quarta-feira, 10 de março de 2021

4 fatores que influenciam a valorização do imóvel!

 



O mercado imobiliário está em constante mudança. Então, quem está procurando imóveis, está encontrando preços variados, pois vai depender da forma como é feita a valorização do imóvel.

Se você está pensando em sair do aluguel e comprar um imóvel, é bem provável que você se depare com diversas questões ligadas ao preço de um imóvel.
Alguns fatores que afetam a valorização do imóvel:

1- Localização do imóvel

A localização é o fator que mais influencia o valor do imóvel, já que a proximidade dos bairros nobres ou do centro da cidade valorizam bastante a região.
Existe ainda a questão da criminalidade. Regiões com baixas taxas de roubo colaboram para a valorização de um imóvel.

2- Tamanho do imóvel

O tamanho do imóvel influencia por conta do preço do m² e sua precificação tem sido sempre para cima. Os imóveis novos e menores; via de regra, costumam ter o preço do m². Mais em conta do que os imóveis novos e maiores esta regra costuma ser inversamente proporcional com os imóveis mais velhos.

3- Condições do imóvel

Com o passar do tempo, vão aparecendo alguns defeitos no imóvel, seja em decorrência do uso, ou mesmo se ele estiver parado. Sendo assim, há uma alteração nas condições do imóvel. Nesses casos, muitos proprietários investem em reformas no imóvel para que ele mantenha sua qualidade e continue bem valorizado.

4- Regularização da documentação do imóvel

Imóveis com atrasos nas taxas e impostos da prefeitura, que não tenham toda a documentação ou estejam atrelados a um processo de inventário podem ter seu valor diminuído.
Apartamentos com cobertura, por exemplo, nem sempre possuem autorização para a área construída na parte superior. Isso pode gerar despesas futuras com a correção do IPTU e multas da prefeitura.


terça-feira, 9 de março de 2021

5 dicas para escolher o apartamento dos seus sonhos!




Comprar um apartamento é um investimento alto e que não se faz todos os dias. Se fizer uma escolha por impulso, assim que se mudar ou quando o imóvel for entregue, em caso da aquisição de projeto na planta, você pode não gostar de algo e se frustrar. Dependendo do que for, outras pessoas também podem ter a mesma questão, o que dificultaria passar o imóvel para frente. Por isso, é importante tomar alguns cuidados para assegurar de que aquele será um bom negócio. Separamos os principais pontos de atenção:

1 – Leve em consideração suas necessidades

Se você quer comprar o apartamento dos sonhos é porque pretende morar ali por muito tempo, certo? Nesse caso, é importante não somente considerar seu estilo de vida atual, mas também seus objetivos a médio e longo prazo para se assegurar de que o imóvel vai atender suas necessidades durante anos.

Localização, quantidade de dormitórios, tipos de cômodos e equipamentos do condomínio são alguns dos atributos que você deve analisar de acordo com seu estilo de vida antes de adquirir o bem. Quem pretende casar e ter filhos em pouco tempo, por exemplo, já precisa levar em conta o aumento da família para escolher um imóvel que acomode bem a todos.


2 – Não se baseie apenas na emoção

Realizar o sonho de comprar o apartamento próprio é um momento único na vida de muitos brasileiros. Mas é importante não se deixar levar pela emoção e fechar negócio logo de primeira. Mesmo que na vistoria você já projete seus móveis ou veja seus filhos brincando no parquinho, encare isso apenas como a primeira parte dos requisitos atendida. A segunda tem a ver com a documentação correta do local e com a valorização do

imóvel. Afinal, a compra é um investimento e você deve estar seguro de que conseguirá bom retorno caso tenha que vender o apartamento por algum motivo futuramente.


3 – Não compre o mais barato

O investimento deve ser no apartamento que realmente conta com estrutura e benefícios que atendam às suas necessidades e de sua família. Ao escolher pelo mais barato apenas considerando esse fator, você pode investir em algo que venha se arrepender futuramente.

Por outro lado, também é importante avaliar os custos de manutenção do apartamento. Lembre-se de que você terá que arcar com o condomínio para sempre. Por isso, avaliar se essa despesa fica dentro do seu orçamento também deve fazer parte do processo de decisão.


4 – Considere o espaço e não a quantidade de cômodos

A metragem é mais importante do que a quantidade de cômodos, porque permite entender a flexibilidade da estrutura. Quanto mais espaços, mais possibilidades de reprojetar os cômodos para atender suas necessidades do momento.


5 – Cheque bem ao comprar apartamento na planta

Transação geralmente mais em conta, fechar a negociação de uma unidade na planta permite realizar o sonho mais rápido. Mas como ainda é um projeto, torna incerto saber se, quando pronto, o imóvel ficará do jeito que você sempre quis. Além de conferir a planta e a maquete e visitar o decorado, leia atentamente o memorial descritivo do imóvel. Esse documento garante que tudo será entregue conforme prometido, incluindo metragem e materiais utilizados.

Também é importante conhecer melhor a incorporadora, procurar conhecer outros empreendimentos entregues por ela e, se possível, conversar com os proprietários para saber se o apartamento foi entregue conforme previsto e dentro do prazo.




segunda-feira, 8 de março de 2021

Tipos de imóveis: como escolher o melhor de acordo com meu perfil?






Quais são os tipos de casa?

1. Sobrado

O termo designa uma propriedade com dois andares, seja ela comercial ou residencial. Geralmente, uma casa do tipo sobrado é dividida da seguinte maneira: os ambientes sociais, como sala, cozinha, copa e banheiro, ficam no andar inferior. Já as áreas íntimas, como quartos, suítes e cômodos para guardar itens de maior valor, ficam no andar superior.

Esse tipo de imóvel é ideal para uma família grande ou para quem quer ter mais espaço. É possível reservar ambientes para receber visitas e até para montar um escritório em casa.

O sobrado também é uma alternativa para quem tem um terreno maior e deseja construir a própria casa. Tudo pode ser personalizado, desde a planta, de modo que o resultado final fique exatamente conforme o desejado.

No entanto, essa pode ser uma opção mais cara e trabalhosa, uma vez que é possível escolher cada detalhe do imóvel a ser construído.

2. Casa geminada

As casas geminadas são construídas uma ao lado da outra, no mesmo terreno. Elas podem dividir áreas da mesma estrutura, com apenas uma parede estabelecendo a separação entre elas. Também podem compartilhar o mesmo teto.

Esse tipo de imóvel é visto com mais frequência em condomínios fechados. Nas grandes cidades, essas propriedades costumam ser afastados dos centros urbanos, de modo a proporcionar mais tranquilidade para seus moradores.

Assim, as casas germinadas são ideais para quem quer viver em comunidade e aproveitar os benefícios da segurança de morar em um condomínio.

3. Edícula

Trata-se de uma casa menor construída nos fundos de outro imóvel. Costuma ter apenas um dormitório, além de sala, cozinha e banheiro.

Uma edícula também pode contar com área de serviço e garagem independente, sendo ideal para quem mora sozinho ou para um casal sem filhos.

Também é uma solução para quem tem um terreno grande e deseja colocar uma parte de seu imóvel para alugar, uma vez que pode ser construída dentro da mesma propriedade.

Quais são os tipos de apartamento?

1. Apartamento tradicional

Os apartamentos tradicionais apresentam sala, cozinha, banheiro, áreas sociais e de serviço e pelo menos um dormitório. São projetados para proporcionar conforto aos seus moradores, ao mesmo tempo que oferecem mais segurança, como em um condomínio.

São ideais tanto para quem deseja ter mais espaço em casa quanto para quem quer dividir o espaço com os amigos.

2. Kitnet

Trata-se de um imóvel com uma cozinha integrada aos demais ambientes. É mais compacto e, por isso, pode ser visto com frequência em locais cuja demanda por imóveis é alta. É indicado para quem mora sozinho e tem uma vida agitada.


3. Estúdio

Projetos mais recentes, os estúdios são imóveis com cerca de 30 metros quadrados. Eles não apresentam divisão entre os cômodos e também ficam localizados perto dos grandes centros. São uma opção mais barata para quem deseja comprar o primeiro apartamento.

4. Loft

É um tipo de imóvel que não tem paredes entre os espaços internos, geralmente localizado na cobertura de um prédio. As áreas íntimas são separadas das áreas sociais somente por um mezanino. Como ele é caracterizado por suas divisões internas, também pode ser construído em casas térreas.


O loft é ideal para quem prefere mais espaço, ainda que a metragem do apartamento seja limitada. Seu formato permite personalizar o ambiente da forma desejada e, inclusive, reservar ambientes para trabalhar em casa.

5. Flat

O flat, também conhecido como apart-hotel, trata-se de um apartamento em um condomínio que oferece comodidades a preços menores que os hotéis tradicionais, como refeitório e lavanderia.

Pode ser utilizado como moradia temporária ou permanente, e é mais procurado por quem mora sozinho ou costuma viajar a trabalho. Para os proprietários, os flats também são uma opção para ter uma renda extra com aluguéis.

Como decidir qual é o tipo de imóvel ideal?

Escolher o melhor tipo de imóvel para você é algo que depende de uma reflexão sobre suas necessidades e objetivos. Como você viu nos tópicos acima, existem diversas soluções para os mais variados perfis de moradores.

Do ponto de vista das suas finanças, também é possível encontrar diferentes alternativas, seja para alugar, comprar ou construir. Assim, é muito importante ter em mente qual é a solução que atende bem as suas demandas no momento atual e no futuro, uma vez que você pode querer aumentar a família ou montar um escritório em casa, por exemplo.


Fonte: Blog Racon


quinta-feira, 4 de março de 2021

Qual a importância do corretor de imóveis em uma sociedade cada vez mais digital?

 







Mesmo com todas as transformações ocorridas na sociedade, especialmente as trazidas pela tecnologia que chegam muitas vezes a automatizar atendimentos e transações comerciais, o corretor de imóveis continua sendo uma das peças mais importantes para o mercado imobiliário. Por este motivo, deve ser considerado como um dos elementos principais em qualquer estratégia de marketing imobiliário.

O corretor de imóveis é muito mais do que um agente que atua na intermediação de um negócio envolvendo imóvel. É um profissional que auxilia pessoas a realizarem sonhos, auxilia empresas a prosperarem e auxilia o país a se desenvolver. Infelizmente, no dia a dia é comum vermos casos de desvalorização desta classe profissional com corretores sendo vistos como meros intermediários, inclusive com clientes tentando realizar negócios de forma direta para baratear o seu custo, o que gera um risco muito grande, pois ficam sem a devida orientação na hora do fechamento do negócio.

A compra de um imóvel é um processo complexo que envolve muitas etapas. Por este motivo, para prestar a correta assessoria a quem compra e a quem vende, é necessário que o corretor de imóveis tenha conhecimentos que englobam direito imobiliário, matemática financeira, engenharia, ética, economia, dentre outros. É este conjunto de conhecimentos que dará ao comprador a segurança para realizar um bom negócio, assim como dará para as empresas a segurança de uma venda segura.

A importância do corretor de imóveis é tão grande que a profissão é regulamentada pela Lei n° 6.530/78, ou seja, somente profissionais legalmente habilitados e regularmente inscritos no conselho profissional correspondente podem exercê-la. E, para tal, é necessário antes possuir a formação de Técnico em Transações Imobiliárias (TTI), um curso que também só pode ser oferecido por escolas autorizadas pelo sistema CRECI/COFECI conforme portarias publicadas regularmente. 

Mas a importância do corretor de imóveis vai além de toda a questão técnica e legal. Na prática, no dia a dia, o corretor de imóveis tem a capacidade de humanizar toda a relação com o cliente, olhar nos seus olhos, compreender suas necessidades, medos e angústias para, assim, poder indicar o melhor caminho e apresentar as melhores soluções. Tem a oportunidade de transmitir segurança, de demonstrar para aquele potencial cliente, de forma sincera, que compreende o quanto aquela compra é importante e que irá se empenhar ao máximo para que ela seja feita com todo o cuidado necessário.

No marketing imobiliário, diariamente procuramos mídias que sejam eficazes para transmitir nossa mensagem aos potenciais compradores de imóveis. Porém, se considerarmos que a palavra mídia no nosso mercado se refere a veículos de comunicação, ou seja, meios pelo qual uma mensagem é transmitida, podemos dizer que o corretor de imóveis é a melhor mídia do mercado imobiliário justamente por ter a capacidade de informar, esclarecer, humanizar e engajar. Com o apoio das demais mídias, este poder se potencializa.

Mas não é somente “do meio para o fim” que o corretor de imóveis exerce o seu papel. Ele também pode ser peça fundamental no início de uma estratégia de marketing. Por ter contato direto com potenciais clientes, tem a percepção de sentimentos do público-alvo que muitas vezes os demais envolvidos não possuem, o que pode ser de extrema importância na hora de definir a mensagem a ser passada.


Fonte: Portal VGV

terça-feira, 2 de março de 2021

Você quer vender, comprar ou alugar um imóvel mas não sabe por onde começar?



 Como esse tipo de transação envolve sonhos, expectativas e alto valor de investimento, a decisão é complexa. Para te ajudar nesse processo de venda ou aquisição, é muito importante contar com a ajuda de um corretor de imóveis confiável e experiente.

A função do corretor é intermediar a compra do imóvel, ajudando a aproximar o comprador do vendedor, analisando documentação, procurando por opções de financiamento, verificando se o apartamento está em bom estado, dentre outras que oferecem mais segurança na hora de fechar o negócio.

Devido à importância do papel do corretor, é necessário tomar muito cuidado para escolher um bom profissional. Para te ajudar na escolha, selecionamos algumas dicas a seguir. Confira!

Verifique se o corretor de imóveis tem registro no Creci

A Lei Federal nº 6530/1978 regulamenta a profissão dos corretores e determina que o órgão nacional competente para fiscalizar os profissionais é o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci) e em âmbito estadual, os Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis (Crecis). Portanto, para um profissional da área poder atuar no mercado de trabalho, ele precisa fazer um curso de capacitação como Técnico de Transações Imobiliárias (TTI) e se registrar em um Creci. O registro garante que o corretor aprendeu a lidar com diversas e importantes questões que a profissão exige, como analisar documentação, os tipos de financiamento, entre outras atividades essenciais. Para verificar se o profissional é registrado, basta solicitar a carteira de identidade que comprova a regularidade do exercício da profissão.

Escolha um profissional com experiência

Mais do que apresentar o registro do Creci, é imprescindível encontrar um corretor com experiência no mercado de trabalho, pois somente no exercício da atividade ele aprenderá as melhores técnicas de negociação, compra, venda, locação, avaliação de imóveis e de documentação. Além disso, só a experiência fará com que o profissional conheça realmente o mercado imobiliário e consiga extrair dele as melhores ofertas.

Procure referências

Antes de fechar negócio, busque por referências para ver se o profissional é idôneo, honesto, tem um bom histórico no mercado de trabalho e não está respondendo a processos judiciais.

Opte por um perfil compatível com o seu

Mais do que ser um ótimo profissional, você precisa se identificar com as características pessoais do corretor. Alguns perfis acabam incomodando certos clientes, como falta ou o excesso de agilidade nas negociações, objetividade, ausência de discrição, entre outros defeitos que prejudicam o relacionamento. Para encontrar a pessoa certa, vale conversar bastante com o corretor, não ter vergonha de perguntar, tirar todas as suas dúvidas e avaliar com calma se ele é a pessoa certa para conduzir a negociação do seu imóvel.

Agora que você já sabe quais são as principais características que um bom corretor de imóveis deve apresentar, fique de olho e escolha um profissional que conquiste sua confiança e atenda às suas expectativas.





Fonte: Rankim

domingo, 21 de fevereiro de 2021

Tipos de garantias de locação: o que são e quais os tipos?

 


Para alugar um imóvel é indispensável oferecer garantias de pagamento ao locador.


Quando se trata de locação, querer não é poder. O futuro inquilino precisa comprovar ao proprietário do imóvel que conseguirá pagar os aluguéis em dia. Geralmente o contrato é de um ano, com previsão de multa caso seja quebrado antes do tempo por uma das partes. Abaixo, os principais tipos de garantias que o locatário pode apresentar.

Fiador

A mais antiga e popular forma de garantia: é uma pessoa capaz (com condição financeira comprovada) de assumir as obrigações, caso o aluguel não seja pago. O fiador entra no contrato geralmente colocando como garantia um imóvel próprio. E a renda mensal dele precisa ser de três vezes ou mais o valor mensal do aluguel.

Embora o locatário possa colocar qualquer pessoa como fiador, dificilmente alguém que não é da família aceita tamanha responsabilidade. Afinal, se nenhum dos dois honrarem os pagamentos, o imóvel do fiador é penhorado.

Caução

É o pagamento antecipado de um valor, geralmente o montante relativo a três meses de aluguel. Segundo o Procon-SP, o correto é que a quantia seja depositada em caderneta de poupança e restituída ao locatário ao término da locação, acrescida de juros e correção monetária do período. Se houver algum débito pendente, o locador poderá descontar do valor a ser restituído.

Também é possível listar bens do locatário em garantia, como carro ou outro imóvel. Caso isso ocorra, é necessário registrar no Cartório de Títulos e Documentos ou de Imóveis que o bem está comprometido naquele período.

Seguro fiança

Forma pouco usada, consiste na compra de uma apólice de seguro, igual a de carro. A pessoa paga (o montante vai depender do tipo de cobertura, quantos aluguéis cobre e o valor deles) e garante ao proprietário o recebimento em dia dos alugueis, caso deixe de pagar.
Esse tipo de garantia costuma ser o último recurso do locatário, já que, além do aluguel, ele terá mais um custo mensal com as parcelas do seguro.

Fonte: Zap Imóveis

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Conheça as nossas dicas para comprar um apartamento usado



Comprar um apartamento usado pode significar um excelente negócio para o seu comprador por diversos motivos – entre eles, pode ser mais barato comparado com um mais novo na mesma região. Também pode ser um imóvel grande, diferente da maioria dos apartamentos mais novos, e isso é uma grande vantagem para muitas famílias.

Outro benefício comum do apartamento usado é que o bairro deste imóvel geralmente já é uma região consolidada, diferente de quando se aposta na valorização ou na revitalização de um local.
Mas é preciso tomar cuidado, verificar possíveis problemas que só poderão aparecer depois que você fechar negócio e aí será tarde. Para isso, atente-se às dicas abaixo!

1. Conheça o entorno do prédio antes de comprar o apartamento
Para comprar um apartamento, quase todos os anúncios mostram brevemente os ambientes, e no máximo as áreas comuns como salão de jogos, piscina e demais itens de lazer.
Para ter informações a respeito do bairro, você pode até utilizar a internet. Será possível ver imagens do comércio e da vizinhança, mas, para conhecer e formar sua opinião a respeito, precisará ir até o local.
E não aquelas duas ou três visitas programadas com o corretor para conhecer o apartamento, mas, sim, ir até o local à noite, fazer trajetos até os pontos de ônibus, conhecer o tráfego em diferentes horários, etc.
Fazendo isso, aumentam suas chances de conhecer os pontos negativos e positivos do bairro e incluí-los na sua avaliação particular para comprar apartamento usado.

2. Conte com apoio profissional para buscar defeitos ocultos

Ao avaliar a compra de um apartamento, usado ou novo, você deverá antes de assinar o contrato, realizar a vistoria do imóvel para verificar se o mesmo encontra em plenas condições de ser habitado e se possíveis defeitos ocultos não possam comprometer o local, quando você estiver morando com sua família.
Muitas vezes, quem não é acostumado com a análise de imóveis não consegue perceber diferenças entre uma rachadura e uma trinca na estrutura do apartamento. Com isso, a vontade de comprar pode trair nessa hora.
Por isso, se possível, conte com o avaliação de um profissional nessa etapa. Ele será capaz de ter uma visão técnica a respeito do apartamento que você deseja morar e poderá demonstrar se é ou não um bom negócio.
Se você não encontrar ou não puder pagar pelo valor de uma avaliação profissional, pode pedir a ajuda de um amigo com mais experiência. Você só não pode comprar o apartamento sem fazer a vistoria e solicitar ao vendedor reparos se forem precisos.

3. Avalie as condições do condomínio onde está o apartamento

De nada adianta você se encantar com um apartamento para compra se ele estiver no último andar de um prédio com 10 andares que possui um elevador quebrado. Ou cuja vaga de garagem fica entre duas colunas que riscam a porta do seu carro a cada nova manobra.
Lembre-se que toda a área comum faz parte da sua nova propriedade e o valor da taxa de manutenção estará diretamente influenciada pelos itens que compõem o condomínio. Verifique se todos os aparelhos estão funcionando e se os valores são compatíveis com o que lhe é oferecido.
Pagar por um salão de jogos sem opções de entretenimento ou por um espaço gourmet que só existe como espaço pode encarecer seus gastos, pode fazer da compra do seu apartamento um negócio não tão bom assim.
Comprar apartamento usado costuma ser um grande negócio. Para que essa expectativa se cumpra, é preciso tomar esses cuidados básicos e conter a ansiedade de fazer negócio o quanto antes, com medo de perder a oportunidade.

O home office continua a agradar? Veja com Sandra Ramos:

   Passados vinte meses desde o início da pandemia, algumas pessoas nem mais se recordam de como eram suas rotinas com o trabalho presencial...