sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Veja com a Sandra Ramos, 5 truques para decorar sua casa nova:



Está se mudando e quer uma cara nova para a sua casa? Bom, você chegou ao lugar certo. Essa é, provavelmente, uma das partes mais divertidas na hora de se mudar. O processo em si, para algumas pessoas, costuma ser desgastante, mas poder escolher cada detalhe é recompensador, pois a casa nova precisa ter a nossa cara e, mais do que isso, passar a nossa essência. E é sobre isso mesmo que viemos falar: truques para decorar a sua casa nova. E não fique pensando que tudo vai ser caro. Bom gosto vai muito além disso.

Como já mostramos em diversos textos, a decoração é um dos temas mais divertidos, pois há enormes variações, que certamente alguma irá te agradar. Alguns pequenos truques podem ajudar, principalmente para quem está sem ideias. E se esse for o seu caso, esse texto vai ser uma mão na roda e tanto para você. Acredite: todos sabemos que decorar é difícil, tamanha a variedade, mas alguns caminhos podem facilitar.

Primeiramente: aposte no seu gosto pessoal

Nada de ir por revistas, casas de amigos ou cenários de novelas. Você pode até achar bonito, mas de nada adianta se não tiver o seu toque. Essa é uma dica válida e precisa ser colocado em prática. Faça valer todos os pontos que sempre sonhou em ter na sua casa, seja a cor de uma parede, um adereço, um quadro ou até um móvel. Isso é muito mais importante e irá personificar o ambiente.

Não exagere na quantidade de móveis

Evite acumular muitos móveis num só ambiente. Isso, além de prejudicar a estética, pode atrapalhar a circulação de pessoas e dar uma conotação de “casa de tralhas”. E não é isso que você quer passar, né?

Valorize a iluminação natural

Já falamos sobre esse tema no nosso blog, mas é sempre importante ressaltar, ainda mais quando estamos falando de casas novas. Cortinas são importantes, mas valorizar a iluminação natural é muito mais. Além de deixar um aspecto mais saudável para casa, evita mofos, bolores e ajuda diretamente no aquecimento da casa. Um lar que recebe mais sol durante o dia, ao final estará mais quentinha e aconchegante.

Falando em aconchego, aposte nessa característica

Todo mundo quer morar numa casa confortável. Móveis e adereços que passam essa impressão são fundamentais. Um bom sofá e uma boa cama são aquisições importantíssimas. As pessoas merecem um bom lugar para descansar após um dia desgastante. Além disso, alguns itens como tapetes e almofadas ajudam a criar essa impressão de aconchego.

Ponha suas fichas no cômodo preferido

Se você vai gastar mais dinheiro em algum ambiente da casa, coloque naquele que vai te fazer melhor. Você gosta de cozinhar e isso te faz bem? Então, equipe a cozinha da melhor forma. Você prefere dormir e ficar tranquilo dentro do quarto? Uma boa cama e uma televisão são extremamente úteis. E se a sala de TV for a melhor opção? Siga o mesmo conceito e transforme-a no melhor ambiente da casa.



Fonte: Imóvel Web

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Selo LEED, certificação que atesta empreendimentos imobiliários sustentáveis. Veja com a Sandra Ramos:



Entre as principais certificações está a LEED – Leadership in Energy and Environmental Design (Liderança em Energia e Design Ambiental). É um selo internacional que avalia o desempenho das edificações nas seguintes categorias: localização e como se relaciona com o entorno; uso eficiente da água, eficiência energética e produção de energia renovável, qualidade interna do ar, materiais e recursos e inovação.
Essa certificação é gerida pela Green Building Council (GBC), entidade sediada nos Estados Unidos, mas atuante em todo o mundo. “Os consumidores sentem-se atraídos em escolher marcas e estabelecimentos alinhados com questões de sustentabilidade“, afirma Felipe Faria, CEO da GBC Brasil.
Segundo ele, todos os lançamentos foram certificados ou estão em processo de certificação LEED em determinados segmentos, como o de edificações corporativas. A sustentabilidade está entre os objetivos das empresas, seja em sua produção ou no escritório, e é um diferencial competitivo no mercado imobiliário comercial

Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo), acredita que há um processo natural de amadurecimento da sociedade em busca dessas edificações ambientalmente eficazes. “Os clientes gostam, valorizam, mas ainda não procuram especificamente isso”, afirma Borges.
Borges lembra que o investimento nesse tipo de construção encarece os apartamentos. “Quem investe é incorporador, o construtor. E quem tem o ganho na economia a longo prazo é o consumidor. É importante que se valorize isso”, explica o vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP.
Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP, acredita que há um processo natural de amadurecimento da sociedade em busca dessas edificações ambientalmente eficazes. “Os clientes gostam, valorizam, mas ainda não procuram especificamente isso”.
Borges lembra que o investimento nesse tipo de construção encarece os apartamentos. “Quem investe é incorporador, o construtor. E quem tem o ganho na economia a longo prazo é o consumidor. É importante que se valorize isso”.
O selo LEED
Há alguns pré-requisitos que o empreendedor precisa cumprir para prosseguir com a certificação e cerca de 70 recomendações técnicas. Conforme são cumpridas, o empreendimento pontua até atingir um nível de certificação: básico, prata, ouro e platina.
“No Brasil, este movimento está muito forte no mercado imobiliário, sendo que o país é o quarto no ranking mundial, com mais de 1.350 projetos registrados e mais de 530 empreendimentos certificados”, detalha o CEO da GBC Brasil.
De acordo com o Faria, um empreendimento sustentável é a melhor opção de negócio. “A média de acréscimo de custo de construção dos mais de 500 projetos certificados no Brasil foi de 0% a 6%. Porém, considerando que 15% dos custos de uma edificação são de construção e 85% de operação, invariavelmente o retorno é no curto prazo”.
“No Brasil, este movimento está muito forte no mercado imobiliário, sendo que o país é o quarto no ranking mundial, com mais de 1.350 projetos registrados e mais de 530 empreendimentos certificados”, detalha Felipe Faria.
De acordo com o CEO da GBC Brasil, um empreendimento sustentável é a melhor opção de negócio. “A média de acréscimo de custo de construção dos mais de 500 projetos certificados no Brasil foi de 0% a 6%. Porém, considerando que 15% dos custos de uma edificação são de construção e 85% de operação, invariavelmente o retorno é no curto prazo”.
Importância
Para Juliana Rangel, especializada em arquitetura sustentável e sócia fundadora do SustentArqui, a construção civil é um dos setores que mais impacta o meio ambiente e empreendimentos sustentáveis serão cada vez mais exigidos por lei e pelos clientes finais.
“É importante para os empreendimentos que queiram ter um diferencial e atender essa demanda crescente. Por meio da certificação é possível demonstrar que soluções sustentáveis foram adotadas corretamente”.
O vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP acredita em benefícios para todos. “Para o empreendedor, é uma marca de preocupação, tem o aspecto de imagem, de reputação. Por outro lado, tem a questão econômica e técnica: menor consumo com água, energia, operação e manutenção. A vida útil é maior”.




terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Veja com a Sandra Ramos, se empreendimentos premiados valem a pena:

 



Anunciada no dia 5 de outubro, a edição de 2021 do “Prêmio Master Imobiliário”, tido como o Oscar do setor, consagrou diversos tipos de empreendimento, do condomínio Praia do Gama, no interior de São Paulo, ao Legend Nova Campinas, localizado nesta cidade. A premiação, desta vez comandada por Ana Paula Padrão e Zeca Camargo, joga luz sobre diferenciais e inovações do segmento.

Mas vale a pena bater o martelo na compra de empreendimentos premiados? Distinções, afinal, fatalmente influem no preço do metro quadrado. Uma análise detalhada dos lançamentos laureados, no entanto, conduz a uma resposta.

Pegue, como exemplo, o Residencial Gabell Jardins, localizado no ponto mais alto da Alameda Gabriel Monteiro da Silva, em São Paulo. Vencedor da categoria Empreendimento Residencial do “Prêmio Master Imobiliário” deste ano, o edifício de 31 andares contrasta com os demais imóveis da rua, conhecida por abrigar algumas das mais incensadas lojas de design da capital.

Diz João Mendes, diretor de incorporação da Tegra Incorporadora, responsável pelo empreendimento: "A empresa já havia sido destacada como uma das precursoras dos novos edifícios na Rua dos Pinheiros, com o PIN, ganhador do ‘Prêmio Master Imobiliário 2020’. Agora, tem um projeto em que a infraestrutura do condomínio se alia a uma localização estratégica".

Projetado pelo escritório LE Arquitetos, o prédio se destaca pelas varandas, encontradas em todas as faces da fachada — a intenção dos arquitetos é integrar ao máximo o interior ao exterior. Outro diferencial que não passa despercebido da rua são as quatro unidades duplex, que conferem um charme extra à fachada.

Total de apartamentos com dois quartos: 120. Com vista privilegiada da cidade, a piscina e a academia, com pé-direito duplo, situam-se na cobertura. No primeiro andar, com direito a praças e espelhos d'água, ficam o espaço para festas, o lounge, o salão de jogos, o bar e a área gourmet (o paisagismo leva a assinatura de Alex Hanazaki e a decoração saiu das pranchetas de Chris Silveira).

Há ainda um playground e uma estação de bicicletas de fácil acesso — o empreendimento está a 250 metros da estação Oscar Freire da linha 4-Amarela do Metrô. Com entrada independente para a Alameda Gabriel Monteiro da Silva, uma loja atende moradores e transeuntes.

Para encurtar, mesmo que a premiação que coroou a novidade influa nos preços do metro quadrado no futuro, os diferenciais servem de compensação — e contribuem para a valorização no curto e longo prazo.

Outro empreendimento agraciado pela edição de 2021 do “Prêmio Master Imobiliário” — e que vale a pena mencionar — é o Helbor Patteo Bosque Maia. Localizado em Guarulhos, em um terreno de mais de 7.000 metros quadrados, sagrou-se vitorioso na categoria Mixed-use. Quem assina o projeto é o escritório Wilson Marchi Arquitetura de Solução, a responsável pela decoração é Sandra Pini e o paisagismo coube a Benedito Abbud.

Tratam-se de três torres, duas residenciais e uma comercial, esta já completamente vendida. A primeira tem 192 apartamentos, com 67 metros quadrados ou 93 metros quadrados, dois ou três quartos, uma ou duas vagas. A segunda dispõe de 200 unidades, com 28, 29 ou 39 metros quadrados. São estúdios ou apartamentos de um quarto.

Piscina, salão de jogos, lavanderia coletiva e academia são alguns dos diferenciais do complexo. O maior de todos é o shopping integrado a ele, com direito a 33 lojas — basta se dirigir às escadas rolantes para acessar o centro comercial. Não precisar pegar o carro para fazer compras é mais um prêmio para os moradores. 

                


Fonte: Exame

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

O que acontece se não pagar o condomínio? Veja com a Sandra Ramos:

 



Os condomínios fechados, comerciais ou residenciais, são cada vez mais comuns nas grandes cidades. Entre os motivos que favorecem essa escolha, segurança, comodidade e lazer são os mais citados pelos moradores. Todos esses benefícios são possíveis graças à taxa de condomínio, cujo valor pode variar significativamente de acordo com a infraestrutura, localização, porte do condomínio, entre outros. Mas, você sabe o que acontece se não pagar o condomínio? Descubra a seguir. 

Pesquisas mostram que cerca de 48% dos brasileiros não fazem qualquer tipo de controle financeiro, o que resulta em um alto índice de endividamento no país. Quando se mora em condomínios residenciais, o problema se torna ainda maior, já que o não pagamento da taxa de condomínio tem consequências negativas. 

Conforme já falamos aqui no blog anteriormente, o índice de inadimplentes é uma das grandes preocupações dos gestores de condomínio, pois o aumento desse índice diminui a receita disponível e dificulta o pagamento de despesas essenciais, como água, luz, gás, portaria e segurança. 

A fim de evitar essa situação, é essencial ter um plano de ação em caso de inadimplência, que começa fazendo com que todos – inadimplentes ou não – estejam cientes do que acontecerá se não pagarem o condomínio. 

A princípio, se o condômino atrasar a taxa do condomínio, bem como o fundo de reserva, ele será amigavelmente notificado. Essa notificação pode ser feita através de carta, e-mail, SMS ou até uma conversa entre síndico e morador. 

Caso o atraso persista, uma carta ofício pode ser enviada ao condômino. É importante salientar, durante todas as etapas do processo de notificação/cobrança, que se o atraso atingir o prazo máximo para quitação, que costuma ser de 60 a 90 dias, o condômino pode ser acionado judicialmente. 

Quanto ao que acontece se não pagar o condomínio, isso pode variar de acordo com o que determina o regimento interno, que deve ser do conhecimento de todos. Confira a seguir algumas ações amparadas pelo Código Civil:

Penhora de bens 

Se o condômino permanecer em atraso por mais de 90 dias e não iniciar qualquer negociação de sua dívida, este pode ter seus bens penhorados conforme determinação judicial. 

Neste caso, tanto a conta bancária quanto carros e/ou outros imóveis podem ser tomados. Em casos mais extremos, o próprio imóvel pode ser penhorado e colocado em leilão, ainda que este seja o único bem da família. 

Ser impedido de usar as áreas comuns

O condomínio pode impedir que um condômino inadimplente utilize as áreas comuns do edifício, tais como salão de festas e churrasqueira, desde que isso esteja devidamente expresso no regimento interno. 

No entanto, é importante ter cuidado para que o impedimento não se transforme em um constrangimento para o morador, que pode dar a ele munição para uma possível ação por danos morais. 

Ser impedido de votar na assembleia

Outra possível consequência para os condôminos inadimplentes é que sejam impedidos de votar em assembleia e/ou participar de suas deliberações, anulando suas vozes em questões fundamentais à rotina do condomínio. Por outro lado, os inadimplentes podem, sim, se fazer presentes nestas reuniões, mesmo que sua participação seja bastante restrita. 

O que não pode acontecer?

Tão importante quanto saber o que acontece se não pagar o condomínio é saber o que não pode acontecer nessa situação. Existem inúmeros casos de disputa judicial onde uma possível punição ao inadimplente se transformou em motivos de sobra para uma indenização a esse mesmo condômino. Estes são exemplos de coisas que o condomínio não pode fazer: 

  • Impedir o morador de utilizar o elevador;
  • Impedir o morador de receber visitas; 
  • Interromper a prestação de serviços, como a entrega de correspondências; 
  • Impedir o condômino de participar em assembleia;
  • Constranger o morador publicamente;
  • Entre outros. 

A maneira mais eficaz e menos desgastante de evitar situações como estas é manter o controle regular de pagamentos e inadimplências. Outra medida popular e bastante eficiente é lançar mão da tecnologia para lembrar os condomínios do vencimento da taxa com antecedência, evitando, desse modo, os atrasos. 

Contudo, se as medidas anteriores não forem suficientes, lembre-se de que o diálogo é a melhor maneira de resolver esse tipo de conflito. Afinal, todos estão sujeitos a enfrentar dificuldades financeiras em algum momento. Aproveite e relembre as nossas dicas para lidar com a inadimplência nos condomínios. 



Fonte: AdmCasa

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

‘Contrato de gaveta’: conheça os perigos desta forma de acordo com a Sandra Ramos:


 Comprar um imóvel por ‘contrato de gaveta’ não traz riscos apenas ao ‘gaveteiro’, que pode ser enganado por golpistas, mas também ao vendedor do bem.

O motivo é que, por ser uma transação informal e sem a aprovação do banco credor, o financiamento permanece em nome do mutuário original até a regularização do registro da casa ou apartamento – e, normalmente, isso só ocorre após o pagamento da última prestação e, na maioria dos casos, depois de alguns anos de briga na Justiça.

O principal risco para o ‘gaveteiro’ é que, como o financiamento fica em nome do vendedor, o imóvel ainda pertence oficialmente ao proprietário original. Se o mutuário for uma pessoa má intencionada ou mesmo um golpista, poderá vender o bem de forma fraudulenta, lesando o consumidor: existe o perigo de o vendedor negociar a mesma casa com mais de um ‘gaveteiro’.
Mesmo com a assinatura de um contrato de compra e venda, lavrado em cartório, esse é um risco real. Por isso, é extremamente desaconselhável comprar um imóvel nesse sistema de ‘gaveta’ – principalmente se o bem pertencer a algum desconhecido.
Além disso, há também um grande risco de problemas para o próprio vendedor, que oficialmente continua sendo o proprietário do imóvel. “Se o ‘gaveteiro’ parar de pagar as prestações vai sujar o nome do mutuário original, pois o financiamento não é transferido para o comprador, por ser algo informal”, explica José Pereira Gonçalves, superintendente técnico da Associação das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Motivo
Boa parte dos ‘contratos de gaveta’ ainda não regularizados é derivado de financiamentos assinados dentro do plano do Fundo de Compensação das Variações Salariais (FCVS). Por esse sistema, os contratos com os bancos credores eram submetidos ao reajuste da categoria profissional a qual o trabalhador pertencia.
Esse tipo de financiamento, feito pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), foi adotado até 1990. “Depois, como a economia do País se estabilizou um pouco, não era mais viável firmar esses contratos, pois os saldos devedores ficavam muito grandes e, pela regra, o próprio banco deveria bancar esses custos”, conta o diretor de crédito imobiliário da Febraban, Osmar Roncolato Pinho.
Para evitar esse contrato com reajuste baseada no desempenho da classe de trabalho, muitas pessoas acabavam recorrendo ao ‘contrato de gaveta’.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Saiba com a Sandra Ramos, os principais cuidados no condomínio residencial durante a COVID-19:

 


Morar em um condomínio residencial, com instalações compartilhadas e espaços reduzidos, apresenta seu próprio conjunto de desafios, principalmente em meio à pandemia da COVID-19. 

Enquanto as autoridades de saúde orientam o público a manter no mínimo dois metros de distância uns dos outros para conter a propagação do vírus, como fazer isso com sucesso em um prédio de vários andares, com centenas de moradores, usando os mesmos elevadores? Confira a seguir. 

Higiene reforçada

Segundo infectologistas de todo o mundo, a principal forma de contágio do coronavírus é por meio do contato com pessoas ou superfícies infectadas, bem como gotículas expelidas por indivíduos que foram contagiados pela COVID-19. 

Se uma pessoa infectada tocar os botões do elevador e, em seguida, uma pessoa saudável tocá-los novamente, levando posteriormente as mãos aos olhos, nariz ou boca, esta tem grandes chances de ser infectada. Logo, a higiene das mãos é fundamental, sendo a melhor forma de conter a disseminação da doença. 

Por outro lado, cabe à administração do condomínio reforçar medidas de higiene para garantir que todos os ambientes cuja circulação de pessoas é intensa sejam constantemente limpos com álcool 70%. Isso inclui puxadores, interfones, elevadores, corrimãos, entre outros. 

Consequentemente, funcionários de condomínios residenciais precisam ter cuidado dobrado. Ao fazer a higiene das superfícies, utilize luvas, descartando-as em seguida. Lave as mãos periodicamente, sem se esquecer de usar máscara. 

Vale a pena, ainda, disponibilizar álcool gel próximo a esses locais, além de reforçar a comunicação quanto às boas práticas em tempos de pandemia por meio de cartazes, os quais devem ser afixados em lugares comuns e visíveis aos moradores e funcionários. 

Distanciamento social

Outra medida essencial no controle da COVID-19 é o distanciamento social. Apesar de aparentemente isolados do resto da sociedade, os condomínios residenciais são como uma pequena cidade e, portanto, uma potencial fonte de contágio. 

Portanto, neste momento é fundamental que áreas comuns, como piscina, academia e salão de jogos, permaneçam fechadas, evitando a aglomeração de pessoas. Este já é um cuidado que vem sendo adotado pela maioria dos condomínios e que deve permanecer em vigor, pelo menos até que o relaxamento da quarentena seja unânime. Ademais, se precisar sair e notar que o elevador está cheio, aguarde o próximo. 


Use o bom senso

Durante a pandemia do COVID-19, evite receber visitas, dar jantares ou fazer confraternizações em sua casa. Além disso, este não é o momento para realizar obras não essenciais, já que isso pode colocar em risco tanto a sua família quanto os trabalhadores e demais moradores e, por essa razão, a obra pode ser vetada pelo condomínio. 

Respeito à privacidade

O condomínio não é obrigado a informar caso algum morador tenha testado positivo para o coronavírus. Do mesmo modo, o condômino não tem a obrigação de atualizar a administração sobre seus exames. No entanto, há cada vez mais histórias e exemplos de condomínios residenciais que têm se mobilizado para facilitar a rotina dos doentes sem deixar de preservar a saúde dos demais. 

Em contrapartida, se o indivíduo comunicar à administração que está com coronavírus, esta pode pedir aos demais que reforcem as medidas de higiene, preservando a identidade do doente.


Fonte: ADM Casa


terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Os benefícios de adquirir um apartamento na planta. Veja com a Sandra Ramos:


Se você está pensando em adquirir um imóvel, é bem provável que, além da sua capacidade de investimento, esteja analisando outros fatores como localização, tamanho do apartamento e o que cada empreendimento oferece nas áreas comuns.

Neste processo, é comum ficar em dúvida entre adquirir um apartamento pronto ou ainda na planta, qual escolher? No post de hoje, trazemos alguns benefícios de comprar um imóvel ainda em fase de obras. Confira alguns pontos importantes:

 Valor: a maior das vantagens, sem dúvidas, é poder adquirir seu apartamento por um valor mais baixo do que em empreendimentos prontos para morar ou com obras avançadas. Esse raciocínio vale tanto para a hora da compra quanto para a valorização do seu futuro apartamento depois que ele estiver pronto;

Financiamento: a compra de um apartamento na planta possibilita que a negociação seja mais flexível. Você poderá fazer simulações do financiamento, negociar o valor da entrada, a divisão das parcelas e, desta forma, fazer com que a compra se encaixe da melhor forma em seu orçamento;

Infraestrutura: seu apartamento será entregue com instalações de elétrica e hidráulica novas, com um bom acabamento e provavelmente com o que há de mais moderno no mercado, o que evitará por um tempo a necessidade de reformas e manutenções. Isso vale também para as áreas comuns, como elevadores, portões e equipamentos de lazer;

 Decoração: você terá mais tempo para deixar a casa com a sua cara e escolher móveis e acabamentos com mais calma e planejamento;

Documentação: a tendência é que o processo seja menos burocrático, pois você será o primeiro dono e não correrá o risco de ter que arcar com problemas gerados por antigos proprietários.


Fonte: Consthurir


O home office continua a agradar? Veja com Sandra Ramos:

   Passados vinte meses desde o início da pandemia, algumas pessoas nem mais se recordam de como eram suas rotinas com o trabalho presencial...