terça-feira, 18 de janeiro de 2022

4 dicas para comprar seu imóvel dos sonhos em 2022. Veja com a Sandra Ramos:




1. Organize a sua vida financeira

O primeiro passo para comprar o seu imóvel em 2022 é se organizar financeiramente. Isto deve acontecer antes de qualquer outra coisa. Para isso, é importante que você saiba o que acontece com o seu orçamento mês a mês e durante o ano. Assim você sabe se pode cortar alguma despesa. Isso a poupar dinheiro para a entrada.

Outro detalhe importante é o pagamento de dívidas. Normalmente, no caso do financiamento imobiliário, você não consegue a aprovação de crédito se estiver negativado. Isso vale também para a pessoa que irá complementar a renda junto com você para a efetivação da compra da casa ou apartamento. Pode ser o seu cônjuge, outro familiar ou amigo.


2. Saiba quanto precisa ter para comprar o imóvel

No geral, para comprar um imóvel em 2022, você vai considerar:

  • quanto pode pagar de entrada;
  • sua renda mensal;
  • e se há alguma outra ajuda no pagamento, como o FGTS (Fundo de Garantia de Tempo de Serviço) ou programas como o Casa Verde e Amarela.

Lembre-se de entender o FGTS como um possível redutor do saldo do financiamento. 

Depois de preencher os seus dados, a ferramenta traz o valor do imóvel ideal para você. Além disso, você também encontra o valor simulado das parcelas do financiamento. Contudo, estes valores são indicativos. Ou seja, eles podem mudar a depender das suas condições de crédito e das políticas comerciais do proprietário do imóvel. 

3. Poupe para a entrada

Normalmente, a entrada costuma ser de 10% do valor do imóvel no caso de unidades residenciais na planta ou em construção, e de 20% para casas e apartamentos prontos. Por conta disso, o usual é que a entrada necessária para imóveis na planta seja menor. 

Para fazer essa conta é simples. O primeiro exemplo, para imóveis na planta, é pegar o preço dele e multiplicar por 0,1. Assim, no caso de uma unidade residencial de R$ 300 mil, o resultado seria de R$ 30 mil. No segundo caso, para imóveis prontos, a entrada para o mesmo valor de imóvel seria de R$ 60 mil. Ou seja, o preço de venda multiplicado por 0,2.


4. Considere a variação de preço

Se planejar para comprar um imóvel em 2022 significa iniciar um processo que levará pelo menos alguns meses para ser concluído. Por isso, uma forma de se preparar com antecedência para as mudanças do mercado imobiliário é considerar uma margem possível de aumento do preço do imóvel que pretende comprar. 

Uma fonte confiável que você pode utilizar é o Índice FipeZap. Ele traz a variação de preço em diferentes regiões do Brasil. De acordo com os últimos relatórios dele, quando há alta dos preços, costuma ser de menos de 1% ao mês. Especificamente sobre os dados de 2021, fica próximo de 0,5%.

Conforme a última pesquisa divulgada, de outubro de 2021, o balanço do ano, até agora, é de 4,23%. O dos últimos 12 meses é de 4,63% em termos reais (quando a inflação também é considerada). Assim, uma margem segura de variação seria entre 8% e 10%.


Fonte: Apê11

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Veja com a Sandra Ramos o que é um loft e como decorar:



 Muitas pessoas têm dúvidas sobre o que é um loft, veja todos os detalhes sobre esse tipo de imóvel e dicas para fazê-lo parecer maior

Você sabe o que é um loft? Imagine um típico prédio industrial, onde os ambientes não têm divisórias, o pé-direito (distância entre o chão e o teto) é bem alto e janelas amplas, mas que não tem equipamentos ou pessoas trabalhando. Possui sofá, TV, geladeira, enfim, tudo que um imóvel residencial precisa. Esse é o loft, popularizado nos Estados Unidos na década de 1960, quando galpões industriais decadentes começaram a virar moradias.

Hoje, explicar o que é um loft ganha contornos futuristas, com apartamentos bem decorados, alguns construídos especificamente no conceito loft. “Como a kitnet, o loft tem um estilo de espaço aberto, quase sem paredes, mas apresenta um tamanho maior e o pé-direito mais alto, às vezes contendo um mezanino e podendo ter uma disposição mais variada”, comenta o arquiteto Pedro Luiz de Marqui.

Segundo ele, esse tipo de imóvel é procurado por solteiros, casais sem filhos e até famílias menores. “Os ambientes em um loft podem ser separados por algum elemento mais fluido e não tão grosseiro como uma parede. Pode ser biombo, cobogós (elemento vazado de cimento), muxarabi (trançado de madeira) ou vitrais, que deixam os espaços integrados, porém, delimitados”, explica. 

Marqui indica a mescla de materiais, cores e texturas diferentes, deixando o ambiente mais descontraído, além de iluminação indireta. “Que deixa o ambiente mais confortável e não tão claro. Um exemplo é o uso de fitas de LED em alguns detalhes, abajures, luminárias de piso e pendentes”. 

Como fazer o loft parecer maior

A arquiteta Renata Zacharias explica que alguns truques podem deixar o loft com uma aparência maior. Um deles é o uso de espelhos. Ela orienta a usar um espelho em uma parede toda, em frente à mesa de jantar, por exemplo, o que já delimita o espaço das refeições. 

“Outra ideia para delimitar o espaço na sala é colocar um tapete grande que fique embaixo e fora do sofá, nunca um pequeno apenas na frente do móvel. Além de dar amplitude, é um item de decoração muito bonito que faz contraste com o piso”.

Renata entende que a ideia do loft é deixar tudo aberto, por isso ela não recomenda a construção de paredes, mesmo que seja de gesso. “Uma estante vazada de livros, separando os ambientes, é o melhor caminho. Vai ficar bonito, moderno e útil. Não vai cobrir o ambiente e continua passando a luminosidade”. 


Fonte: Zap imóveis

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

O home office continua a agradar? Pesquisa retrata o quadro atual, veja com a Sandra Ramos:





Passados vinte meses desde o início da pandemia, algumas pessoas nem mais se recordam de como eram suas rotinas com o trabalho presencial. Imersos no home office desde então, inúmeros profissionais não pensam em retornar à realidade de antes, embora muitas companhias já tenham decretado que chegou a hora de voltar — não são poucas as que resolveram aderir a um regime híbrido.

Quem não se adaptou até aqui ao dia a dia longe do escritório costuma alegar as mais diversas razões, da saudade do convívio com os colegas à falta de horário definido para começar e terminar o expediente e às incessantes demandas dos filhos pequenos. Mas, via de regra, o principal motivo é a própria casa, incompatível com um home office digno do nome.

É o que concluiu uma pesquisa conduzida pela proptech aMora. O levantamento constatou que 58% dos clientes da empresa continuam a trabalhar de casa mesmo com o arrefecimento da pandemia. E que 66% desse grupo reportam uma mudança na relação com o imóvel onde vivem. Mas até aí, nenhuma surpresa.

O que chama atenção na pesquisa é a descoberta de que 35% das pessoas estão insatisfeitas com o próprio endereço e por culpa do trabalho remoto. Por outro lado, 40% daqueles que já estão saindo de casa para ganhar a vida se dizem felizes com o próprio teto.

Não à toa, mais de 60% dos participantes do levantamento disseram ter planos de mudar de endereço nos próximos 12 meses — o destino é um imóvel próprio. Alegaram questões financeiras para não fazer isso em menos tempo 44% dos entrevistados. E 38% sequer iniciaram a procura por um novo teto ou estão determinados a aguardar o fim da pandemia para pensar sobre o assunto.

Fundada em 2020, a aMora tem a meta de facilitar a vida de quem planeja trocar o aluguel pela casa própria. Funciona da seguinte maneira: depois de você escolher seu novo endereço, basta fazer um depósito para a companhia de 5% do valor dele. E já dá para se instalar no local.

Quem adquire a propriedade, na verdade, é a aMORA, para a qual é preciso pagar uma mensalidade que faz as vezes de entrada. Se você gostar do imóvel, daí pode arrematá-lo da proptech por um preço pré-combinado ao longo de três anos, mas isso é opcional.

Na prática, o morador pode testar a casa ou apartamento antes de bater o martelo. Caso decida não ficar com o imóvel, a poupança acumulada no período em que o ocupou volta para ele — daí resta para a empresa vender a propriedade para outro comprador. A companhia também oferece uma alternativa prática para quem está trocando de imóvel, pois permite que o antigo seja anunciado (e vendido com calma), enquanto o novo é adquirido.

“É uma maneira de sobrar dinheiro para outros planos e até para uma eventual reforma”, explica Aram Apovian, CEO e um dos fundadores da empresa. “Você constrói a sua poupança enquanto mora no imóvel. E não precisa esperar entrega de obra, nem ficar na dependência de sorteio”.

Convém lembrar que o atual contexto não está muito favorável para quem mora de aluguel. Principal indicador de referência para reajuste de contratos do tipo, o IGP-M disparou nos últimos meses (culpa da escalada do dólar, da covid-19, de desajustes no setor industrial e até da crise hídrica). No ciclo de 12 meses encerrado em setembro, o índice acumula alta de 24,86%. Em setembro de 2020, o acumulado era de 17,94% nos 12 meses anteriores.

Por outro lado, está cada vez mais caro adquirir imóveis novos. “A escassez global de matéria prima, sobretudo de aço, está impulsionando os preços para cima”, observa Eduardo Zagonel Neves, COO do banco Bari, sediado em Curitiba, no Paraná.

Outra explicação é o apetite dos bancos em financiar a construção de cada vez mais novos empreendimentos”. Já os imóveis usados seguem com valores não muito diferentes de anos recentes. “A defasagem entre novos e usados tende a ser corrigida em breve”, acredita Zagonel.


Fonte: Exame 

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Lavanderia compartilhada: como usar da melhor forma, veja com a Sandra Ramos:

  




A lavanderia compartilhada em condomínios virou tendência e garante praticidade para os moradores, mas também carrega outras vantagens que tornam o empreendimento mais atrativo para venda ou locação. Economia de tempo e dinheiro, otimização do espaço no imóvel, além da possibilidade de integração com os demais condôminos estão entre os pontos positivos. Saiba o que é lavanderia compartilhada, como é usada e cuidados para seu uso.


Entre os aspectos positivos, destaque para a economia. “Além de poupar tempo e economizar energia elétrica, os condôminos podem utilizar os recursos financeiros que seriam para compra da máquina de lavar e secadora para fazer melhorias no imóvel. O consumidor também não compra produtos isoladamente, gerando mais economia mensal e diminuindo o impacto ambiental, já que isso implica em menos descarte de embalagens e produtos químicos na natureza”, explica.

A lavanderia compartilhada também resulta na otimização do tempo. “O morador tem a possibilidade de praticar exercícios físicos na academia ou desfrutar de momento de lazer na piscina ou levando o filho(a) ao play enquanto lava roupa”, diz Laudimiro. 

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Mara Costa Garcia, supervisora de Incorporação da Moura Dubeux, explica que existem duas formas de lavanderia compartilhada para condomínios residenciais, uma com tecnologia e outra sem. “Ambas trazem espaço com máquinas de lavar e secar, tanques e áreas de passar roupas, contudo, na opção sem tecnologia, as máquinas são manipuladas pelo morador e a manutenção é feita pelo condomínio. Mas estamos trazendo opção com tecnologia, fazendo parceria com uma empresa que fornece as máquinas e dá manutenção. A lavagem e secagem são controladas por aplicativo e o morador cadastra seus dados e cartão de crédito para liberar as máquinas”, detalha.

Nesta segunda opção, ela afirma que os equipamentos têm como vantagem a eficiência, com ciclos rápidos, de cerca de 20 minutos, e materiais de qualidade dosados pela máquina, evitando o desperdício. Porém, nos dois casos, é preciso tomar cuidados para usar a lavanderia compartilhada. “São cuidados simples de bom uso, como respeitar os quilos por ciclo e outras recomendações simples”, pontua Mara.



segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Saiba o que é amortização e como fazer, veja com a Sandra Ramos:

 



Segundo dados disponibilizados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), no acumulado do ano foram 417,95 mil imóveis financiados, uma alta de 160% frente ao mesmo período de 2020. Já no acumulado em 12 meses, foram 684,02 mil imóveis – alta de 329,46%. Para o ano fechado de 2021, a expectativa é que o mercado cresça 57%, movimentando R$ 195 bilhões, um novo recorde histórico.

A opção do crédito imobiliário — que compromete o comprador por até 30 ou 35 anos — exige bom planejamento, já que a mensalidade somada aos juros podem pesar com o passar dos anos e as circunstâncias financeiras da família podem mudar. Então, o principal objetivo de qualquer financiamento acaba sendo o de quitação das parcelas. E existe um jeito do contratante do crédito acelerar o processo fazendo a amortização da dívida: realizar amortizações da dívida, usando recursos próprios ou o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).


O que significa a amortização da dívida?

Para explicar mais sobre o tema, conversamos com Eduardo Muszkat, sócio fundador da Kzas Krédito. “A amortização nada mais é que antecipar o pagamento do saldo devedor. O tipo mais usado para fazer financiamento imobiliário é a Tabela SAC (Sistema de Amortização Constante) – onde o cliente paga uma parcela constante de amortização todo o mês. Essa amortização pode ser mensal, fixa ou homogênea, com valor de amortização com juros referente ao mês incluso”, diz.

Segundo o especialista, se o cliente pegar um empréstimo de R$360 mil para financiar um imóvel em 360 meses (30 anos) com uma taxa de juros de 12% ao ano, (as taxas reais hoje não passam dos 10%) incluindo taxas administrativas + seguro por Morte ou Invalidez Permanente (MIP) + Danos Físico ao Imóvel (DFI), o cliente pagaria 1% de juro sobre 360 mil e R$1.000,00 de amortização – a parcela de amortização faz abatimento direto do valor total emprestado. Desta maneira, a cada mês o cliente reduz em mil reais o saldo devedor.

Para exemplo da tabela SAC:
Valor de financiamento: R$360.000,00
Parcelas: 360 meses
Juros: 8,5% ao ano
Primeira parcela: R$ 3.563,00 // Amortização: R$1.000,00 // Juros: R$2.457,00 + taxas administrativas + *DFI + *MIP.
Última parcela: R$ 1.031,00

O seguro DFI e MIP operam em seus respectivos casos previstos quitando o imóvel com o banco. “O valor pode ser fixo ou variável e leva em consideração a idade do comprador. Se for um cliente com mais idade, o seguro é mais caro e ele já é somado no valor total da parcela. Com a primeira parcela de R$1.000 paga, no final do primeiro mês o saldo devedor é de R$ 359 mil reais.

Lembrando que quanto maior o prazo, menor é a parcela de amortização que o cliente paga por mês. Caso o comprador queira quitar o saldo do financiamento, ele vai pagar os 359 mil reais, já que foram pagos os juros e o valor de amortização referente ao primeiro mês. Após 12 meses, o mutuário estará devendo R$ 348 mil. “A média de contratação é de 30 anos, mas a média de quitação é de 10 a 12 anos. Muitas pessoas fazem a quitação antes do previsto”, explica Muszkat.

“Esse tipo de tabela de pagamento acaba sendo vantajoso também para o banco, porque a cada ano que passa, o saldo devedor é menor e, a cada mês, o valor do pagamento é menor, então o risco de inadimplência cai ao longo do tempo.” Vale lembrar que ainda existe a Tabela Price – mais utilizada para financiamento de automóveis, onde o valor da parcela de um financiamento é igual do começo ao fim, diferente da Tabela SAC, na qual o valor das parcelas vai diminuindo mês a mês.

Para exemplo da tabela Price:
Valor de financiamento: R$360.000,00
Parcelas: 360 meses
Juros: 8,5% ao ano
Primeira parcela: R$2.795,00 // Amortização: R$232,00 // Juros: R$2.457,00 + taxas administrativas + *DFI + *MIP.
Última parcela: R$ 2.714,00

Os exemplos acima não se aplicam para imóveis na planta. Aquelas parcelas cobradas no início das obras, geralmente mais baixas, são pagas para a incorporadora a fim de financiar o início das obras. Neste caso, o comprador pode amortizar fazendo pagamentos sobre o valor do imóvel durante as obras. Porém, o valor não baixa como no financiamento do banco, já que o preço do imóvel ainda sofre o reajuste de valor pelo índice Nacional de Custo da Construção (INCC) até que saia a certidão Habite-se do empreendimento.

Não existem regras para a amortização. “Com recursos próprios o cliente pode amortizar a qualquer momento, desde que o valor seja no mínimo o de uma parcela. Tem a opção de diminuir o valor que paga mensalmente mantendo o mesmo fluxo de parcela ou reduzir a quantidade de parcelas”, explica.

Para fazer esse plano de amortização, é importante se planejar financeiramente para que a antecipação não se torne uma dívida no futuro. “O cliente só pode fazer esse tipo de antecipação com a certeza de que não precisará do dinheiro para outra coisa. Caso contrário, se precisar e buscar no mercado, ele vai custar muito mais caro. Não existe nada parecido com a taxa de juros do financiamento imobiliário, que pode chegar no máximo a 10% ao ano”, explica Eduardo. O ideal é fazer a antecipação para quitação do imóvel tendo um segundo fundo de emergência ou uma poupança que não comprometa a vida financeira da família.


Fonte: Estadão


terça-feira, 14 de dezembro de 2021

7 dicas para escolher um bom corretor de imóveis

 


 

O corretor de imóveis tem a função de fazer a intermediação na compra, venda, permuta e locação de imóveis, podendo, ainda, opinar quanto à comercialização imobiliária. Ele vai passar todas as informações disponíveis a respeito da propriedade, tratar da documentação e assessorar na avaliação do imóvel. 

Mas como escolher um bom profissional? 

 

Os itens abaixo dão pistas sobre a qualificação do corretor:

 

1 – Ter registro no Creci

 

Antes de contratar, cheque no site do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) se o corretor é inscrito. O órgão tem como função fiscalizar o exercício da profissão de corretor de imóveis. Por isso, ao contratar um profissional inscrito no Conselho, você tem um respaldo a respeito da qualidade dos serviços que serão prestados.

 

2 – Experiência de mercado

 

Um corretor de imóveis experiente, quer dizer, que atua na área há pelo menos cinco anos, pode ter mais facilidade para te ajudar a fechar um bom negócio. É porque, com o tempo de atividade o corretor aperfeiçoa as técnicas de trabalho e negociação.  

 

3 – Melhor se tiver referências

 

Indicação é um bom caminho para contratar um profissional qualificado. Pergunte ao ex cliente do corretor como é o trabalho dele: pontos positivos e negativos. Muitos também têm perfis nas redes sociais, ou até sites profissionais. Pesquise e veja se encontra a avaliação do trabalho dele.

 

4 – Conhecer a região

O corretor precisa estar por dentro da região onde você pretende alugar ou comprar o imóvel. Por isso, no primeiro contato, faça algumas perguntas pra ele sobre a área. No mínimo, ele deve ter conhecimento sobre a valorização e desvalorização do bairro.  

 

5 – Olhos atentos

 

O corretor tem o dever de avistar detalhes sobre a conservação do imóvel, que muitas vezes passam despercebidos para quem não é do ramo. Ele deve apontar todos os problemas de infraestrutura e também de vizinhança.

 

6 – Ser eficiente

 

A agilidade no atendimento é um dos pontos mais admirados por quem está em busca de um novo lar. Pesquisas do mercado imobiliário apontam que o corretor que entra em contato em até 5 minutos tem mais chances de fechar o negócio. 

 

7 – Bom de conversa

 

Ache um corretor que converse bem, que seja bom com a argumentação, persuasivo e que te ouça. Essas características tendem a trazer resultados mais interessantes para quem está comprando.



Fonte:Revista Imóvel

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

Pesquisa aponta grande valorização e crescimento do mercado imobiliário no ABC



No último ano sabemos que o mercado imobiliário, esfriou, mas segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Regional de Imóveis no Grande ABC, o número de procuras aumentou consideravelmente 

Foram consultadas 94 imobiliárias instaladas nas cidades de Diadema, Mauá, Ribeirão Pires, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. A periferia foi a região que mais apresentou vendas de casas e apartamentos no mês de outubro no Grande ABC: 50% dos negócios foram nessas áreas. As áreas nobres ficaram com 27,08% e as centrais com 22,92%.

Em Santo André as casas mais vendidas foram as de 3 dormitórios, com 2 vagas de garagem e área útil de, em média, entre 101 a 200 metros quadrados. Para apartamentos, os mais vendidos foram os de 2 dormitórios com uma vaga de garagem e com área útil, em média, de 51 a 100 metros quadrados.

 

Locações 

 

Santo André também foi a cidade que mais se destacou em termos de locações em outubro, conforme dados da pesquisa divulgados pelo Conselho Regional de Imóveis do Estado de São Paulo.

Para os novos inquilinos de Santo André, a preferência de locação ficou dividida entre casas (89,19%) e apartamentos (10,81%). Em termos de valores, a preferência dos locadores por casas e apartamentos em outubro ficou por imóveis na faixa de aluguel de até R$1.250,00, com 54,55% do mercado. 

As casas mais alugadas, de acordo com a pesquisa, foram as de 2 dormitórios, sem vaga de garagem e área útil em média de 50 metros quadrados. Já os apartamentos a preferência foram por locações de unidades com 2 dormitórios, uma vaga de garagem e área útil também em média de 50 metros quadrados.

 

Fonte: Diário do grande ABC

O home office continua a agradar? Veja com Sandra Ramos:

   Passados vinte meses desde o início da pandemia, algumas pessoas nem mais se recordam de como eram suas rotinas com o trabalho presencial...