sábado, 11 de agosto de 2018

Qual é a hora certa para comprar seu imóvel?


Mais de 45% dos brasileiros têm o sonho de comprar seu imóvel, ficando atrás apenas do desejo de viajar pelo Brasil, de acordo com a Global Entrepreneurship Monitor (GEM). E com a retomada da economia, o mercado se mostra ainda mais promissor para quem quer realizar o sonho da casa própria.
Mesmo com o grande desejo de adquirir sua propriedade, são poucas as pessoas que conseguem identificar o momento ideal para comprar, pois é preciso realizar uma análise cuidadosa de diversos fatores. Afinal, estamos falando de aquisições com valores expressivos e de grande impacto para o patrimônio do comprador.
Verificar a situação financeira pessoal é importante, assim como estar atento às taxas de juros, financiamento e encargos de vacância – no caso dos comerciais. Entre as opções mais interessantes, os leilões de imóveis se destacam, com preços mais baixos e possibilidade de compra viabilizada por um processo realizado totalmente on-line.
Mas como saber qual é o melhor momento para esse tipo de aquisição? Para responder a esta pergunta, André Zukerman, diretor da Zukerman Leilões, separou duas orientações para ajudar nesse processo.

Avalie sua situação financeira

Antes de buscar oportunidades disponíveis seja criterioso com seu orçamento. Assim, com base na quantia que pode direcionar ao investimento, é possível otimizar a pesquisa e concentrar seus esforços em encontrar imóveis com um preço acessível. Tenha em mente que uma propriedade não é algo que é revendido de uma hora para outra. É necessário se preparar para um comprometimento financeiro a médio e longo prazo.
Algumas situações podem ser antecipadas, como eventuais reformas e pagamento de impostos e taxas. Nos leilões, por exemplo, existe a comissão do leiloeiro que é de 5% previsto por lei e deve ser parte da reserva feita.

Analise as oportunidades

Não é apenas o valor que precisa ser levado em conta. Na hora de comprar um bem, busque saber o bairro em que está localizado, que tipo de estabelecimentos estão próximos e outros fatores que podem valorizar o imóvel. No caso dos leilões, é permitido ter acesso ao edital de cada oportunidade com informações sobre possíveis processos judiciais, se está ocupado, se possui dívidas e condições de pagamento.
O ano de 2018 conta com diversos eventos que podem impactar a economia como a Copa do Mundo e as eleições presidenciais em outubro. Tudo isso afeta o número de ofertas, as movimentações do mercado e as possibilidades de ganho com os investimentos feitos, que sofrem com a variação da Selic e perdem rendimento quando ela está em baixa, fazendo do mercado imobiliário uma das melhores alternativas.
Por isso, é importante pensar de forma ampla e a longo prazo sobre estruturar um planejamento pessoal e familiar que faça o investimento valer a pena.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

O que observar antes de comprar um imóvel


1 | Olhe bem a região, a rua e a vizinhança. Veja se a rua recebe feira e tembares, ou possíveis obras, que possam incomodá-lo à noite.
2 | Identifique a acessibilidade ao local. Pesquise linhas de metrô, ônibus e trem próximas ao imóvel. Veja se é fácil entrar na garagem, e se há hospitais, mercados e farmácias relativamente perto.
3 | Verifique o empreendimento. Em caso de apartamento, veja se há empatia na hora de entrar no prédio, se você gosta da fachada, do portão, do piso etc. Além disso, informe-se sobre o tamanho da vaga na garagem e do elevador, e se o condomínio aceita ou não animais de estimação.
4 | Identifique a necessidade de reforma e solicite um orçamento. Veja se o número de cômodos e banheiros atende bem sua família.
5 | Meça seus móveis e veja se as peças e objetos de que gosta e quer levar na mudança se
acomodam bem nos ambientes.
6 | Informe-se sobre os valores do condomínio e do IPTU.
7 | Pesquise o histórico do proprietário. Verifique se a pessoa não tem insolvência financeira
(prestações a cumprir) e se ela pode realmente vender o imóvel. Se for preciso, peça ajuda a um advogado para fazer a análise dos documentos.
8 | Atente-se às negociações, aos dias do pagamento e à data de entrega das chaves.

Fonte: Protest

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Mercado voltado para quem mora sozinho é forte e crescente


Não é de hoje que o número de clientes solteiros atrás de imóvel vem crescendo. O fenômeno já aparece em pesquisas e se mostra cada vez mais consistente em meio ao mercado imobiliário. São idosos longevos, homens e mulheres separados, estudantes e demais jovens que dão os primeiros passos de independência dos pais. 
“É um mercado crescente e forte”, diz o vice-presidente de imobiliário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Odair Senra.
Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2005 e 2015, mostra que saltou de 6 milhões para 10,4 milhões o total de pessoas que vivem sozinhas.
No estudo, muito desse aumento se explica pelo envelhecimento da população, mas também aparecem outros perfis que movimentam o mercado e são alvos das imobiliárias. 
“Sentimos que cresceu o número de pessoas sozinhas procurando imóveis. Geralmente são estudantes ou pessoas que se separaram”, diz Adriana Martins, que trabalha na administração da imobiliária Mendes Ortega, em Sorocaba (SP). De acordo com ela, o índice de solteiros que buscam uma residência já se assemelha ao daqueles que são casados e têm família. 
Mercado responde
Com base nesse perfil emergente, e com o objetivo de melhor atendê-lo, as construtoras foram atrás para saber as necessidades desse público e o que tem procurado. Segundo o vice-presidente de imobiliário do SindusCon-SP, o que esses compradores desejam é um modelo semelhante ao antigos flats e que voltou a ganhar espaço no segmento.  
“Procuram um lugar bem localizado e que ofereça serviços. Não querem ter preocupação com empregados. Esses imóveis com conceito de serviço de lavanderia e limpeza, por exemplo, tendem a crescer”.
De acordo com Senra, esses clientes devem ser bastante observados pelos profissionais da área, pois até mesmo os idosos, com o advento da tecnologia e monitoramento das casas, podem ampliar seu tempo morando sozinhos.

Fonte: Protest

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Porteiro é essencial na segurança dos condomínios, diz especialista


Antigamente, apenas condomínios de luxo sofriam com os assaltos. Porém, hoje em dia, não há mais um perfil exato dos edifícios para ser o alvo dos chamados arrastões.
E, com este cenário, a função do porteiro ganhou uma importância muito maior do que apenas fazer o controle de acesso no local. Por isso, ter funcionários capacitados neste cargo é parte fundamental no processo de se afastar o perigo dos moradores.
Segundo o especialista  Jorge Margueiro, todo porteiro é a peça-chave e o primeiro na estrutura de segurança preventiva de um condomínio.
“Primeiramente ele deve instruir que todo prédio deva ter regras claras de controle de acesso e sensibilizar moradores e funcionários da importância de segui-las”, aponta o especialista.

Para ele, todo condomínio que deseja manter a segurança também precisa da implantação de um projeto específico, que inclui avaliação da estrutura física, equipamentos, monitoramento 24 horas, além de barreira perimetral, sensores infravermelhos, luzes de presença, sistemas de comunicação, entre outros.
“Para tanto, os condôminos devem avisar o porteiro e, caso ele veja que não há nada agendado, não deve permitir a passagem [do visitante]“, afirma.
Margueiro acrescenta ainda que os condôminos estejam atentos aos próprios vizinhos, que “vigiem uns aos outros” para qualquer movimentação suspeita, além de observar se a portaria e os funcionários em geral obedecem às normas de segurança corretamente.
Fonte: Protest 

sábado, 4 de agosto de 2018

Saiba o que observar ao comprar um imóvel usado


Ao procurar um imóvel usado, é comum ter aquelas famosas dúvidas: onde comprar? Será que vale a pena investir em um apartamento antigo? Para não ficar perdido, é preciso estar atento a fatores capazes de influenciar a avaliação da casa. 
1 – Verifique a localização, a vizinhança e os meios de transporte. Os serviços públicos e o comércio, como padaria, hospitais e bancos, também são pontos importantes a serem observados. Feiras e casas noturnas podem atrapalhar.
2 – Avalie a construção do prédio, ou seja, se há rachaduras ou infiltrações. Observe como é feita a limpeza e a manutenção das áreas comuns.
3 – Tenha atenção quanto à saúde financeira do condomínio para evitar surpresas com cotas extras, inadimplência e obras. Um dado interessante a ser observado é se o prédio está passando por alguma reforma. Caso esteja, procure saber por quanto tempo.
4 – No Rio, a posição dos imóveis voltados para o sol da tarde é um fator de desvalorização, devido ao intenso calor que passa para os cômodos. Como peso positivo na avaliação está a iluminação e ventilação direta dos banheiros. Faça visitas em horários diferentes ao imóvel para observar o comportamento da luz solar e como é o fluxo de veículos na rua em frente.
5 – Observe o piso e as portas: se houver acúmulo de pó, principalmente de madeira, é indício de cupim. Algumas regiões são mais afetadas pelo problema, portanto, é importante que seja feita uma dedetização periódica.
6 – Verifique a caixa de disjuntores, tomadas e interruptores. Veja se tem resíduos de superaquecimento, manchas escuras, fios retorcidos ou com isolamento danificado. Imóveis antigos podem não estar preparados para receber a demanda de aparelhos eletroeletrônicos utilizados atualmente. Se preferir, peça para um profissional de confiança avaliar as condições elétricas.
7 – Acione torneiras, chuveiros e válvulas do imóvel para observar o funcionamento do encanamento. Se apresentar uma coloração avermelhada ou turva, provavelmente é da tubulação antiga ou da falta de manutenção do reservatório de água.
8 – Infiltrações são facilmente detectadas pela cor escura que paredes e teto apresentam.
9 – Quanto maior a segurança, melhor. Durante a visita, observe a forma como foi abordado na portaria, a facilidade de acesso ao edifício. Um prédio com portaria física 24 horas, ante-câmera e sistema de vigilância monitorada dará mais tranquilidade e proteção aos moradores.
Fonte: Zap Imóveis

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Quer financiar um imóvel? Saiba o que é preciso


Por mais que seja o sonho de muitos, comprar um imóvel não é fácil. Requer dinheiro e, pelo menos, muito planejamento. E, com isso, muita gente não sabe por onde começar. Uma opção bastante buscada pelos brasileiros é o financiamento, uma alternativa para quem não tem dinheiro suficiente para fazer o pagamento à vista.
Atualmente, os bancos e as próprias construtoras têm ofertas diferenciadas, o que ajuda na hora da compra. A diferença entre um banco e outro está nas condições de pagamento, o que inclui as taxas de juros, a duração dos contratos e a porcentagem dos imóveis que pode ser financiado.
Passo a passo 
Após a escolha da melhor condição para seu bolso, o primeiro passo é ir até uma agência e conversar com o gerente para iniciar o processo que permitirá a liberação do crédito.
Para o processo, é necessário apresentar originais e cópias do RG e CPF, dos comprovantes de estado civil e de renda (extratos bancários, holerites e declaração de imposto de renda).
Para autônomos, a renda pode ser comprovada por meio do contrato de prestação de serviços, declaração do Imposto de Renda, declaração do sindicato da categoria ou recibo de recebimento por trabalhos prestados.
A partir da comprovação da renda do comprador, será indicado a sua capacidade de pagamento das prestações – lembrando que o valor delas não pode ser maior do que 30% da renda familiar bruta. É feito também uma análise cadastral, para verificar se os compradores constam em cadastros de inadimplentes, como o Serasa.
Se não houver problemas em nenhuma dessas etapas, o crédito é liberado com um período de validade que varia de acordo com o banco. Com isso, o banco, por meio de uma empresa especializada, avalia o imóvel a ser financiado para confirmar o seu valor. A partir disso, é elaborado o contrato – que será registrado em cartório.
Com o contrato assinado, o vendedor do imóvel é pago e o comprador começa a pagar as prestações mensais ao banco. A primeira parcela vence, normalmente, 30 dias após a assinatura do contrato.
Fonte: Protest

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Economista explica quando é mais vantajoso alugar ou comprar um imóvel


Ter a casa própria é um sonho de grande parte dos brasileiros, só que dar esse passo exige muito planejamento para evitar que o orçamento da família fique comprometido.
Segundo o economista de Itapetininga (SP), Marcos Antônio Canhada, para quem está começando a vida, alugar uma casa é mais vantajoso. No entanto, é necessário começar a poupar um pouco de recurso para sair do aluguel.
“Comprar à vista é a melhor opção, porém quem está começando a vida não tem condições de comprar um imóvel à vista, então nesse momento vai recorrer ao aluguel. 
Porém é importante que essa pessoa comece a poupar um pouco de recurso, para que lá na frente, com disponibilidade de recurso, possa dar uma entrada ou até mesmo comprar à vista”, explica.
Ainda segundo o economista, para quem está começando a vida é melhor pagar um aluguel um pouco mais barato do que comprometer anos com uma prestação alta.
“O aluguel é mais rápido, você tem um contrato, precisa de um fiador e pronto. Já a tomada de decisão de comprar é sempre o mais difícil e é importante ver o quanto aquilo vai comprometer a renda do mês, pois geralmente são financiamentos de até 30 anos”, orienta.
Canhada diz ainda que antes de tomar qualquer decisão é necessário o planejamento.
“É muito importante que a pessoa faça uma poupança, muitos tem dificuldade em fazer um planejamento e acabam partindo para um financiamento e é obvio que com o financiamento terá juros e às vezes você acaba pagando mais que o dobro do valor financiado”, afirma.
Confira o resumo das dicas do especialista:
  • Planeje-se;
  • Faça uma poupança;
  • Poupe um pouco de recurso regularmente para uma futura entrada ou compra à vista;
  • Enquanto poupa, opte por imóveis com aluguel mais barato;
  • Comprar à vista é a melhor opção;
  • Em financiamentos, avalie com atenção quanto da renda é possível comprometer.
Fonte: Protest

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