terça-feira, 23 de março de 2021

9 tendências do mercado imobiliário:


 




1. Com o mercado em alta, mais agressivo e líquido, a permuta deixou de ser a queridinha das incorporadoras, que preferem pagar em dinheiro pelos terrenos, pois acreditam na valorização futura dos imóveis.

2. As garantias também estão com os preços elevados – todos os envolvidos em seguros e garantias imobiliárias aumentaram taxas para recompor perdas/indenizações passadas. A alta das garantias pode afetar a rentabilidade de um projeto imobiliário em até cinco pontos percentuais.

3. Investidores menores têm procurado incorporadoras de pequeno e médio porte, operando diretamente em projetos.

4. Levantado a discussão a respeito da inadequação dos índices de correção nas negociações. Para evitar uma crise generalizada, os contratos passam a contar com uma cláusula que substitui o índice de reajuste de maneira a favorecer o equilíbrio do negócio, ou seja, a adoção de uma taxa pré-fixada.

5. O metro quadrado subiu quase 40% em algumas regiões. Um imóvel localizado nos bairros mais nobres de São Paulo que antes era negociado a R$ 13 mil, hoje custa R$ 18 mil por m².

7. Estúdios de 30 m² começam a entrar em crise. Com a consolidação do home office e o desinteresse por morar próximo ao trabalho, as novas famílias estão investindo em imóveis maiores – aumenta a procura por apartamentos de 60 m² a 120 m².

8. As incorporadoras estão perdendo o interesse por terrenos de 800 m² em relação às áreas que possam abrigar produtos mais imponentes, de dois a quatro mil m².

9. A cada dez projetos negociados, cinco são de alto e altíssimo padrão. Incorporadoras valorizam a unidade familiar e investem em altas metragens e inovação arquitetônica.

10. Os condomínios de casas também estão aquecidos, inclusive residências dedicadas à população na terceira idade que busca por segurança, apoio e mais qualidade de vida.

“Todo esse cenário foi catalisado por uma excessiva oferta de crédito imobiliário jamais vista na história brasileira, com taxas de juros baixíssimas. A cadeia produtiva de maneira geral se beneficiou, pois incorporadores compraram mais terrenos, lançaram mais empreendimentos, construtores aceleraram suas obras e as imobiliárias alcançaram patamares de vendas de imóveis de épocas áureas”, conclui Cassia.

Fonte: Imóveis Estadão 



segunda-feira, 22 de março de 2021

Apartamento fechado pode ser um peso nas mãos do proprietário:



 Manter um apartamento fechado representa um gasto para o dono. Em uma conta simples, é possível mensurar esse valor. Vamos imaginar a seguinte despesa mensal: R$ 600,00 de condomínio e R$ 200,00 de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).  Ao final de um ano, teremos R$ 9,6 mil, sem contar o dinheiro necessário para conservação e obras no prédio, cuja contribuição de todos os proprietários também é obrigatória.  

“Com apartamento fechado, sem alugar ou utilizar o bem, a pessoa vai ter despesas. A taxa de condomínio e o IPTU, independentemente da utilização do imóvel, tem que pagar. E as benfeitorias feitas pelo condomínio significam despesas extraordinárias. Tudo isso reflete em um mau investimento para o cidadão”, afirma o economista Dorgilan Pires.

Para o especialista, alugar o imóvel é uma solução inteligente para acabar com esses gastos, mesmo que o aluguel fique abaixo do valor de mercado. “Se proprietário conseguir pagar condomínio e IPTU, alugando por um preço baixo, é importante que ele faça essa locação. Melhor ter um faturamento reduzido do que deixar o imóvel fechado. Porque ainda tem a questão da depreciação do bem”.  

Quando vender um apartamento fechado

Para Dorgilan Pires, a pessoa precisa fazer as contas e ver se vale a pena continuar com o apartamento fechado ou vendê-lo. “Se conseguir pegar um bom valor, média de mercado, pode buscar um investimento com rentabilidade melhor. Temos investimentos que pagam, acima de três anos, 105%, 110% do CDI. É bem vantajoso. Algumas aplicações do Tesouro direto, mais conservadoras, dão boa rentabilidade. É questão de fazer as contas”.  

Fonte: Revista Zap







sexta-feira, 19 de março de 2021

Os principais tipos de garantia para aluguel de imóveis:












Ao alugar um imóvel, o inquilino deve fornecer garantias para o proprietário. A mais conhecida e popular delas no Brasil é o fiador: uma pessoa com imóvel próprio que põe seu imóvel como garantia do contrato de aluguel.

Caso o inquilino fique inadimplente, será o fiador o responsável pelo pagamento, sob o risco de ter seu imóvel penhorado para honrar o compromisso.

Mas essa não é a única modalidade de garantia locatícia que existe. Cada vez mais proprietários aceitam garantias alternativas, o que facilita a vida do inquilino que não tem fiador.

Por sinal, apesar da sua popularidade, o fiador não é a garantia mais segura para o proprietário.

Conheça os principais tipos de garantia para aluguel de imóveis e suas vantagens e desvantagens para locadores e locatários:

Fiador

O fiador é uma pessoa com imóvel já quitado que aceita colocá-lo como garantia de um contrato de aluguel. Além disso, sua renda mensal precisa ser equivalente a três vezes o valor do aluguel, no mínimo.

Geralmente, só parentes aceitam esse tipo de risco, mas o fiador não é obrigado a ter qualquer grau de parentesco com o inquilino.

Nos contratos garantidos por fiador, são exigidas comprovações de renda não só do inquilino como também dos fiadores, bem como a documentação do imóvel posto em garantia. Toda a documentação precisa ser analisada e aprovada antes de assinado o contrato.

O fiador é o responsável pelo pagamento dos aluguéis caso o inquilino venha a ficar inadimplente. Caso não honre os pagamentos, seu imóvel pode ser penhorado, ainda que seja seu único imóvel.

Em geral, proprietários exigem que o imóvel do fiador esteja localizado na mesma cidade do imóvel a ser alugado, para que o processo de cobrança, em caso de inadimplência, não seja muito custoso.

Este é um obstáculo para aqueles locatários que se mudaram de sua cidade natal e não têm família na nova cidade.

Para o inquilino, o fiador é a opção mais barata. Mas não é todo mundo que conhece alguém disposto a assumir o risco e que ainda por cima preencha todos os pré-requisitos.

Já para o proprietário, o fiador é um tipo de garantia geralmente seguro, mas bastante burocrático. A cobrança em caso de inadimplência pode ser demorada e custosa.

Seguro fiança

O seguro fiança, também chamado seguro aluguel, deve ser contratado junto a uma seguradora. Essa modalidade de garantia tem se tornado mais popular nos últimos anos e é uma das mais seguras para os proprietários. Embora seja custoso para inquilino, o seguro envolve menos burocracia e dispensa o trabalho de encontrar um fiador.

O seguro fiança é pago integralmente pelo locatário e pode cobrir até todos os 30 meses de aluguel, prazo geralmente adotado nos contratos de locação no Brasil. É possível incluir inclusive custos como condomínio e IPTU na cobertura. Assim, se o inquilino ficar inadimplente, o seguro paga os aluguéis até o fim do contrato.

Do ponto de vista do inquilino, essa garantia é ótima para quem não tem fiador, mas pesa no bolso. Já do ponto de vista do proprietário, o seguro fiança garante o pagamento integral dos aluguéis devidos, além de envolver menos burocracia que o fiador.

Depósito caução ou garantia de aluguel

O depósito caução ou garantia de aluguel é o depósito em dinheiro feito pelo inquilino em uma conta poupança, equivalente a três meses de aluguel.

Ao final do contrato, se o locatário optar por deixar o imóvel, os valores devem ser restituídos junto com os rendimentos da aplicação.

Trata-se do procedimento menos burocrático e mais vantajoso para o inquilino, pois ele recobra o dinheiro depositado com correção monetária.

Para o proprietário, no entanto, essa garantia pode ser insuficiente, pois cobre poucos meses de aluguel.

Fonte: Genial Seguros



terça-feira, 16 de março de 2021

Acerte na escolha do seu apartamento começando pela Qualidade:



Mesmo podendo ser uma experiência prazerosa, escolher um apartamento não se trata de uma tarefa fácil. Existem diversos pontos que os clientes precisam se atentar antes de fechar qualquer negócio, e um deles é a qualidade do imóvel.

Por mais que um “Apartamento de qualidade” seja algo muito relativo para cada perfil de cliente, existem alguns fatores indiscutíveis que determinam se a aquisição vale a pena ou não.

Quer saber como acertar na escolha do seu apartamento começando pela qualidade? Então veja as nossas dicas abaixo!

Acabamento

Um imóvel de qualidade chama atenção no momento em que se entra nele. Porém, é necessário fazer uma analise meticulosa de cada detalhe do lugar, desde do seu piso até o sistema hidráulico e elétrico. Olhe tudo com muita calma, questionando qualquer coisa que não achar satisfatória.

Não se esqueça de também analisar esses mesmos detalhes nas áreas comuns do edifício. Averiguando se a qualidade segue o mesmo padrão, se os elevadores são modernos e seguros (dica: sempre considere escolher edifícios onde os elevadores são da marca Atlas Schindler – a melhor e a mais moderna empresa de elevadores do país). Lembre-se: você está pagando pelo melhor, então exija o melhor!

Materiais

Falando em acabamento, no meio desta analise que falamos acima, pergunte sobre as marcas dos materiais que utilizados no empreendimento. Além do seu acabamento, o que define a qualidade do seu imóvel é a utilização de marcas confiáveis no mercado de construção, como: porcelanato Eliane, pastilhas Portobello, tubulação Tigre e Amanco, dentre outros.

Caso os responsáveis não saibam lhe informar quais marcas foram utilizadas, solicite o memorial descritivo do prédio. O memorial descritivo é uma documentação que contém com todas as informações necessárias e detalhadas da construção, como os acabamentos e os materiais.

Caso o edifício já possua moradores, outra opção é conversar com os seus futuros vizinhos, buscando saber se eles estão satisfeitos, se a durabilidade dos materiais está correspondendo com o que foi falado, etc.

Documentação em dia

A documentação é diferente para cada tipo de venda, situação e tipo de imóvel. Porém, é através das documentações que o possível comprador saberá que está se envolvendo em uma compra segura e legal.

Existem alguns documentos que o cliente deve exigir antes de realizar qualquer negócio, são eles: Matrícula do imóvel atualizada (documento que mostra se o imóvel está envolvido em alguma ação judicial), Habite-se (documentação que consta se o imóvel está cumprindo todas as normas legislativas, e se está apropriado para ser habitado), Declaração de débitos condominiais (somente para imóveis construídos em condomínios, com o objetivo de descobrir se existem valores em aberto com o condomínio), certidão de situação fiscal/IPTU (seve para saber se está tudo certo com o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), e se não existem dívidas com o governo), entre outros.

Estar com a documentação em dia ou não, definirá a qualidade do lugar. Afinal, se a empresa responsável se importa em estar com a documentação em dia, ela também dá prioridade a todo o resto que está oferecendo ao futuro morador.

Localização

É muito importante analisar a localização do imóvel para certificar-se de que você estará morando em um bairro que atende as suas necessidades. Não é preciso necessariamente se tratar de um bairro nobre, mas de um que esteja localizado perto de supermercados, farmácias, tenha um fácil acesso ao transporte público, bancos, serviços públicos, vias com uma boa infraestrutura, segurança, escolas (caso você já tenha filhos ou deseje ter) e outros fatores que precisam atender as suas necessidades diárias.

Preço

O valor do imóvel precisa estar de acordo com o que está sendo oferecido. Ou seja, necessita estar batendo com a qualidade dos materiais, acabamento, localização, se está oferecendo alguma área de lazer (como piscinas, salão de festas, etc) e outros pontos que irão valer o custo beneficio do seu investimento.

Dentro disto, cabe ao morador também realizar uma breve análise do preço do m² da região, para descobrir se está compatível com os locais de sua preferência ou para saber se estão oferecendo algo muito abusivo.

Fonte: Frizon Construtora




Cartão de crédito para locação de imóveis: é possível ou não?

 










O fiador, aquela pessoa que assume legalmente a responsabilidade, caso o inquilino não pague o aluguel, está ficando para trás. Com o avanço da tecnologia, os meios para garantir a locação se modernizaram e novas opções despontam como favoritas para o consumidor. Uma delas é o uso do cartão de crédito para locação de imóveis. Mas e aí, é possível ou não?

Conversamos com quem entende do assunto e vamos explicar com mais detalhes esse novo modelo de negócio entre o proprietário e o locatário.

O advogado José Ricardo Cintra Júnior, especialista em Direito Imobiliário, diz que para começar, a “pessoa que está em busca de um imóvel precisa ter limite suficiente para passar a quantia negociada no cartão, que será como uma compra parcelada. Por exemplo, se o aluguel é R$ 1 mil e o contrato é de 6 meses, será passado no cartão o valor de R$ 6 mil, parcelados em 6 vezes”.

Segundo alguns corretores, o uso do cartão de crédito para locação de imóveis apresentou uma crescente nos últimos anos e está movimentando o mercado das locações imobiliárias. A vantagem é o fato de não ser nada burocrático, pelo contrário, a nova opção facilita a vida de muitas pessoas que precisam alugar um imóvel e não tem dinheiro no ato para depositar.

Assim que a transação é aprovada, mediante limite de crédito disponível, o valor é creditado à imobiliária ou ao corretor e a dívida passa a ser responsabilidade do proprietário do cartão com a administradora do mesmo.

Como fica a lei diante da locação com cartão de crédito?

Ricardo Cintra Júnior, explica ainda que no rol das modalidades de garantias, previstas na Lei de Locações, não existe cartão de crédito. Para ele, o sistema pode ser usado para pagamento de caução.

“A caução, geralmente três vezes o valor do aluguel, não necessariamente precisa ser por meio de cheque. Pode ser transferência bancária ou cartão de crédito. A vantagem é a possibilidade de pagamento parcelado (no cartão)”, diz ele.

Somente para pagar o valor da caução, é mais fácil que o locatário tenha limite no cartão. “Lembrando que o cartão não se trata de garantia autônoma, mas tão somente forma de pagamento”.

Jamerson Sobrinho, proprietário de uma imobiliária no sul do país, garante que o uso do cartão de crédito irá crescer ainda mais. “A tecnologia está dominando o mundo e o mercado imobiliário não vai ficar parado. A tendência é otimizar todos os processos, desde a busca até a formalização do contrato de locação. Eu não vejo problemas em aceitar essa nova forma de pagamento, pois garante 100% de segurança no pagamento.


Fonte: Zap Imóveis 



domingo, 14 de março de 2021

Conheça dicas para ser dono de um imóvel e driblar a crise:

 










Ter um imóvel é o sonho de nove a cada dez pessoas, mas como se planejar para um investimento que pode ser o maior de sua vida? Os tempos são de incertezas, juros altos, crise na economia e o medo do desemprego. Porém, é possível sim se programar para evitar que o dinheiro acabe no meio do caminho. Já que o planejamento de um financiamento pode significar a economia de até 50% do valor do imóvel.

Segundo o agente de investimentos da ABD Consultoria, Adriano Fonseca, muitos especialistas orientam os seus clientes para que o valor da parcela de seu financiamento não ultrapasse 30% da receita da família. “Em virtude da inflação, e com o aumento das despesas e dos custos da vida familiar, eu oriento que esse valor não exceda 25% da receita”.
O especialista lembra ainda que é preciso levar em conta no orçamento gastos inesperados que podem surgir como desemprego, manutenção do imóvel e gastos com saúde. Abaixo, veja as repostas para dúvidas mais comuns:

Existe um momento ideal para financiar um imóvel?
A única regra é o momento financeiro. O ideal é que a pessoa não deixe o sonho de ter uma casa própria com medo dos juros, já que em muitos casos é uma opção melhor do que pagar um aluguel. Procurar o auxílio de consultor e pesquisar taxas de diferentes bancos ajuda muito nesta fase inicial, uma vez que a taxa do juro financiada pode ser menor que o valor do aluguel. “Você está antecipando um sonho, mas que não pode pagar de uma vez só”, avalia Fonseca.

Devo pagar mais de uma parcela, caso sobre dinheiro?
É uma medida que vale a pena, desde que exista dinheiro para três meses com as despesas familiares, além do que vai ser gasto nas demais parcelas. “Se o financiador antecipar o pagamento de três meses do seu financiamento, por exemplo, e no quarto mês não tenha mais o dinheiro para pagar a parcela, vai ter que pagar juros, o banco não vai facilitar”, diz Fonseca. Isso se encaixa também para o 13º salário, se você não tem verba separada para eventuais despesas fora do planejamento, não use ele para antecipar parcelas do seu financiamento.

Estou desempregado e não terminei de pagar as parcelas, o que fazer?
A dica do especialista aqui é a de guardar sempre o equivalente a três parcelas de seu financiamento para qualquer imprevisto, como a perda do emprego. É prudente utilizar a rescisão para adequar o seu planejamento. “Há algumas situações em que os bancos aceitam a suspensão do pagamento por até três meses, mas não ultrapassa esse tempo”, diz Fonseca. Caso a saída seja a venda do imóvel financiado, há algumas alternativas. Uma delas é vender a propriedade no valor de mercado e quitar com o banco. “Não existe transferência de contrato, logo outra pessoa não pode assumir a dívida”, explica o especialista.

Como não perder dinheiro com o financiamento?
O mercado atual oferece bons produtos em renda fixa, isentos de IR. Há também fundos de investimentos que resultam numa boa remuneração. “Uma outra alternativa é o tesouro. Mas é preciso analisar as expectativas e os objetivos da pessoa interessada em fazer um financiamento imobiliário”, diz Fonseca.


Fonte: Grupo Dimensão



sexta-feira, 12 de março de 2021

O que é um Contrato de Gaveta?







O QUE É O CONTRATO DE GAVETA?


Entende-se por contrato de gaveta o meio jurídico particular e informal utilizado para registrar negócios firmados, mas sem que terceiros – além dos contratantes – tomem conhecimento deles.

É uma forma de se fazer negócio às escondidas?

Tecnicamente, sim. O contrato de gaveta é comumente utilizado na compra e venda de imóveis, principalmente os que ainda estão sendo financiados, não havendo qualquer tipo de formalização dessa transação oculta no Cartório de Registro de Imóveis.

Imagine o seguinte exemplo prático: Ana Gavetina firmou um financiamento com o banco Gaveta Econômica Federal, adquirindo um imóvel em seu nome. Porém, não mais suportando pagar o tal financiamento, ela firma um contrato de gaveta com José Gavetôncio, que irá assumir indiretamente suas prestações, sem que o banco esteja ciente.

Ou seja, na teoria – e aos olhos de qualquer pessoa, inclusive do banco – Ana Gavetina é quem está pagando e quem irá responder por toda e qualquer repercussão do financiamento; mas, na prática, existe um contrato de gaveta entre ela e José Gavetôncio, que comprou o imóvel financiado e está adimplindo as parcelas devidas.



Fonte: CHC Advocacia 

O home office continua a agradar? Veja com Sandra Ramos:

   Passados vinte meses desde o início da pandemia, algumas pessoas nem mais se recordam de como eram suas rotinas com o trabalho presencial...