quinta-feira, 19 de julho de 2018

O que síndico e moradores podem ou não podem nos condomínios.



Todo condomínio precisa de regras de convívio social para funcionar em harmonia, e tais diretrizes estão previstas na convenção de condomínio ou, em alguns casos, no regulamento geral.

A convenção é a norma máxima e deve ser aplicada pelo síndico e corpo diretivo e observada e respeitada por todos os moradores, independentemente de concordarem ou não com seu conteúdo. Uma vez aprovada em assembléia, vale como lei e só pode ser mudada com quórum especial e convocação específica para este fim. Somente se for contrária à lei, suas regras poderão ser contestadas ou, quando for omissa em algum ponto, prevalece aquilo que a legislação determina. Essas são as diretrizes básicas da regulamentação de um condomínio.
A área comum, conforme o próprio nome sugere, pertence a todos e deve ser usada de forma coletiva e harmônica, sem prejuízo de qualquer morador. Por exemplo, ninguém pode ser privado de usar a piscina porque um dos vizinhos não gosta da pessoa. A restrição ao uso de qualquer equipamento da área comum precisa ter uma justificativa plausível.
No exemplo da piscina, a convenção pode prever a exigência de apresentação de exame médico periódico para utilização do espaço. Então, se um morador não apresentar o documento, poderá ser impedido de usar a área. Se não houver nenhuma previsão escrita nesse sentido, não pode haver restrições para o uso.
O mesmo ocorre com as demais áreas comuns e então é a vontade da maioria, representada na convenção, que prevalece. Assuntos como áreas nas quais se pode ou não circular com bicicletas e animais, uso de vaga de garagem e forma de sorteio, horário de funcionamento de salões, academia, sauna e outras dependências comuns, entre outras coisas, devem ter o uso disciplinado pela convenção. O síndico não pode simplesmente mandar ou desmandar, esses tópicos devem constar no documento.

A convenção também estipula as multas e a forma de aplicá-las em caso de desrespeito às normas estabelecidas e serve de referência para o síndico administrar o condomínio.
Condomínio significa domínio comum, ou seja, todos são proprietários e têm direitos e obrigações. Isso implica em respeitar o direito alheio. É importante deixar claro que o síndico é um apenas um administrador do condomínio e pode, ou não, ser morador ou condômino. Segundo a lei, qualquer pessoa, até um estranho, pode ser síndico, desde que eleito em assembléia. Desta forma, fica claro que o síndico não é dono de nada, e não pode, de nenhuma maneira, criar regras ou impor restrições de qualquer ordem, salvo aquelas estabelecidas na convenção.
Em outras palavras, o papel do síndico é apenas fazer valer o que está escrito.
Nos apartamentos, que são propriedades privadas, também existem regras de convivência que devem ser observadas. Muitos pensam que a chamada “lei do silêncio” vale somente para depois das 22 horas, mas não é bem assim.
Independentemente do horário, deve ser observado o bom senso, a urbanidade e o respeito mútuo entre os vizinhos. Vez ou outra, alguém pode fazer uma festinha em casa e aumentar o volume do som, mas som altíssimo, todos os dias, com “pancadão” na cabeça dos vizinhos, viola princípios de convivência social e pode ser reprimidos.
A questão é muito delicada, pois é subjetiva. O respeito ao direito alheio de forma dosada, sabendo quando se encerra o direito de um e começa do outro, é muito sutil e depende, em muitos casos, de que ângulo se observa a questão.
Uma reforma no apartamento, com quebra de piso e marretadas, certamente incomoda muito mais do que qualquer música alta, mas é necessário realizá-la e, apesar de irritante, precisa ser tolerada pelos demais moradores. Brigas de casal aos gritos, com palavrões e quebra-quebra, todo dia, independente do horário, podem ser interpretadas como comportamento antissocial, pois ferem princípios morais do senso geral e podem causar constrangimento aos vizinhos, especialmente às crianças e idosos.
Não existe uma receita pronta, depende de cada caso, mas, certamente, a melhor medida em todas as situações é sempre o diálogo e o bom senso.
Se os problemas não forem resolvidos de forma amistosa, a aplicação de multas e, em último caso, a expulsão do morador encrenqueiro, mesmo que dono do apartamento são medidas possíveis.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Como móveis planejados podem ajudar a otimizar o espaço do novo imóvel?




Para quem busca otimizar os espaços mas não quer ficar por fora das últimas tendências quando o assunto é o mobiliário do seu novo imóvel, apostar em móveis planejados é uma boa. São peças que trazem praticidade ao dia a dia e são projetadas para as necessidades de cada ambiente.
E não pense que somente a cozinha ganha funcionalidade — todos os cômodos podem ser mais bem aproveitados com essa mobília. Além disso, você escolhe cores e materiais de acordo com o seu gosto, ou seja, terá ambientes práticos e personalizados.
Acompanhe este artigo e descubra algumas das vantagens em escolher os móveis planejados para otimizar os espaços, sobretudo em apartamentos pequenos!
Proporcionam um ambiente mais organizado
Quando há o local certo para guardar cada coisa na nossa casa, o ambiente fica mais agradável. A organização traz bem-estar e ajuda até na hora da limpeza.
Mas como conseguir esse feito em um apartamento pequeno? Com móveis planejados em todos os ambientes! Você aproveite cada cantinho e, certamente, terá espaço para que todos da sua família consigam deixar tudo guardado.
Bonito e em ordem
Dessa maneira, você pode ter um rack com painel na sala, por exemplo, para sua TV e outros equipamentos eletrônicos de forma que os fios fiquem escondidos. Você tem um espaço bonito, funcional e organizado.
No banheiro, um armário sob medida abaixo da pia para guardar cosméticos, toalhas e objetos de uso pessoal pode ser a solução para deixar esse ambiente sempre em ordem, principalmente quando é utilizado por toda a família.
Na lavanderia, um armário para guardar produtos e outros objetos de limpeza vai fazer a diferença, trazendo harmonia ao espaço.
Aliam sofisticação com funcionalidade 
Uma grande vantagem dessa mobília é a qualidade do material, geralmente em MDF ou MDP. Ambos têm boa durabilidade, são resistentes e imitam a aparência da madeira.
Com eles, é possível deixar os espaços da sua casa com um ar mais sofisticado e seguir as tendências de decoração. Os projetos têm um design diferenciado e são personalizados, ou seja, você escolhe a cor, brilho, textura e acabamento, como vidro e laca, em cada peça.
O melhor é que toda a estética dos planejados vem junto com a funcionalidade de cada móvel. Algumas peças podem ter dupla função, como:
  • um guarda-roupa com um espaço para a televisão;
  • uma cama com prateleiras embaixo;
  • uma bancada no quarto das crianças que pode ser utilizada como escrivaninha e para jogar videogame.
As empresas que fazem e instalam essa mobília desenvolvem um projeto para otimizar o espaço dos cômodos sem comprometer a circulação de pessoas e a rotina da casa.

São feitos sob medida para as necessidades dos moradores
Os móveis planejados são produzidos sob medida e de acordo com o estilo de vida e necessidade dos moradores.
Se alguém tem muitos sapatos, por exemplo, pode priorizar uma parte no guarda-roupa para esse fim ou aproveitar um canto da casa e fazer um armário com prateleiras para guardar esses calçados.
Se a necessidade é ter mais gavetas no guarda-roupas, o projeto vai contemplar isso, reduzindo a área para os cabides.
A mesma ideia vale para a cozinha: é preciso considerar todos os eletrodomésticos e objetos para fazer a distribuição de prateleiras nos armários, fazer nichos, etc.
Por isso, é interessante que você avalie previamente o projeto antes de fechar o negócio. Veja se as ideias apresentadas estão de acordo com suas expectativas e vão atender, de fato, as necessidades de todos os moradores.
Fazem o aproveitamento vertical do espaço
Muitas pessoas acham que as paredes só servem para colocar quadros. Mas saiba que um bom projeto de móveis planejados consegue fazer esse aproveitamento vertical dos espaços sem carregar o ambiente.
Prateleiras, nichos e até pequenos armários podem ser instalados em locais estratégicos, assim você ganha espaço para dispor itens de decoração ou objetos, como livros.
Soluções inteligentes
É possível instalar uma mesinha na cozinha que recolhe e fica presa à parede quando não é utilizada. A mesma ideia vale para uma mesa que sirva como escrivaninha no quarto.
Conseguem transformar um ambiente
Os móveis planejados resultarão em praticidade, deixando a sua casa organizada, ou seja, os espaços serão otimizados, facilitando o seu dia a dia.
Outro diferencial é o efeito que essa mobília pode dar ao ambiente, principalmente nos pequenos. Você pode ter muitas peças sob medida na sua sala, aproveitando todos os cantinhos, porém ao escolher a cor e acabamento correto, pode dar uma ideia de amplitude ao cômodo.
Para áreas reduzidas, a dica é escolher peças mais neutras e claras. Mas não se preocupe — seu ambiente não ficará monótono. Você pode aplicar cores e estampas em pontos específicos da mobília (como uma porta colorida) ou em objetos, como a luminária na mesa lateral ou almofadas.


Apresentam uma excelente relação custo-benefício
Muita gente nem cogita decorar todo o apartamento com móveis planejados por conta do valor mais elevado desse tipo de mobília. Porém, é preciso considerar a relação custo-benefício.
Certamente, se você comprar os móveis prontos direto da loja pode sair mais em conta, entretanto eles não terão a qualidade daqueles produzidos sob medida. Além disso, será difícil mobiliar cômodos pequenos — ou os ambientes ficarão entulhados ou faltará espaço para os pertences de todos da sua família.
Além disso, quando você tem móveis planejados, caso seja necessário trocar uma peça, é só entrar em contato com a empresa, que ela faz a substituição e você tem o seu móvel como novo.
Caso você resolva fazer os móveis de toda a sua casa ou apartamento sob medida, além de ter uma mobília padronizada, é bem provável que terá um desconto e boas condições de pagamento.
Outra vantagem dessas peças é que as empresas que projetam e produzem os móveis já disponibilizam mão de obra para a montagem.
Sonha com um imóvel próprio e com o seu toque pessoal? Invista nos móveis planejados e veja como unir estética, organização e funcionalidade em todos os ambientes.


Fonte: BR House

terça-feira, 17 de julho de 2018

As 5 dúvidas mais comuns sobre o IPTU




As contas de início de ano e os impostos baterão na sua porta. Quem não se preparar pode enfrentar problemas com o acúmulo de débitos nesse período.
Por isso, é essencial conhecer e entender todas as suas contas, especialmente aquelas relacionadas aos tributos governamentais. Os mais comuns, é claro, são o IPVA (imposto referente à posse de veículos automotivos) e o IPTU, devido por todo cidadão ou empresa que tenha um imóvel em seu nome, seja ele comercial ou residencial.
Quem tem (ou pretende ter) um imóvel precisa garantir que não sobrem dúvidas sobre como funciona a cobrança e o pagamento desse imposto, pois só assim é possível garantir o melhor para o seu bolso.
Para ajudá-lo, abaixo respondemos as 5 principais dúvidas sobre o IPTU. Acompanhe o artigo e entenda tudo o que você precisa saber para pagar o menor valor possível!

1. Quem cobra o IPTU e para que ele serve?


O IPTU é o Imposto Predial Territorial Urbano e, como falamos, ele é devido por todo e qualquer cidadão ou empresa que possua imóvel registrado em seu nome.
Ele está instituído no Artigo 156 da Constituição Federal e é cobrado pelo município onde está localizado o imóvel — diferentemente do IPVA, que é devido ao governo do estado em que o carro está registrado.
A cobrança do IPTU é feita sobre todo imóvel em área urbana que cobrir pelo menos um dos critérios descritos abaixo:
  • ter meio-fio ou calçada com canalização de água das chuvas;
  • ter abastecimento de água;
  • ter acesso a sistemas de saneamento;
  • ter acesso a rede de iluminação pública — com ou sem posteamento para a residência;
  • estar distante em um raio de 3km de uma escola pública ou posto de saúde.
consideradas habitáveis, ou seja, urbanas. Dessa forma, mesmo que um imóvel não atenda a nenhum dos requisitos acima, ele pode sofrer incidência de IPTU de acordo com determinação do município responsável.
Para aqueles imóveis em áreas rurais, é cobrado o ITR (Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural), de competência do governo federal.

2. Como é feito o cálculo do IPTU?


Uma das principais dúvidas sobre o IPTU diz respeito ao seu cálculo. Por ser de responsabilidade das prefeituras municipais, o valor do IPTU, suas parcelas e os descontos são determinados por essas e podem variar de localização para localização.
Contudo, o cálculo do IPTU basicamente é realizado a partir de dois itens, sendo:
  • o valor venal do imóvel, que representa uma estimativa do valor que o imóvel seria vendido caso fosse comercializado;
  • a Planta Genérica de Valores Imobiliários (PGVI), complexo digital que determina a base de valor do metro quadrado por região, utilizada para definir o valor venal.
Em suma, o valor pago pelo IPTU é calculado a partir da multiplicação do valor venal do imóvel (calculado com a ajuda da PGVI) por uma porcentagem definida pela prefeitura do local em que o imóvel está registrado.

3. Como funciona o pagamento e como saber se sou isento?

O IPTU pode ser parcelado em até 10 vezes, com pagamento ao longo do ano de exercício do imposto. As formas de pagamento são bancos conveniados, casas lotéricas, caixas automáticos ou pelo boleto gerado no site da prefeitura da sua cidade.
Quem opta por realizar a quitação do imposto à vista, dentro do prazo de vencimento definido por cada prefeitura, pode obter um desconto no valor que, dependendo da lei municipal, pode chegar a até 4%.
É importante também checar os casos de isenção. Em geral, aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS não precisam pagar IPTU. Além desses, a maioria das prefeituras possui um valor venal mínimo definido para que o imóvel tenha a incidência do imposto.
Imóveis cedidos ao governo ou de posse de entidades governamentais estrangeiras, entidades culturais, organizações sem fins lucrativos e agremiações esportivas também podem ser isentos, então vale checar junto à sua prefeitura.

4. No caso de aluguel, quem é responsável pelo pagamento?

Outra das dúvidas sobre o IPTU mais comuns diz respeito ao pagamento do imposto no caso de imóveis alugados. Quem é responsável: locatário ou locador do imóvel?
O IPTU, como falamos, é o imposto sobre a propriedade do imóvel, ou seja, ele é devido pelo cidadão que possui um imóvel registrado em seu nome. Diante da prefeitura, portanto, o locador é responsável pelo pagamento do imposto. Contudo, este pode repassar a cobrança ao locatário, conforme previsto na Lei das Locações.
Vale dizer que esse repasse precisa estar previsto no contrato de locação do imóvel, caso contrário, quem aluga o espaço não terá obrigatoriedade de fazer o pagamento do valor referente ao imposto.
Mesmo que a cobrança esteja devidamente registrada em contrato, é importante que o locador faça o pagamento junto à prefeitura, para somente depois fazer a cobrança do locatário junto ao aluguel ou de outra forma que esteja previamente combinada entre as partes.



5. O que é IPTU progressivo?
Poucas pessoas já ouviram falar do IPTU progressivo, o que pode gerar penalidades extras em cima do valor pago do imposto. O IPTU progressivo é uma ferramenta que a entidade municipal utiliza para combater a especulação imobiliária e incentivar a ocupação inteligente dos espaços na cidade.
Estabelecido pelos artigos 156 e 182 da Constituição Federal, a chamada “progressividade no tempo” estabelece o aumento ao longo dos anos do valor cobrado de IPTU em cima de um imóvel cujo proprietário não dá destino adequado. Por exemplo: imóveis abandonados ou terrenos vazios sem edificações.
As áreas sujeitas à aplicação do IPTU progressivo são definidas pelo Plano Diretor do município — política de desenvolvimento obrigatória para cidades com mais de 20 mil habitantes. O plano também estabelece os critérios para definição da subutilização do imóvel de acordo com cada região.
Agora que você conhece as respostas para as principais dúvidas sobre o IPTU, já pode garantir o menor pagamento possível do imposto na sua cidade e o melhor investimento para o seu bolso.

Fonte: BR House

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Como funciona o aluguel de garagem em apartamentos



Deixar o carro “dormir” na rua pode ser um motivo de grande preocupação para quem mora em apartamento mas não tem vaga para estacionar. Seja por possuir uma vaga disponível no condomínio ou porque seu apartamento não possui uma vaga, o aluguel de garagem pode significar um alívio para quem tem preocupação com a segurança do seu patrimônio.
Para realizar o aluguel de garagem é preciso, primeiro, ter disponibilidade de uma vaga na garagem, já que a maioria dos condomínios não se opõe a essa prática. Depois, é preciso tomar alguns cuidados jurídicos para evitar complicações futuras e sobre os cuidados que falaremos neste post.

Conheça quais os tipos de vaga disponíveis no seu condomínio

Geralmente, já que você mora ou se já possui uma vaga no prédio, irá conhecer mais a respeito da natureza da vaga. Porém, se você está avaliando para compra ou locação deve descobrir qual o tipo de garagem do condomínio.
Existem vagas indeterminadas, ou seja, a convenção do condomínio determinou que não existe local fixo para estacionar. A prioridade será de quem chegar primeiro e caso você precise usufruir do aluguel de garagem nessa condição, será preciso discutir também com o síndico.
A solução, às vezes, é alugar uma vaga em uma casa próxima do seu apartamento, desde que haja possibilidade. Ou mesmo em um estacionamento próprio para isso.
Por outro lado, na vaga determinada, o aluguel de garagem será facilitado, pois sua localização é fixa, ela consta na escritura do imóvel e o proprietário poderá inclusive, gerar um contrato para locação do espaço.
Conhecer a vaga também significa visitá-la para saber qual é a sua localização, se está próxima de colunas e também se ela é coberta ou não.

Como deve ser um contrato para alugar uma vaga de garagem

O contrato para validar um aluguel de garagem deverá, a exemplo de um contrato de locação, conter a finalidade do documento, o endereço e a localização da vaga, os valores acordados entre ambos, bem como juros e multas por atraso, se assim forem acordadas.
O proprietário poderá pedir que conste uma cópia do documento do veículo do locadorque for ocupar a vaga. Caso hajam mais veículos que venham a ocupar a vaga em sistema de rodízio, o proprietário deverá ser avisado e poderá pedir cópias dos outros automóveis também.

Existe diferença de tamanho em vagas de garagem?

Aos olhos desatentos, vagas de garagem em condomínio são todas do mesmo tamanho. Mas devido à necessidade do aproveitamento de espaço, as vagas variam entre P, M e G.
Vagas pequenas não acomodam bem nem um carro popular e não servirão para você caso seu automóvel seja um moderno sedan ou mesmo um SUV. Para casos como esse, vale, mais uma vez, conhecer a vaga antes de fechar o aluguel e procurar uma nova garagem caso essa não sirva.

E qual o preço justo para pagar por um aluguel de garagem

O cálculo do valor do aluguel de uma vaga costuma ser aleatório e variar segundo aqueles praticados no condomínio. O valor da taxa de manutenção do condomínio e a localização do imóvel serão fatores que influenciarão o valor do aluguel da vaga.
Mas existe uma forma mais prática e precisa de se calcular o valor do aluguel da vaga: aproximadamente 1% sobre o valor total pago pelo espaço.
Digamos que um proprietário pagou R$ 30 mil pela sua vaga. Para realizar o aluguel da garagem, o valor cobrado será algo em torno de R$ 300, o que é um ótimo investimento em comparação com algumas aplicações.
Existem vagas mais sofisticadas, com espaço para depósito de ferramentas ou mesmo garagens que, mesmo em condomínios, são fechadas e privativas. São raros os casos, mas quando uma vaga dessa estiver disponível, o proprietário vai determinar o valor.

Fonte: Viva Real

terça-feira, 10 de julho de 2018

Flats se reinventam e influenciam novos empreendimentos no mercado

A palavra “flat” caiu em desuso. O termo ficou famoso no Brasil na década de 1970 ao ser usado para designar um residencial com serviços hoteleiros, mas perdeu o apelo de sofisticação e virou sinônimo de mico no mercado imobiliário, depois da bolha enfrentada no início dos anos 2000.
Com super oferta, a taxa de ocupação ficou em 25%. “Foi tenebroso, muito aquém da expectativa”, conta o vice-presidente de Assuntos Turísticos Imobiliários do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Caio Calfat.
De 2004 a 2009, não foram lançados novos produtos em São Paulo. Somente a partir de 2010, nos prelúdios da Copa do Mundo no Brasil, a produção retornou. O Relatório Anual 2017 da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp) identificou 5.339 novos quartos na cidade até o final de 2014. De lá para cá, os lançamentos foram ínfimos. Ainda assim, a proprietária da imobiliária Olivver Flats, Shirley Sorvilo, afirma: “Estamos saindo paulatinamente dessa crise”.
Apesar do histórico negativo, a demanda por serviços que atendam às necessidades de uma rotina cada vez mais desgastante em um importante polo de negócios como São Paulo continuou crescente. Com isso o segmento se mantém ativo, mesmo com os poucos lançamentos registrados a partir de 2014.
Ao mesmo tempo, na tentativa de se renovar, o mercado passou a reforçar o uso de outras denominações para esse tipo de empreendimento: estúdios, residenciais com serviços, apartamentos long-stay, condo-hotéis. Cada um deles possui suas características próprias, mas todos convergem para um mesmo ponto: assim como o flat, oferecem diferentes facilidades e serviços aos seus ocupantes.
“É muito prático para quem vive viajando. Eu tranco a porta e viajo feliz”, afirma a arquiteta Vivian Coser, 35 anos. Natural do Espírito Santo, ela vive em um condo-hotel localizado no Jardim Paulista há mais de dois anos. Diariamente, há serviço de arrumação e limpeza de seu quarto de 40 m².
O tamanho reduzido é próprio desse tipo de empreendimento. Segundo a Embraesp, a área média tem caído expressivamente desde 2013, alcançando 30,84 m² no ano passado. “São compactos. Há a partir de 10 m²”, informa Alexandre Frankel, dono da construtora Vitacon, que atua no segmento.
Para o engenheiro civil Luiz Antônio Araújo, de 72 anos, o espaço reduzido foi uma desvantagem.“O tamanho me obrigou a fazer uma revisão de hábitos antigos.” Ele, no entanto, viveu por três anos em um flat, cheio de facilidades, no Ibirapuera. Na taxa mensal, estavam inclusos: mobiliário e eletrodomésticos, água, TV por assinatura, gás, limpeza, arrumação de cama, manutenção, serviço de valet, vaga na garagem, segurança e portaria 24 horas.
Desmistificando a ideia do executivo que vive de quarto em quarto, o público desse segmento imobiliário é variado. Douglas Nobre, de 22 anos, é digital influencer e mora com uma amiga em um estúdio de 37 metros quadrados na Vila Clementino. “Minha mãe foi embora para Minas Gerais, mas eu fiquei porque minha vida toda está aqui”, afirma.
Pessoas de outros Estados em moradia temporária na cidade formam o perfil clássico de quem procura residenciais com serviços. A avaliação é do gerente comercial da MAC Construtora, Ricardo Pajero, que trabalha com empreendimentos long-stay (veja Glossário abaixo).
Além deles, Pajero ressalta outro nicho: “Chamamos de jovem ‘vida leve’. São pessoas que utilizam a tecnologia a seu favor, contratam serviços por aplicativos, não usam carro no dia a dia e otimizam os recursos”.
Diferentemente dos investidores, a dentista Talita Helfenstens, de 30 anos, adquiriu um estúdio de 33 m² no Brooklin Paulista para morar. Tomou a decisão depois de se surpreender positivamente com a estrutura das áreas comuns do condomínio. “Os serviços hoteleiros foram um plus”, diz.
O Brooklin está entre as regiões que mais concentram produtos do segmento. Além dele, estão Paulista, Itaim Bibi, Vila Olímpia, Berrini, Faria Lima, Jardins e Moema. “O forte é a zona sul”, garante Shirley.
Valores – Levantamento do portal Imovelweb, que informa possuir cerca de 45 mil anúncios de imóveis do tipo, apurou que o preço médio para locação de um flat de até um dormitório é de R$ 2.737,00. Para venda, o valor é R$ 386.645,00.
“É caro, compromete uma parte bem razoável do meu salário”, admite o analista de negócios Leandro Kojima, de 29 anos, que, no entanto, diz que vale a pena. Além do aluguel, quem pretende morar em um desses empreendimentos deve se preparar para a taxa condominial. Segundo Shirley, o valor médio do condomínio fica em torno de R$ 1.200 mensais.
Pajero, entretanto, afirma ser possível manter os serviços sem elevar muito o custo. “Como os apartamentos estão menores, os projetos possuem mais unidades e o rateio destas despesas não encarece tanto a taxa de condomínio.”
Bolha – O fenômeno dos flats chegou ao Brasil em meados de 1974, em Copacabana. O produto posicionado para a classe média alta trazia como diferencial uma extensa lista de serviços hoteleiros.
Os empreendimentos foram bem sucedidos no mercado. A taxa de retorno do investimento dos flats chegou, segundo as Embraesp, a 1,3%. Ou seja, o aluguel cobrado correspondia a esse porcentual do valor de venda da unidade. Para um apartamento padrão, naquele período, o retorno variava entre 0,3% e 0,5%.
A possibilidade de investimento imobiliário lucrativo fez com que a oferta crescesse. Na década de 1990, a quantidade de quartos de flats na capital paulista se igualou às habitações disponíveis em Nova York. Cerca de 30 mil novas unidades foram introduzidas no mercado.
O resultado foi a desvalorização dos empreendimentos no início dos anos 2000. “Alguns empreendimentos não chegaram nem a abrir, porque mantê-los aberto era mais custoso do que deixar o patrimônio fechado”, relembra o professor do Núcleo de Real Estate da Poli-USP, João da Rocha Lima Jr. (Jéssica Díez Corrêa, especial para O Estado).
Fonte: Blog Moving

sábado, 7 de julho de 2018

Aplicativo de imóveis: 8 opções que te ajudam em suas escolhas


Você sabia que existem aplicativos de imóveis que ajudam os usuários a passar por todas as etapas que envolvem a compra ou o aluguel de um local? Esses apps podem auxiliar, por meio de smartphones ou tablets, tanto na busca do imóvel ideal quanto na hora da decoração e detalhes finais no ambiente, como ao pesquisar as cores mais adequadas para tipos de cômodos e mostrar como aplicá-las.
Para tornar esse momento mais prático e certeiro, resolvemos relacionar alguns dos aplicativos de imóveis mais bem avaliados e baixados pelos usuários em seus dispositivos móveis. Confira nossa seleção!

1. Moving — Busca de Imóveis

Se você está no processo de busca de um imóvel — seja para alugar ou para comprar — encontra no Moving Imóveis um bom auxílio. Por meio dele é possível escolher o local mais adequado às suas necessidades.
Com o Moving é fácil encontrar muitas ofertas de imóveis para comprar e alugar, tanto novos quanto usados —  são casas, apartamentos e até lojas comerciais. A partir de alguns filtros definidos pelo usuário, como localização, quantidade de cômodos, vagas na garagem, valores de aluguel e condomínio, o app sugere opções compatíveis, aumentando as chances de encontrar o imóvel ideal.
Além disso, você pode visualizar suas escolhas por meio de fotos detalhadas, ajudando a identificar os locais mais interessantes e com melhor custo-benefício. Fácil, não é mesmo?
App gratuito | Download: Android | iOS

2. Houzz Interior Design Ideas — Decoração

O aplicativo é indicado para usuários que querem decorar ou redecorar a casa. O Houzz Interior Design Ideas conta com um vasto acervo de produtos em 3D, servindo como inspiração para quem têm dúvidas sobre o que escolher e como combinar os itens de decoração.
Para ajudar na visualização, o app permite a inserção desses itens — todos em alta resolução — nos ambientes que o usuário deseja decorar, ajudando a decidir o ornamento das cores, os tipos de objetos presentes no local e as combinações possíveis.
Além disso, o Houzz conta com outros recursos bem interessantes, como a funcionalidade “esboço”, que serve para anotar e desenhar sobre as fotos, marcando ideias e possibilidades.
Por fim, o app também disponibiliza excelentes sugestões e dicas sobre decoração, como os melhores pisos de acordo com cada ambiente, iluminação e possibilidades de combinar as decorações com os gostos dos moradores.
App gratuito | Download: Android | iOS

3. Coral Projetos — Cores

Não é interessante saber previamente como ficarão os ambientes em determinada cor?
Com o app Coral Projetos é possível escolher os melhores tons para os espaços de sua casa. Para isso, basta tirar uma foto do cômodo em si e alterar as cores no smartphone ou tablet, realizando testes para escolher os tons adequados.
Com uma interface muito simples, o Coral Projetos garante uma excelente experiência para o usuário, possibilitando as escolhas a partir de pesquisas na paleta da Coral. O app também permite que o usuário selecione suas próprias fotos e trabalhe em uma tela livre e interativa na qual poderá fazer anotações.
Muito utilizado por decoradores a arquitetos, o aplicativo presta um grande auxílio nos momentos de decidir sobre as cores mais indicadas para cada um dos projetos.
App gratuito | Download: Android | iOS

4. iHandy Level — Nível Digital

Muita gente nem sabe a função dessa ferramenta muito utilizada por diversos profissionais. O prumo ou nível — usado na construção civil — nada mais é do que um medidor de nível das superfícies e de objetos.
Uma boa aplicação na decoração para essa ferramenta é na hora de distribuir os quadros na parede — ela indicará se estão nivelados ou tortos, deixando tudo perfeito. O iHandy Level é um nível digital, ou seja, você nivelará tudo em sua casa utilizando seu smartphone. Simples assim!
Por tudo isso, o iHandy Level é um dos aplicativos de imóveis mais úteis e muito baixado, conta com uma interface bem intuitiva e fácil de utilizar. O usuário tem que posicionar seu dispositivo sobre o objeto que será mensurado, e ele lhe dará o percentual de nivelamento em poucos segundos.
App gratuito | Download: Android | iOS

5. Photo Measures — Espaço

O app possibilita que você fotografe determinado ambiente e anote suas medidas. É muito útil ao mobiliar e decorar a casa e evita que você erre na dimensão dos elementos decorativos e de móveis na hora da compra.
Mas, vale lembrar que o Photo Measures não calcula as medidas, você terá que anotá-las sobre as fotos. Ele também permite que o usuário indique ângulos e volumes de um determinado espaço, deixando tudo registrado.
Conta com duas versões, a gratuita e a paga. No entanto, é possível fazer um teste baixando a versão gratuita antes de adquirir o pacote completo.
App gratuito | Download: Android | iOS

6. Homestyle Interior Design — Decoração

Esse aplicativo tem a funcionalidade de decorar virtualmente os ambientes, também permitindo fotografar os espaços da casa e adicionar os móveis e elementos decorativos em 3D. Você pode incluir qualquer item de apoio, como tapetes, luminárias, móveis, entre outros.
Outro recurso bem interessante do Homestyle Interior Design é o teste de pisos e revestimentos de parede para entender qual combina mais com a decoração. Além disso, o app dá sugestões sobre tendências e estilo.
App gratuito | Download iOS

7. MagicPlan — Planta Virtual

Com o aplicativo é possível obter a planta virtual da casa —  também fotografando os espaços. O app medirá automaticamente o ambiente e, após esse primeiro passo, o usuário poderá começar a decorar os cômodos da casa, adicionando objetos e móveis conforme necessidade.
No entanto, o MagicPlan oferece itens limitados para o usuário, que precisa comprar o aplicativo se quiser acrescentar objetos. O programa é muito utilizado por decoradores, arquitetos e corretores de imóveis.
App gratuito | Download: Android | iOS

8. Emolduras — Quadros

Para muita gente, pendurar os quadros harmoniosamente na parede não é uma tarefa fácil. Para isso, o app Emolduras pode ser muito útil, visto que, além de ajudar na escolha da moldura ideal, combina estilos.
Para utilizá-lo, o usuário deve fotografar os quadros que serão organizados combiná-los entre si. O aplicativo tem várias molduras em seu acervo, que pertencem ao criador do app: a loja Everaldo Molduras. Porém, a maior vantagem do uso é o posicionamento das fotos dos quadros no espaço onde serão pendurados, oferecendo uma noção prévia.
O app também permite que o usuário receba orçamentos da loja sem sair de casa. Muito útil e prático, não é mesmo?
App gratuito | Download: Android | iOS
Como você pôde ver, existem muitos aplicativos de imóveis que colaboram desde com o aluguel e a compra da casa até a decoração e a colocação de quadros na parede. No entanto, vale ressaltar a importância da opinião de profissionais da área, como arquitetos e decoradores que podem contribuir muito para que sua casa fique ainda mais bonita!

Fonte: Blog Moving

O home office continua a agradar? Veja com Sandra Ramos:

   Passados vinte meses desde o início da pandemia, algumas pessoas nem mais se recordam de como eram suas rotinas com o trabalho presencial...