quarto no ranking mundial, com mais de 1.350 projetos registrados e mais de 530 empreendimentos certificados”, detalha Felipe Faria.
De acordo com o CEO da GBC Brasil, um empreendimento sustentável é a melhor opção de negócio. “A média de acréscimo de custo de construção dos mais de 500 projetos certificados no Brasil foi de 0% a 6%. Porém, considerando que 15% dos custos de uma edificação são de construção e 85% de operação, invariavelmente o retorno é no curto prazo”.
Importância
Para Juliana Rangel, especializada em arquitetura sustentável e sócia fundadora do SustentArqui, a construção civil é um dos setores que mais impacta o meio ambiente e empreendimentos sustentáveis serão cada vez mais exigidos por lei e pelos clientes finais.
“É importante para os empreendimentos que queiram ter um diferencial e atender essa demanda crescente. Por meio da certificação é possível demonstrar que soluções sustentáveis foram adotadas corretamente”.
O vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP acredita em benefícios para todos. “Para o empreendedor, é uma marca de preocupação, tem o aspecto de imagem, de reputação. Por outro lado, tem a questão econômica e técnica: menor consumo com água, energia, operação e manutenção. A vida útil é maior”.

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Descubra as vantagens e desvantagens de alugar um imóvel mobiliado


 

A ideia de se mudar para um imóvel alugado pode representar uma nova etapa de vida, mas existem alguns pontos que precisam ser levados em consideração antes de fechar o negócio e fazer a sua mudança. Será que vale a pena apostar em uma casa mobiliada?

A impressão inicial é que uma casa mobiliada só tende a facilitar a experiência, mas é importante lembrar que esse tipo de imóvel oferece responsabilidades a mais no contrato, além de exigir uma vistoria muito mais rigorosa para verificar o estado de todos os itens.
Então, se você ainda está indeciso sobre o tipo de imóvel para alugar, conheça a seguir quais são as vantagens e as desvantagens de optar por uma casa totalmente equipada.

Vantagens de alugar uma casa mobiliada

1. Economia de tempo e dinheiro

Caso você se mude para uma casa mobiliada, consequentemente, não vai precisar se preocupar com tempo e dinheiro para a compra de novos móveis. E vale destacar que você também não gasta nada com o frete para o transporte das peças para o novo endereço.
Portanto, se a decoração não é algo que você leve tão a sério, a possibilidade de se mudar para uma residência totalmente equipada é a solução ideal para quem está com urgência ou tem pouco tempo livre para se ocupar com visitas a lojas de decoração e de móveis.

2. Tudo perfeitamente no lugar

Quando você possui diversos itens para levar ao seu novo endereço, tem que se preocupar com transporte e também com o espaço que contará para depositar seus pertences. Enquanto que uma casa mobiliada já tem tudo perfeitamente no seu lugar, ou seja, os móveis já estão adaptados às necessidades do morador e ao tamanho do lugar.

3. Tempo de aluguel

Quais são os seus planos para o futuro? Algumas vezes, o aluguel é uma opção temporária para dar conta de alguma situação a curto ou médio prazo. Se esse for o seu caso, não ter que lidar com o leva e traz de peças ou com a compra de móveis pode representar uma economia considerável para seu orçamento.

4. Facilidade para o primeiro aluguel

Para quem está indo morar sozinho pela primeira vez, pode ser mais válido alugar uma casa com mobília. Quando o jovem está saindo da casa dos pais não tem itens de primeira necessidade para levar, como fogão, geladeira, etc, e nem a noção de que precisará de tudo isso. Então, a praticidade de encontrar um apartamento montado facilita bastante a adaptação.

Desvantagens de alugar uma casa mobiliada

1. Situação da mobília

Em uma casa alugada, a possibilidade da passagem de diversos moradores ao longo dos anos é grande. Isso significa que os móveis já foram usados por várias pessoas e podem não estar em perfeitas condições. A conservação precisa ser verificada para não se transformar em uma dor de cabeça no novo endereço.

2. Estilo de decoração

Para quem pretende se estabelecer em um lugar alugado a longo prazo, ou seja, um tempo maior do que dois ou três anos, a ideia de alugar uma residência com mobília pode não ser a solução ideal.
Basicamente, aquela será a sua residência por um bom período, mas você pode não se sentir à vontade com a decoração. Afinal, as suas prioridades e gostos podem ser totalmente diferentes e isso talvez se torne um inconveniente ao longo do tempo.

3. Responsabilidade extra

Alugar uma casa completa também representa uma responsabilidade extra. Isso acontece porque os eletrônicos, eletrodomésticos e móveis devem ser cuidados como se fossem seus, uma vez que deverão atender outros moradores depois da sua saída. Portanto, você terá que manter todos os itens em perfeito estado desde o seu primeiro minuto como inquilino.

4. Bagagem antiga

E se você já tiver boa parte dos itens para a montagem de uma nova casa? Desfazer-se desses pertences pode parecer uma solução perfeita em um primeiro momento. Mas essa saída pode ser problemática se você precisar mudar novamente de endereço e optar por um imóvel vazio.
No fim das contas, a decisão de alugar uma casa com ou sem móveis  é bastante pessoal. Agora que você já conhece os principais pontos positivos e negativos, basta avaliar qual cenário se encaixa melhor nas suas prioridades neste momento e organizar a mudança!
Fonte: Protest

O home office continua a agradar? Veja com Sandra Ramos:

   Passados vinte meses desde o início da pandemia, algumas pessoas nem mais se recordam de como eram suas rotinas com o trabalho presencial...