sexta-feira, 24 de maio de 2019

Por que os imóveis residenciais desvalorizam? Saiba as causas e consequências


Os imóveis residenciais costumam passar por um processo de desvalorização ao longo do tempo, como qualquer outro bem. Porém, muitos fatores vão determinar o nível de desvalorização, sendo que a construção, em si, é só um deles. Reformas ou a falta delas, vizinhança e até situação de mercado podem puxar o preço para baixo ou segurá-lo em um bom patamar.
O engenheiro Luiz Borges, proprietário da Construtora Santa Rosa, diz que a depreciação é um processo natural, mas não inevitável. Existem maneiras de frear a desvalorização. “As principais causas são a falta de manutenção básica, acessibilidade, segurança, poucas vagas de garagem e documentação incompleta”, pontua.
Para a designer de interiores Fabiana Visacro, o número de quartos, tempo de uso, falta de opções de lazer, elevador e localização influenciam nessa questão. “São inúmeros fatores, depende também da demanda e do desejo de comprar das pessoas naquele momento”.
Já para o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Santa Catarina (Creci-SC), Antônio Moser, a principal causa para desvalorização dos imóveis residenciais é o excesso de ofertas no mercado imobiliário.

Atenção ao comprar

Antes da compra, para evitar surpresas com desvalorização acentuada de um imóvel, Fabiana Visacro orienta as pessoas a se atentarem se o condomínio tem dinheiro em caixa para arcar com possíveis interferências necessárias no prédio.
“Além disso, a pessoa precisa avaliar se houve modernização da parte elétrica e hidráulica do apartamento, que é sempre importante. Outra coisa a se avaliar é o andar do prédio: se não tem elevador, é interessante dar prioridade aos andares inferiores porque aumenta a liquidez caso precise vender”.
Para Luiz Borges, no primeiro momento, o comprador deve se atentar aos itens básicos do imóvel. “Por exemplo, a documentação legal, como registros e escrituras”.
Valorizar o local
Caso a pessoa compre um imóvel que esteja desvalorizado, o ideal é que sejam feitas, por meio de um arquiteto ou designer de interior, obras de reforma e adequação, “fazendo com que o mesmo agregue mais valor de mercado”, diz o engenheiro.
A designer acha que pequenas intervenções podem ajudar a elevar o preço. “Restaurar pisos com tinta, por exemplo. No caso dos banheiros e cozinhas que têm revestimentos mais antigos, pode trabalhar num estilo vintage com o contemporâneo”.

Veja dicas para escolher um imóvel novo ou usado



Quem tem planos de comprar a casa própria precisa tomar uma decisão importante o quanto antes: escolher um imóvel novo ou usado. Para ajudar nessa tarefa, comparar as vantagens e as desvantagens das duas opções é um bom começo. Confira as diferenças!
Vantagens de comprar um imóvel novo

  • As condições de financiamento são melhores do que nos imóveis usados e o valor de entrada não está entre os mais altos.
  • Se você comprar o imóvel que ainda será construído, você consegue mudar paredes de lugar e modificar a planta.
  • No caso de apartamentos, os novos costumam ter mais opções nas áreas comuns, como quadras, piscinas e salões de festas.
  • Os novos condomínios têm também separação de gastos de luz e água, o que pode ajudar na economia das contas mensais.

Desvantagens de comprar um imóvel novo

  • O acabamento precisa ser feito à parte. “Os custos podem chegar a 20% do valor da própria casa”, alerta a diretora de locação da Associação de Administradores de Bens Imóveis de São Paulo, Moira Regina de Toledo Alkessuani.
  • O comprador precisa ter paciência porque o imóvel não é entregue na hora. Além disso, em muitos casos a obra atrasa e aumenta ainda mais esse prazo.
  • É comum que os apartamentos novos tenham a área menor do que os antigos. Por isso, fique de olho nos números da planta e não se engane.

Vantagens de comprar um imóvel usado

  • Ele costuma ser mais barato que os imóveis novos.
  • Por entrar em acordo com o dono sobre a data de entrega, não existe um tempo longo de espera para a mudança.
  • Os cômodos dos apartamentos antigos costumam ser mais espaçosos.

Desvantagens de comprar um imóvel usado

  • Nos condomínios, a área comum tende a ser menor do que nos novos.
  • É necessário ter um dinheiro guardado. “O comprador precisa dar um valor para a entrada, que costuma ser de 30% a 40% do valor do imóvel”, conta a especialista.
  • Exige cuidado extra com a documentação. “Antes de fechar a compra, é fundamental checar se os documentos estão em dia e se o imóvel não possui dívidas”, ensina Moira.

Qual é o melhor: imóvel novo ou usado?

Isso vai depender dos seus planos e das suas possibilidades. “Para quem deseja mudar logo e não quer arcar com aluguel e parcela do financiamento ao mesmo tempo, eu recomendo o imóvel usado”, afirma Moira. Já os imóveis novos são a opção de quem pode esperar para mudar e quer uma casa com estrutura mais moderna. “Tanto o novo quanto o usado têm vantagens e desvantagens. Por isso, faça sempre a cotação do preço de cada um e analise qual combina mais com o seu perfil”, finaliza a especialista.


quinta-feira, 23 de maio de 2019

Conheça a importância de ser atendido por um corretor de imóveis diplomado com o CRECI



Profissional inscrito no CRECI é o único habilitado para realizar intermediação imobiliária

Fazer tudo sem ajuda é uma opção. Mas atenção: dá trabalho e ocupa muito tempo. Para vender, comprar ou alugar um imóvel, a melhor maneira de evitar dor de cabeça é contar com a ajuda de quem entende do setor: o corretor de imóveis. A assessoria de um profissional com conhecimento do mercado faz diferença.

“O corretor tem um diploma como técnico em transações imobiliárias, conta com um leque enorme de opções de cursos, palestras e programas de capacitação oferecidos pelo Creci”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).
O presidente do Creci-RJ, Manoel da Silveira Maia, destaca que o processo de formação não é simples. “Requer muita atenção e preparo para que a segurança da negociação seja garantida. Os corretores de imóveis devem buscar o aprimoramento de forma constante, para atender com eficiência as demandas da sociedade”.
Maia diz que uma das capacitações mais importantes da profissão é no seguimento de documentação imobiliária, o que auxilia muito os clientes. “É o preparo necessário para atender à população. Dessa forma, acreditamos que estamos atuando na defesa da sociedade e na segurança das negociações imobiliárias”.
Orientação
Viana Neto orienta as pessoas, ao procurar um profissional, a verificar no site do Creci se ele é realmente inscrito no Conselho, quanto tempo está em atividade e se responde a algum processo. A indicação por conhecidos também traz mais segurança para quem contrata o profissional, ressalta ele.
O presidente do Creci-RJ concorda, dizendo que o primeiro passo de quem quer vender, comprar ou alugar um imóvel é buscar um corretor ou imobiliária devidamente registrados no Creci.
“O profissional adequado é aquele que adota uma postura ética, transmitindo todas as informações de maneira correta e conduzindo a negociação com segurança, honestidade e eficiência”.

Fonte: Zap Imóveis

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Laudo de avaliação: conheça o documento que determina valor do imóvel



Análise técnica feita por especialistas é mais utilizada em disputas judiciais em que é necessário saber quanto custa o bem.

Quem vende ou compra um imóvel usa como base para negociação o preço de mercado, sem necessidade da avaliação de um engenheiro, por exemplo. Mas é possível também fazer um laudo de avaliação técnica do imóvel, contratando empresas especializadas.
Esse tipo de serviço é mais usado quando o bem está inserido em ação judicial ou para contratação de seguros. O perito avaliador deve seguir regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), além de analisar a situação mercadológica do imóvel. Ou seja, vai avaliar as características arquitetônicas e comparar a imóveis do mesmo tipo, construídos na mesma época e localização.
“No trabalho constam descrição e documentação fotográfica do imóvel avaliado, metodologia, pesquisa de elementos realizada na região, cálculos para obtenção do valor de venda, grau de precisão e fundamentação”, explica a engenheira civil Thais Silveira, sócia da empresa PERIM – Perícias e Avaliações Imobiliárias.

“O laudo é feito por um ou mais profissionais regularmente inscritos no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), se engenheiro, ou de Arquitetura e Urbanismo (CAU), se arquiteto”, afirma Matheus Silva Pereira, sócio da Perfectum Serviços de Engenharia Ltda, também especializada na área.
Importância
O laudo de avaliação serve como prova técnica de valor. É exigido nos processos judiciais envolvendo valores controversos, como em ações para revisão de contratos de locação. “Também nos casos incorporação, fusão, cisão, dissolução de sociedades ou ajustes de avaliação patrimonial”, detalha Pereira.
A engenheira Thais Silveira diz que, no laudo, várias questões técnicas são observadas por profissionais da área de construção, que poderiam passar despercebidas por outras pessoas.
Segundo ela, o custo do documento varia de acordo com o caso. “Os honorários podem ser determinados pelo regulamento do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia em função do tempo despendido, capacidade técnica do profissional e localização do imóvel”.

Fonte: ZAp Imóveis

terça-feira, 21 de maio de 2019

Crianças em condomínios: 3 dicas de segurança


Tem filhos e vai morar em um condomínio? Então confira essas dicas para escolher o melhor imóvel

Crianças exigem cuidados extras em todo o lugar, mas se você vai morar em condomínio, é sempre bom conhecer algumas dicas para avaliar o local (se for comprar ou alugar), ou pedir modificações, se você já for proprietária em um condomínio. 
Para um condomínio seguro é importante que a estrutura do edifício seja projetada para receber crianças. Os lugares que necessitam de mais atenção são os playgrounds e piscinas.

Confira algumas dicas de segurança:
- Não correr perto das piscinas, por causa dos pisos escorregadios que podem causar acidentes. Na verdade, o essencial é que as crianças não tenham acesso a essa área sem supervisão de adultos. A área da piscina deve ser cercada e o portão deve ser mantido trancado.

O importante é que o condomínio tenha regras rígidas - estabelecidas em assembleia - para o uso da piscina, lembrando que o síndico responde civil e criminalmente por tudo o que acontece no empreendimento. Portanto, é fundamental que tenha total controle sobre a manutenção, limpeza e funcionamento da área da piscina.

- A ABNT possui normas técnicas para segurança de parquinhos. Os parquinhos do condomínio devem seguir essas regras para evitar acidentes.

- Crianças não devem brincar dentro ou próximo das garagens. Pois há circulação de carros, o que é um risco para as crianças. Os motoristas de condomínio também devem ter muita atenção ao dirigir ou manobrar o carro para evitar atropelamentos.

- É sempre bom lembrar da proteção nas janelas para quem mora em apartamento. Telas de proteção são essenciais e precisam ser instaladas desde o primeiro dia da criança na casa.


segunda-feira, 20 de maio de 2019

conheça as diferenças entre Fiador, seguro-fiança e caução

Fundamental a todo contrato de aluguel, as garantias locatícias costumam gerar dúvidas entre inquilinos. Confira as existentes no mercado



Na hora de alugar um imóvel, são solicitadas medidas que garantam ao proprietário que o pagamento será feito mensalmente, até o fim do contrato. A opção mais comum é a indicação de um fiador, por ser uma alternativa segura e não gerar custos adicionais às partes envolvidas.
Entretanto, nem sempre é possível utilizar essa opção como forma de garantia, já que algumas regras precisarão ser cumpridas. Como alternativas, existem ainda o seguro-fiança e a garantia de aluguel. Conheça a diferença entre as três possibilidades:


Seguro-fiança

Se o inquilino não tem a possibilidade de conseguir um fiador, uma outra opção é fazer o seguro-fiança, que é oferecido por seguradoras. O locatário precisará pagar um valor mensal para garantir que as despesas serão cobertas em caso de não pagamento do aluguel.
Para o proprietário do imóvel, essa é uma opção bastante vantajosa, tendo em vista que em caso de inadimplência o seguro assume o pagamento do aluguel imediatamente. Com o fiador, o pagamento é realizado somente após um processo judicial e, para receber, o proprietário precisa notificar a sobre a falta de pagamento.
Esse recurso, no entanto, não é tão utilizado, o que se explica pelo valor a ser embolsado pelo inquilino. O futuro morador do imóvel deve pagar uma taxa, que pode chegar ao valor de um aluguel inteiro ou até mesmo um aluguel e meio por ano, e esse valor não será devolvido no final do contrato, como acontece com a garantia de aluguel.
“Para o proprietário, esta opção é mais cômoda porque ele vai receber de todo jeito da seguradora. E se o inquilino não tem um meio de dar a garantia necessária para alugar o imóvel, vai ter que arcar com o ônus de pagar o seguro fiança“, ressalta Manoel da Silveira Maia, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ).

Fiador

Se a opção for por um fiador, serão exigidos vários documentos que comprovem a possibilidade de a pessoa assumir o risco. Não é exigido ter grau de parentesco, mas algumas regras devem ser cumpridas.
Uma delas é que o fiador deve possuir um imóvel em seu nome e na mesma cidade onde o inquilino pretende alugar. Também é exigida uma comprovação da renda e normalmente esse processo é um pouco mais lento que os demais, já que exige uma análise da documentação apresentada.
Em caso de inadimplência, o proprietário pode demorar para conseguir acertar as contas, uma vez que para isso ele deve entrar com uma ação judicial para cobrar o valor.
Além disso, a possibilidade acaba se tornando inviável para quem está se mudando para uma cidade nova e não tem parentes e nem um círculo de amizade fortalecido onde possam encontrar quem possa assuma o risco.

Garantia de aluguel

Uma terceira possibilidade é o caução. Um processo simples, em que o inquilino precisa fazer um pagamento adiantado à locação do imóvel. O valor que será usado como garantia pode chegar ao equivalente a três meses de aluguel, valor que é estipulado dentro da lei e deve estar previsto no contrato.
Esta possibilidade é vantajosa para o inquilino porque, ao término do contrato, ele pode reaver o valor caso não existam danos no imóvel e não haja a necessidade de reparos.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Sítio, chácara e fazenda: entenda as diferenças



Conheça as diferenças entre os três principais tipos de imóveis rurais e descubra o que mais combina com você

No Brasil, quem está à procura de um imóvel que reserve as maravilhas da vida no campo não costuma ter dificuldades em encontrar propriedades que têm como diferencial o contato com a natureza. Por ser um País rico em fauna e flora, são muitas as opções, ainda que sempre associadas a três principais modelos: sítio, chácara e fazenda.
Com semelhanças óbvias entre si, é comum serem confundidos como sinônimos, quando na verdade cada tipo possui particularidades que, a depender do que se é pretendido, podem pesar no momento de tomar a decisão sobre qual é o melhor investimento. Pensando nisso, decidimos explicar as principais diferenças: Confira:

Fazenda

Ao pensarmos em vida no campo e imóveis rurais, é comum imaginarmos o dia-a-dia de uma fazenda. Isso vem do fato de esse modelo de propriedade ter como principal característica o fato de destinar-se sobretudo à agricultura e à pecuária, o que exige da casa uma estrutura que comporte materiais de auxílio à produção agrícola.
No caso de fazendas de muitos hectares, o padrão é separar a casa propriamente dita dos espaços que servem como depósito ou área de produção, isto é, ambientes de moagem, caleação etc. A casa, portanto, reserva características típicas de um imóvel destinado a simples moradia, mas rodeada de tudo o que conhecemos por ruralidade.

Chácara

Diferente do que muitos pensam, a chácara é, sim, uma propriedade rural. Quando da sua popularização, o modelo de imóvel ficou conhecido como uma versão menor e mais barata de uma fazenda, mas com o passar do tempo foi adquirindo características que a afastou do trabalho no campo.
Atualmente, a chácara é sobretudo um imóvel que se destina à recreação. É comum que investidores do mercado imobiliário façam negócios de aluguel de chácaras por temporada, tendo em vista a grande quantidade de interessados em épocas específicas do ano. É, portanto, um imóvel utilizado como um refúgio temporário por quem vive nas grandes metrópoles.

Sítio

Assim como a chácara, o sítio surgiu como um modelo mais modesto de fazenda, algo que continua a ser perpetuado até hoje. É destinado, sobretudo, a quem deseja uma propriedade rural típica, com o cultivo de produtos agrícolas, mas em um tamanho menor e com menos responsabilidades agrárias.
Há também quem defina o sítio como uma propriedade híbrida, que reserva características de uma fazenda e também de uma chácara. Isso porque é comum que seja também seja utilizado para recreação, sendo inclusive muitas vezes alugado por temporada ou para a realização de eventos, o que acaba por torná-lo o tipo de propriedade rural mais popular.

O home office continua a agradar? Veja com Sandra Ramos:

   Passados vinte meses desde o início da pandemia, algumas pessoas nem mais se recordam de como eram suas rotinas com o trabalho presencial...