sexta-feira, 15 de março de 2019

Conheça dicas para colocar seu imóvel à venda com segurança


A negociação imobiliária é um processo que normalmente gera muitas dúvidas para as pessoas que não lidam diariamente com esse assunto. Já refleti aqui no blog sobre vários passos importantes quando se decide comprar um imóvel.
Hoje, porém, quero conversar com vocês sobre o processo inverso, que também requer muita atenção. Você decidiu vender um imóvel, e agora, o que fazer? Conheça seis dicas para colocar seu imóvel à venda com segurança. Acompanhe!



1. Orientação qualificada diminui riscos
A pesquisa é o primeiro e mais importante passo no processo de venda de um imóvel. É o seu comportamento aqui que vai direcionar o resultado da comercialização. Por isso, o planejamento é peça fundamental.
O ideal é ter seus objetivos bem definidos e buscar uma imobiliária ou um corretor credenciado que tenha as melhores condições de atender as suas expectativas. A orientação qualificada diminui as possibilidades de frustrações.
Lembre-se que a empresa ou profissional contrato será o representante legal que falará sobre o seu imóvel e forma como ele será apresentado está diretamente ligada ao sucesso da venda. Sendo assim, é necessário estabelecer uma relação de confiança.

2. Exclusividade gera comprometimento
Após escolher o representante legal do seu imóvel, uma dica importante é optar pela exclusividade na venda. Muitas vezes tem-se a impressão de que a comercialização será mais rápida ao deixar um imóvel sob os cuidados de várias empresas. Contudo, na prática, a realidade é outra.
Já vi casos de clientes que visitaram um mesmo imóvel que estava sob a responsabilidade de diferentes imobiliárias nos quais os preços informados foram conflitantes. Essa situação diminui a credibilidade do seu imóvel e prejudica a venda.
A exclusividade gera um maior comprometimento e significa ter um atendimento personalizado e prioritário. Além disso, evitam-se os erros nas informações passadas aos potenciais compradores.
Quando se cadastra um imóvel em exclusividade, as informações são alinhadas entre as partes, o que aumenta as possibilidades de um bom negócio. É o beneficio é tanto para a imobiliária e os corretores que contarão com informações corretas e assim terão melhores condições de vender o imóvel, quanto para o vendedor que poderá ter mais mecanismo para cobrar um bom resultado.
Indico um período mínimo de exclusividade de 60 a 90 dias para que possa ser desenvolvido um trabalho bem planejado.

3. A frequência e a qualidade na divulgação fazem toda diferença
O seu representante legal é responsável por anunciar o seu imóvel. Por isso, é bom pesquisar quais são as ferramentas de comunicação disponíveis por seu contratado para dar publicidade à sua propriedade.
Um bom profissional mantém um cadastro atualizado em seu site com imagens, plantas, mapas e informações relevantes sobre os imóveis. Sendo assim, verifique quais sites oferecem as melhores condições de divulgação, analisando, por exemplo, em quais as informações estão mais claras, qual tem a melhor navegação.
Quando a comercialização é fechada com exclusividade, o vendedor tem ainda mais vantagens, pois pode exigir uma maior frequência de anúncios.



4. Segurança em primeiro lugar
Depois de conhecer o imóvel por meio dos canais de comunicação disponíveis e identificar se a propriedade atende as suas necessidades, chega a hora do potencial comprador visitar o imóvel. As próximas três dicas dizem respeito à atenção que se deve ter quando se chegar a essa etapa.
A primeira delas trata-se da segurança. Infelizmente, vivemos em uma sociedade muito insegura e devemos estar atentos às pessoas quem entram em nossa casa.
Sendo assim, solicite da imobiliária a relação dos corretores que podem visitar o seu imóvel e exija a identificação desse profissional no momento da visita. Verifique se esse corretor possui um crachá, por exemplo, e se o nome dele realmente consta na relação da imobiliária.
Além disso, principalmente se você ainda reside no imóvel, é fundamental que você seja informado com antecedência sobre a data e o horário em que o corretor levará o comprador a sua propriedade.

5. A percepção visual é um dos principais influenciadores da compra
“A primeira impressão é a que fica”: o ditado é antigo, porém muito atual. As pessoas que irão visitar o seu imóvel estão em busca da realização de sonho e assim todos os detalhes são potencializados no momento de reconhecimento do ambiente.
Sendo assim, é importante deixar o seu imóvel preparado para a venda, reparando possíveis danos, mantendo-o organizado, limpo, bem iluminado e arejado. Já vi clientes que encontram o imóvel adequado ao seu perfil, mas deixaram de fechar o negócio porque o ambiente estava desorganizado e não houve um encantamento na hora da visita.

6. Disponibilizar cópias de documentos agiliza o processo e gera mais satisfação
Deixar o imóvel preparado para venda vai além de mantê-lo organizado. Isso diz respeito também à documentação da propriedade. Certifique-se da regularização da documentação de seu imóvel.

Hora de devolver o imóvel. E agora?


Ao devolver o imóvel para o proprietário, o inquilino deve se certificar de que vai entregá-lo da mesma forma que o encontrou no início do contrato. Mas na hora de cumprir o que está na lei do inquilinato, podem surgir algumas dúvidas em relação aos procedimentos de entrega, das responsabilidades de cada um e sobre como se resguardar dos eventuais abusos cometidos pela outra parte.
Para evitar problemas nessa hora, deve ser feito um laudo de vistoria assim que o contrato é firmado. Inquilino e proprietário devem listar todas as condições de conservação do imóvel, como o estado da pintura, do piso, do carpete, das portas e de eventuais móveis, além de fotografar cada detalhe. Esse laudo se torna parte integrante do contrato de locação, e é baseado nele que o inquilino vai ajeitar o imóvel para a entrega, quando for embora.

Na hora de devolver as chaves ao locador, o inquilino deve fazer os devidos reparos a fim de deixar o imóvel como estava no início do contrato. Se a pintura era nova, será preciso pintar novamente, da mesma cor; se o carpete era novo, ou se estava limpo, será preciso mandar lavá-lo – e se houver algum dano, até trocá-lo. Qualquer dano deverá ser reparado, mas os desgastes que já existiam antes da chegada do locatário poderão permanecer como estão.
Em seguida, deverá ser feita uma nova vistoria, com base no laudo da vistoria inicial e nas fotografias. Se estiver tudo certo, carta branca para a devolução das chaves. Basta o proprietário assinar o recibo de entrega sem ressalvas ou com a observação de que está tudo certo. Esta é a situação ideal.
Os reparos que caem na conta do inquilino são aqueles referentes à manutenção, limpeza e ao desgaste do imóvel – a menos que esses problemas sejam anteriores à chegada do locatário. Se o problema for estrutural – um entupimento do prédio que afetou os canos do apartamento, ou mesmo uma infiltração não constatada na hora de fazer o laudo inicial – a responsabilidade pelo conserto é do proprietário. Nesse caso, ou o locador paga o conserto, ou abate o valor do aluguel.

quinta-feira, 14 de março de 2019

Porque você não deve comprar ou vender um imóvel sem corretor?


Quando o assunto é a maior decisão econômica da sua vida, é melhor estar bem preparado né? Nesse momento um aconselhamento profissional é mais que necessário, por isso no post de hoje vamos falar da importância de ter um
corretor te auxiliando no momento da compra ou venda de seu imóvel.

Profissionais capacitados
Processos de compra e venda requerem conhecimento especializado, a burocracia é grande e você pode acabar se atrapalhando nesse processo. O profissional da área conhece os termos e os prazos para que seu negócio seja
concluído.
NegociaçãoParte do trabalho de corretagem é negociar, tanto valores quanto prazos. Você pode acabar encontrando muita competição, e acabar não conseguindo um bom negócio, e é neste momento que o corretor vai te auxiliar.
Informação
O corretores sempre vão ter mais opções para te oferecer, mesmo com a internet, nada supera o conhecimento que um profissional tem sobre o bairro em qual trabalha.
Ética
Busque por corretores que tenham o CRECI, dessa maneira você terá a certeza de que ele é um profissional sério, que trabalha dentro da lei de forma ética, em âmbitos sociais, econômicos e políticos.
Contatos
Além de negociar o corretor também pode te orientar em outro quesitos como, negociação com bancos, corretores de hipoteca, advogados imobiliários, inspetores residenciais e até designers de interiores.
Garantia
Além de todos esses pontos positivos, você deve levar em consideração que este serviço é o trabalho dos corretores, eles vão sempre buscar por excelência na entrega, e quem se beneficia com isso é você.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Permuta de imóveis: saiba o que é e como funciona


Colocar o imóvel à venda sempre é um processo que exige cuidado, paciência e disposição de tempo, assim como é o procedimento para encontrar o imóvel ideal para comprar. Porém, essas não são as únicas opções para ter um novo lugar para morar, há possibilidade de utilizar a permuta de imóveis.

Nessa forma de contrato, as partes se obrigam mutuamente a dar uma coisa por outra de valores equivalentes. Saiba como funciona e os cuidados que devem ser tomados para que a negociação não traga dor de cabeça no futuro.
Diferente da compra e venda, a permuta de imóveis não exige que o pagamento seja feito em dinheiro, mas, sim, através de bens equivalentes. Em muitos casos, no entanto, existe a possibilidade de pagar a diferença em dinheiro. A permuta se aplica a qualquer tipo de imóveis, terrenos, casas, apartamentos e imóveis a serem construídos.
“Por exemplo, se uma determinada pessoa possui um terreno e outra pessoa tem interesse nesse terreno para construção de um prédio, ao invés de pagar pelo mesmo em dinheiro, poderá pagar em unidades prontas.
Existe ainda a possibilidade do pagamento ser feito com bem acompanhado de pagamento em dinheiro. Nesta hipótese, a esse pagamento em dinheiro dá-se o nome de torna”, esclarece a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários.
Um dos principais cuidados que devem ser tomados caso a escolha seja pela permuta de imóveis diz respeito ao tipo de contrato. “Deve-se atentar que, no caso de permuta de bens imóveis, o contrato deverá ser feito por escritura pública, deverá constar de forma clara a data da entrega dos bens e a responsabilidade pelos tributos.
Enfim, deve-se tomar as mesmas precauções dos demais contratos de imóveis”, afirma a advogada. Já Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato de Habitação de Pernambuco (Secovi-PE), lembra que a burocracia é inerente a toda aquisição de um imóvel. “É preciso fazer a escritura, que custará entre 4% e 6% do valor do imóvel”, completa.
Entre as vantagens, enumera Daniele Akamine, a principal é sobre a tributação. “Quando não existe torna na permuta, o negócio ficará isento da tributação do imposto de renda, uma vez que se entende que os imóveis permutados possuem o mesmo valor monetário”, diz. Porém, ela ressalta que o ponto negativo é que existe a possibilidade de sobrevalorização dos imóveis.

Mercado

Para Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato de Habitação de Pernambuco (Secovi-PE), a permuta entre dois imóveis não é prática tão comum no mercado atualmente. “Existem alguns requisitos a serem cumpridos na escolha de um novo apartamento ou casa, como a localização e também o tamanho.
Isso porque pode acontecer de a pessoa ter um imóvel de dois quartos e querer passar para um de três. E estes requisitos precisam bater de ambas as partes e não é algo corriqueiro. Porém, pode não existir uma tendência de mercado, mas é possível que aconteça”, afirma.
Por isso, ele acredita que o mais comum, nestes casos, é que o proprietário tenha um imóvel e venda para adquirir o próximo. “Quando ele quer dar um upgrade, ele vende o imóvel dele e, com o dinheiro, dá entrada no outro. É mais fácil ele fazer isso de vender e comprar outro”, acrescenta Elísio.
Mas existe a possibilidade de, na permuta, trocar imóveis de valores diferentes, desde que seja paga a diferença. Em muitos casos, esse tipo de permuta é aceita quando o novo proprietário não pretende morar no imóvel e usar para locação e ainda ganha um dinheiro.
Porém, o presidente do Secovi-PE acrescenta que um outro tipo de permuta de imóveis é mais comum no mercado, que é a troca de áreas por imóveis construídos. “Este tipo de mercado é mais corriqueiro. Até porque hoje, para quem tem um terreno e pode esperar pela construção do imóvel, é melhor fazer a permuta do que vender porque, no final, valoriza mais. É uma questão objetiva e matemática”, diz.
“A permuta em área para a construtora tem o custo da construção e depois que ele recebe o imóvel vai vender pelo preço de mercado”, complementa Elísio Cruz Júnior.

Fonte: Zap Imóveis

terça-feira, 12 de março de 2019

Veja as diferenças entre fiador, seguro-fiança e garantia de aluguel


Na hora de alugar um imóvel, são exigidas medidas que garantam ao proprietário que o pagamento será realizado até o fim do contrato. A opção mais comum é a indicação de um fiador, primeiro porque é uma possibilidade segura e segundo porque não gera custos adicionais ao proprietário e ao inquilino.

Porém, nem sempre é possível utilizar essa opção como forma de garantia, já que algumas regras precisarão ser cumpridas. Como opções, existem ainda o seguro-fiança e a garantia de aluguel. Conheça a diferença entre as três possibilidades.


Seguro-fiança
Se o inquilino não tem a possibilidade de conseguir um fiador, uma outra opção é fazer o seguro-fiança, oferecido pelas seguradoras. O inquilino vai precisar pagar um valor mensal para garantir que as despesas serão cobertas em caso de não pagamento do aluguel.
Para o proprietário do imóvel, esta opção é bastante vantajosa principalmente porque, em caso de inadimplência, o seguro começa a pagar o aluguel imediatamente, enquanto que com fiador o pagamento só é realizado após o processo judicial. Para receber, o proprietário precisará notificar a falta de pagamento para ser ressarcido.

Porém, este recurso não é tão utilizado porque ele pode pesar no bolso do locatário. O futuro morador do imóvel vai pagar uma taxa, que pode chegar ao valor de um aluguel ou até mesmo um aluguel e meio por ano. E esse valor não será devolvido no final do contrato, como acontece com a garantia de aluguel. “Para o proprietário, esta opção é mais cômoda porque ele vai receber de todo jeito da seguradora. E se o inquilino não tem um meio de dar a garantia necessária para alugar o imóvel, vai ter que arcar com o ônus de pagar o seguro fiança”, ressaltou Manoel da Silveira Maia, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ).


Fiador

Na hora de fazer o contrato, se a opção for por um fiador, serão exigidos vários documentos que comprovem a possibilidade de a pessoa se tornar fiadora. Não é exigido ter grau de parentesco, mas algumas regras devem ser cumpridas. Uma delas é que o fiador deve possuir um imóvel próprio em seu nome e na mesma cidade onde o apartamento e casa será alugado. Também é exigida a comprovação da renda. Normalmente esse processo é um pouco mais lento do que os demais porque exige a análise da Em caso de inadimplência do inquilino, o proprietário pode demorar para conseguir acertar as contas porque ele vai precisar entrar com uma ação judicial para cobrar o valor devido do fiador. Porém, esta se torna uma possibilidade praticamente inviável para quem está se mudando para uma cidade nova e não tem parentes e nem um círculo de amizade fortalecido que possa assumir esse risco.

“A fiança depende de um terceiro, pessoa natural ou jurídica, que pague se o inquilino deixar de fazer. Mas está cada vez mais difícil encontrar quem se disponha a isso”, explicou Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

Para André Callou, presidente do Conselho Consultivo da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE), o fiador precisa ser uma pessoa próxima ao inquilino. “Mesmo que o locatário tenha algum fiador para indicar, em alguns casos o seguro-fiança se torna uma opção mais interessante porque evita qualquer tipo de atrito nas relações entre o inquilino e o fiador em caso de inadimplência. Ou seja, pode ser algo mais saudável”, ressaltou.

Garantia de aluguel
Uma terceira possibilidade é a garantia de aluguel. Neste caso, o inquilino vai precisar fazer um pagamento adiantado na hora de locar o imóvel. O valor que será usado como garantia pode chegar ao equivalente a três meses de aluguel, valor estipulado dentro da lei, mas é preciso estar no contrato. Esta possibilidade é vantajosa para o inquilino porque, ao término do contrato, ele pode reaver o valor, caso não exista nenhum dano no imóvel e não tenha necessidade de qualquer manutenção.


segunda-feira, 11 de março de 2019

Confira a documentação para compra e aluguel de imóveis


A principal dica é entender e priorizar a lista de documentos, a falta deles pode gerar grandes transtornos. Assista ao vídeo e anote todas as dicas:
Se você vai alugar, confira a lista de documentos exigidos: 

Locatário pessoa física

  • Precisa ter mais de 18 anos;
  • RG e CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Comprovante de rendimento igual ou superior a três vezes o valor do aluguel;
  • Caso seja um casal, é necessária a documentação de ambos.

Locatário pessoa jurídica (empresa)

  • Cópia autenticada do contrato social com a última alteração ou consolidação;
  • Cópia do CNPJ e inscrição estadual (se houver);
  • RG e CPF do representante;
  • Comprovante de residência do representante;
  • Informe de rendimentos da empresa

Locador

  • RG e CPF;
  • No caso de ser pessoa jurídica, contrato social, CNPJ e designação de poderes de seus representantes legais;
  • Comprovante de propriedade ou domínio do imóvel.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Saiba como tornar seu condomínio seguro para crianças


Um grande diferencial de um condomínio residencial é a segurança. Pais de crianças pequenas sempre procuram pelo lugar mais livre de perigos possível para seus filhos brincarem de forma protegida. Investir em um sistema de segurança e se preocupar com o bem-estar dos moradores é essencial para um bom síndico. Veja abaixo algumas dicas para tornar o condomínio seguro.

Comunique-se com os responsáveis

O primeiro passo é a comunicação com os pais. Informe que não é aconselhado a circulação de crianças com menos de 10 anos sozinhas. Além disso, a presença dos responsáveis de menores na hora da brincadeira é essencial, pois eles podem evitar eventuais problemas.
Por fim, sempre que possível, alerte os pequenos sobre os perigos e danos que podem ser causados na hora do lazer, como subir em muretas ou pular em grades. Com essa comunicação entre síndico e morador, imprevistos e acidentes podem ser evitados, deixando o condomínio seguro.

Tenha um salva-vidas

As piscinas costumam ser uma das maiores diversões das crianças na área de lazer. Horas e horas são gastas com brincadeiras na água. Mas, com isso, as chances de incidentes, como afogamentos, são maiores.
A presença de um salva-vidas é muito importante para a total segurança não só dos pequenos, como também de todos os moradores. Disponibilizar boias e acessórios de proteção também é uma medida de precaução a ser tomada.

Condomínio seguro tem uma boa portaria

Uma das principais diferenças entre ruas abertas e fechadas é a entrada e saída de automóveis. É de suma importância ter uma portaria eficiente e que possa inibir carros em alta velocidade. Além disso, brincadeiras no meio da rua são muito normais na infância, sendo assim, sempre procure reforçar e monitorar a circulação de veículos.

Use um bom sistema de câmeras e monitoramento

Muitas vezes, acompanhar todos os passos dos filhos é complicado para os pais. Trabalho, tarefas domésticas e outras atividades podem ser empecilhos para o monitoramento em tempo integral.
Pensando nisso, um sistema de câmeras é uma boa pedida para deixar o condomínio seguro, além de supervisionar as crianças. Dessa forma, os responsáveis podem acompanhar de longe as brincadeiras dos seus filhos.

Estabeleça horários

A infância é uma fase em que a diversão sempre está em primeiro plano. Com energia de sobra, muitas vezes o lazer pode se tornar algo inconveniente, incomodando os vizinhos de alguma forma.
Novamente, a comunicação com os pais é um grande passo para ser tomado. Estabelecer um horário para o playground — que geralmente fica entre 9 e 22h — é uma boa solução para evitar eventuais aborrecimentos.
Lembre-se sempre de que um ambiente seguro é um fator diferencial para a escolha de um lugar para morar. Tudo o que foi dito ao longo deste post são os principais pilares para o bem-estar dos moradores. Aplicando esses conceitos, você será o síndico de um condomínio seguro e estará longe de problemas. Gostou? Quer ler mais publicações como essa? Siga a gente nas redes sociais e esteja sempre por dentro das novidades!

O home office continua a agradar? Veja com Sandra Ramos:

   Passados vinte meses desde o início da pandemia, algumas pessoas nem mais se recordam de como eram suas rotinas com o trabalho presencial...